Posts tagged ‘Video vigilância’

País transformado em prisão de alta segurança
Henrique Sousa | 03/03/2010 | 11:17 am

A maioria dos portugueses (51,8%) sente-se mais segura com a presença de sistemas de videovigilância e oito em cada dez estão dispostos a abdicar de parte da sua privacidade em função da instalação desses equipamentos na rua, conclui o barómetro de segurança.

via Portugueses dizem sim à videovigilância na rua – JN.

Metam os bandidos na cadeia e ponham lá, na cadeia, câmaras de vigilância para que os gatunos não se roubem uns aos outros.

Anda muito gatuno à solta, ladrões de alto calibre, mas esses não vale a pena serem vigiados porque mesmo depois de vigiados têm um PGR ou um presidente do STJ que os defende.

Pôr câmaras de vigilância por causa de uns poucos transviados que assaltam pessoas para lhes tirar uns trocos para a droga… mais valia dar emprego a uns quantos polícias…

Está frio? Não se preocupe!
Henrique Sousa | 26/02/2010 | 10:34 pm

A Nasa garante que a Terra vai aquecer, é uma questão de «tempo» apenas.

A maior catástrofe em 100 anos no Continente
Henrique Sousa | 22/02/2010 | 10:04 pm

O SOL anda a estorricar o Sócrates
Henrique Sousa | 12/02/2010 | 11:34 pm

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As escutas são nulas e de nenhum valor, pá!
Henrique Sousa | 11/02/2010 | 7:56 am

- O Sr. Pinto Monteiro é que disse, pá! Por isso, pá, vê lá se te calas com isso de andares a pensar que aquilo se passou mesmo. Quer dizer, passou-se e não se passou, entendes? Passou-se mas é como se não se tivesse passado, pá! Porque os gajos anularam aquilo, pá! Já percebeste? Então, escuta: suponhamos que tu andavas a tramar pôr umas bombas no carro do Socras e que em conversa com um gajo sob escuta da bófia ficaram a saber disso mas só por acidente, porque tu até nem deves ser escutado porque és… suponhamos, só a fingir, presidente da assembleia. Como não deves ser escutado, a bófia tem que destruir as escutas e fazer de conta que não ouviu nada, percebes? Podes continuar a tratar das tuas bombas em paz que a justiça nada pode fazer contra ti, percebeste agora? Portanto, desde que tenhas um cargo que não deve ser escutado, podes fazer as sacanices que quiseres que ninguém te faz mal. Percebeste agora, estúpido?

- Vou tentar perceber. Então, quer dizer, a gente ouve as escutas e vê que o Socras é um sacana mas, como ele é PM e não deve ser escutado as escutas são nulas e eu tenho que as ignorar. O Socras assim deixa de ser sacana e continua a ser um gajo porreiro, não é?

- Isso, mesmo. Tens que esquecer tudo o que ouviste porque são escutas ilegais e até é um crime andar a divulgá-las, os sacanas são os que as divulgam, ‘tás a ver? O Socras é um gajo porreiro, sacaste? Sacanas são aqueles que andaram a espreitar pelo buraco da fechadura e descobriram coisas que não deviam ter descoberto. Isso assim não vale, num estado de Direito as escutas ilegais são crime! E depois ainda dizem que o Socras é que quer destruir o estado de Direito. Imagina, só porque ele queria ver-se livre de uns jornalistazecos de meia tigela e ter toda a comunicação social do seu lado.

- As escutas são ilegais, as escutas são nulas, as escutas são crime, as escutas não valem nada, as escutas foram mal escutadas e mal gravadas, as escutas nada provam, as escutas foram inventadas, as escutas não existem…

VIVA O GRANDE SOCRAS, VIVA O GRANDE TIMONEIRO, HEIL SOCRAS! ABAIXO AS ESCUTAS, MORTE AOS JORNALISTAS! IMPRENSA LIVRE É A IMPRENSA DO SOCRAS!

via Socraquistão.

Adivinha, adivinha…
Henrique Sousa | 13/10/2009 | 4:57 pm

Porque é que o Sócrates passou a andar de muletas em 2006?

 

coxo

 

Resposta: Porque mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo!

Quem é pior que a Encomenda?
Henrique Sousa | 19/09/2009 | 10:35 pm

Quem encomendou a «Operação Encomenda»?

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Actualização:

E o país tolera o intolerável, com equanimidade e deleite.

Será preciso lembrar?
Henrique Sousa | 26/08/2009 | 12:47 pm

“Este Governo é democrático, não é um bando de criminosos” | Económico

Repitam comigo:

“Este Governo é democrático, não é um bando de criminosos” | Económico

“Este Governo é democrático, não é um bando de criminosos” | Económico

“Este Governo é democrático, não é um bando de criminosos” | Económico

“Este Governo é democrático, não é um bando de criminosos” | Económico

“Este Governo é democrático, não é um bando de criminosos” | Económico

“Este Governo é democrático, não é um bando de criminosos” | Económico

“Este Governo é democrático, não é um bando de criminosos” | Económico

“Este Governo é democrático, não é um bando de criminosos” | Económico

Já estão convencidos?

Deformação profissional
Henrique Sousa | 25/08/2009 | 7:09 pm

O maior defeito dos professores é serem-no. Porque como professores que são estão sempre “naquela” de pretender ensinar, mesmo quando ninguém quer aprender.

Não me levem por isso a mal, se insisto na questão do insucesso escolar. O insucesso escolar é, em certa medida, uma invenção do politicamente correcto. Aquilo a que geralmente se chama insucesso é medido pelas reprovações (retenções), pelo abandono escolar, etc.. Um dado sistema de ensino possui certas características próprias e uma delas são as taxas de retenções/abandonos num certo contexto socio-cultural (estou a falar bem?). Não é pois possível actuar directamente sobre esses números sem estar a falsear uma realidade socio-cultural.

Mas o poder político manda que se facilite, e isso a ministra não pode negar porque está escrito em normas facilitadoras que os professores têm que cumprir.

Ultraje com ultraje se paga!
Henrique Sousa | 11/08/2009 | 9:57 am

Autores da troca da bandeira da CML pela da monarquia incorrem em penas de prisão – PUBLICO.PT

A substituição da bandeira municipal o municipalismo foi, refira-se, um dos projectos do ideário republicano pode também ser punível com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias, segundo o artigo 332º do Código Penal. No âmbito dos crimes de ultraje de símbolos nacionais estas punições estão estabelecidas para “quem publicamente, por palavras, gestos ou divulgação de escrito, ou por outro meio de comunicação com o público, ultrajar a República, a Bandeira ou o Hino Nacionais, as armas ou emblemas da soberania portuguesa, ou faltar ao respeito que lhes é devido.”

E desde quando a bandeira de um município é um emblema da soberania portuguesa? Quando muito pode equiparar-se às armas dos nobres, devendo o nobre ultrajado, D. António Costa, desafiar os 4 armados para um duelo em praça pública. Mas já não há honra, a honra foi substituída por poder de compra, vai-se a ver que este “nobre” só quer ser indemnizado por danos morais para poder comprar mais um fato Armani à custa dos pobres blogueiros. Uma pessoa bem vestida fica logo recompensada dos danos morais, passa-lhe a raiva toda…

 

A Guerra acabou, idem para o Freeport.
Henrique Sousa | 09/08/2009 | 11:39 am

Correio da Manhã

Carlos Guerra mantém-se arguido no âmbito do processo Freeport. O ex-presidente do Instituto de Conservação da Natureza vai ser chamado de novo pelo juiz Carlos Alexandre, porque houve um erro de transcrição quando foi constituído arguido: Carlos Guerra deveria ter ficado arguido devido a acto de corrupção por acto ilícito, mas na transcrição não ficou o acto ilícito.

 

Portel04.Raul Solnado

A última notícia saída sobre o Freeport é de 19 de Julho, quase há um mês. E assim vamo-nos esquecendo do caso e vão nos habituando a aceitar os caprichos dos que detêm o poder.

O «sketch» de Raul Solnado sobre a Guerra de 1908 poderia ser transposto para o Freeport 2005 a 2009 e seguintes. Por vezes é uma sorte partir para o outro mundo! Descansa em paz, Raul! Tu, sim, foste e continuarás a ser grande!

Caça à mulher nos EUA
Henrique Sousa | 13/04/2009 | 12:56 am

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União europeia, aquecimento climático, crise, desemprego, tgv, política, campeonato de salto à vara, energia nuclear, aborto, tabagismo, filosofia gay e educação sexual, entre outras coisas
Henrique Sousa | 09/04/2009 | 7:22 pm

Uma campanha muito original, sim senhor!
Henrique Sousa | 15/02/2009 | 11:08 am

PUBLICO.PT

PS – A Força da Mudança


Não, eu não quero com isso dizer que o Sócrates é parvo, antes pelo contrário. É o chico-mais-esperto que já tivemos no poder, neste faz-de-conta-que-é-uma-democracia. Aliás, entrámos definitivamente na era do faz-de-conta, desde o diz-que-é-uma-espécie-de-engenheiro ao Fripór-dá-cá-o-meu, desde a melhoria-do-sistema-de-ensino com passagens obrigatórias para os alunos e chumbos aos professores à perseguição das bruxas pela Bruxa da Educação, desde os empregos-a-dar-com-pau a uma crise-global-que-tudo-justifica, desde os fatos Armani e os carros topo de gama a um faz-de-conta-que-tiramos-aos-mais-ricos para acalmar as bestas, desde as promessas-de-não-subir-impostos a negócios-de-casas-com-offshores… enfim, se nos pusermos a desfiar o rosário não saímos do mesmo sítio.

Não, o Sócrates não é parvo, as bestas chifrudas que o elegem e reelegem é que gostam de ser enganadas, a besta nunca mais deixará de ser besta, “per omnia secula seculorum, Amen!”

Viva o BARRACABANA!

VIVA O ROBOTISMO!

VIVA O MANIFESTO

ROBOTISTA!

Download Manifesto Robotista Version Henrique Sousa


O nosso guia!
Henrique Sousa | 21/10/2008 | 9:45 pm

Viva Sócrates!

Considerando (1)
Henrique Sousa | 03/09/2008 | 9:20 am

Lá atrás falei-vos de engenharia demográfica, e só não falei mais porque, tendo levado logo o argumento do tanque de água ao fundo, seria escusado continuar a malhar em ferro frio.

No entanto, e considerando que não ficou claro que o argumento do aumento descontrolado da população não é responsável pelas misérias humanas, vamos ver então porque é que as sociedades humanas caminham para becos sem saída, melhor dizendo, que desembocam sempre em tragédias, guerras, fome, destruição, recomeçando tudo de novo (depois da tempestade vem a bonança), enterra-se os mortos, esquece-se as mazelas, erige-se estátuas aos mártires (idiotas) que tombaram na luta por um mundo melhor, isto é, àqueles que não faziam cá falta alguma, antes pelo contrário, tipo Che Guevaras e outros. Tenho uma enorme admiração por crápulas como Pinochet, Hitler, Pol Pot e outros que simplesmente metiam os excedentários em campos de futebol ou de concentração e matavam-nos ali mesmo sem contemplação, nem qualquer justificação elaborada. Bastava uma simples acusação de natureza étnica, religiosa ou ideológica para acabar com os excluídos, aqueles que não cabem no esquema de sobrevivência social sem prejudicar gravemente os outros que pretendem ter muito mais que a sua conta. Mas devo também homenagem aos ideólogos desta nossa sociedade porque esta ideologia visa também a eliminação dos excedentários mas por métodos científicos que merecem o apoio das próprias vítimas.

- Porque é que isso se torna imperioso? – perguntar-se-ão os leitores.

Uma sociedade primeva em que todos tivessem o seu lugar, onde reinasse a concórdia entre os seus poucos membros, e que, com o andar do tempo, passa naturalmente a ter mais gente mas mantendo a proporção de jovens, adultos e velhos, pode ser decomposta em partes iguais à sociedade primitiva, permanecendo a funcionar tão bem como aquela. E não funciona porquê? Porque viver no meio de uma multidão não é o mesmo que viver em pequenas sociedades. Porque, como dizia Eça de Queirós, em A cidade e as Serras, «O Homem pensa ter na Cidade a base de toda a sua grandeza e só nela tem a fonte de toda a sua miséria.»

E é na cidade que aparecem os excedentários, é nas cidades que se geram os guetos e os ódios e a convicção de que o mundo é estreito, que não há espaço para tanta gente, há que arranjar uma forma de mandar essa gente para a fogueira: ou porque são pretos, ou porque são jovens em risco (sem alternativas), hereges, ou por isto ou por aquilo. Jamais os outros concidadãos reconhecerão que têm culpas no cartório, que fizeram, por exemplo, filhos fora de casa e não quiseram saber deles, preferiram que fossem parar à rua ou, com alguma sorte, à Casa Pia. Jamais os governos admitirão que deixaram entrar gente de fora que vinha na mira de um Eldorado nas grandes cidades mas acaba na maior das misérias, a moral, e envereda pelo crime, tanto mais que são ilustres desconhecidos. Honra seja feita aos indianos e chineses, de que não se ouve falar, o que não quer dizer nada porque os merdia só dizem o que convém. Fica-se com a ideia que os «perturbadores» são só os brasileiros, pretos, ciganos e, já menos, os de Leste.

E os nossos jovens desempregados? O que fazer com eles? Alguns deles podem ser mandados para as várias guerras a que os nossos aliados nos obrigam. E é vê-los todos contentes, de óculos escuros e fardas todas catitas, e todos cheios de importância, a embarcar nos aviões, deixando mulheres e filhos entregues a si mesmos e que os esperam com o credo na boca: «que acabe depressa essa maldita comissão que vai, contudo, permitir juntar uns cobres para comprar uma casita». E esses são os sortudos que apanham por vezes com radiações no Kosovo, ou alguma mina no Afeganistão! Os restantes jovens…, bem, alguns podem candidatar-se também a seguranças e bombeiros, há que canalizar essas energias para fins pacíficos, mais vale ser segurança do que bandido. Não nos esqueçamos que os jovens têm também grandes empregos nos call centers e nos super-mercados, só não trabalha quem não quer, todos os outros são malandros e tornam-se drogados, ou dedicam-se a negócios ilícitos, tornam-se bandidos… o que nem é mau porque também são necessários bandidos para dar emprego aos que se dedicam à segurança, aos advogados, aos juízes, etc.. O que seria dos médicos, por exemplo, sem doentes? Uma sociedade em que seguranças, bombeiros, sanitaristas, juristas e, à falta de melhor, educadores, são as profissões mais cobiçadas, tem que haver bandidos, incendiários, doentes, trafulhas, pedófilos e ignorantes em quantidades suficientes para suprir os profissionais. Pelos vistos, e como o desemprego já atinge estes grupos profissionais, principalmente o dos professores, há que tomar medidas para que o número de doentes, bandidos e ignorantes não diminua. Há que fazer render o peixe, e os profissionais têm consciência disso.

Portanto, e como vêem, está tudo muito bem organizado na nossa sociedade, todos ocupam os seus lugares como as peças de uma máquina perfeita, funcionando às mil maravilhas.

Cada povo tem o governo que merece
Henrique Sousa | 02/09/2008 | 1:44 pm

Se é verdade o que refere este post e a notícia em que se baseou, então sou levado a pensar que Aníbal Cavaco Silva é um ignorante. Não posso deixar de pensar deste modo porque um presidente que tenha lido alguma coisa jamais permitiria que uma semelhante lei pudesse vir a passar no crivo presidencial.

Mas não é só o Presidente da Repũblica que é ignorante, é o Parlamento que deixou passar a lei, é o Governo que a cozinhou e o povo que elegeu semelhantes criaturas para o governar. E cada povo tem o governo (no sentido lato) que merece.

Não se pode esperar que todos tenham lido algo da incontornável obra de George Orwell, especialmente o livro cujo título é 1984. Até porque Orwell continua a ser literatura de elites, o simples facto de o nome do autor ser estrangeiro afugenta as massas e aposto que muitos dos que na televisão vêem os programas «Big Brother» nem sabem qual a sua fonte de inspiração.

É nosso dever resistir à «chipação» e à instauração de um estado pidesco. O mínimo que podemos fazer é assinar esta petição. Nunca é tarde.

Mas fica aqui uma indicação de leitura ao Prof. Cavaco Silva (e todos os governantes), pode ser que ainda vá a tempo: 1984 de George Orwell. Por favor, Sr. Presidente, leia!

Vigiando (10)
Henrique Sousa | 01/09/2008 | 11:18 am

Como reage o cidadão comum – o pacato cidadão que apenas está preocupado com a sua vidinha, a vidinha que até nem lhe corre mal de todo porque no meio da miséria geral ainda vai conseguindo arcar com as suas responsabilidades, tem um carrinho que já pouco anda devido ao preço da gasolina, mas consegue ainda pagar a renda de casa (300 euros), a água (12 euros), a luz (50 euros), as telecomunicações (50 euros), o gás (20 euros) e, felizmente, se encontra livre de prestações (com excepção do computador que pifou e teve que adquirir outro) mas anda com o credo na boca não vá a máquina de lavar velhinha ter em breve algum problema (já por duas vezes teve a cozinha alagada por causa do filtro e da última o caso esteve feio com o vizinho a queixar-se que «chovia» da lâmpada da sua cozinha) – às notícias de violência na sociedade?

Claro que o cidadão comum – aquele que não quer saber de política, que acha com razão que esses políticos são uma cambada de oportunistas que só quer é safar-se (e safam-se), que gosta mas é dos espectáculos de rua onde a gente se diverte à brava tomando umas cervejolas e fazendo umas asneiras do tipo virar caixotes do lixo (coisa que até os cães sabem fazer), que adora ir à bola e vestir-se com as cores do seu clube e mostrar-se fanático quanto basta fazendo-nos imaginar os espectáculos dos gladiadores em Roma, que mais depressa compra um livro do tipo «Eu, Carolina» do que leva de borla da biblioteca camarária as Notas Biográficas de Einsten -, exige do Estado que tome medidas.

Que medidas deve o Estado tomar?…, isso é problema do Estado. Mas que façam qualquer coisa do tipo rebentar com os miolos aos bandidos, equipar melhor as polícias, disseminar a video-vigilância, mais pulseiras electrónicas, leis mais duras, juízes mais duros, repressão quanto basta, a criminalidade só acaba com o extermínio dos criminosos, assim pensa a besta comum, aquela que não quer que a chateiem nem quer ter de andar preocupada na rua, em perigo de ser assaltada a toda a hora, ou ser feita refém num assalto ao seu banco, ou levar com uma bala perdida quando passar na estrada ao lado de Loures, da Cova da Moura ou até mesmo da Damaia.

Mas há outras bestas, menos comuns, que ficam logo alarmadas com a forma como o governo (dono do Estado) reage à situação de aumento súbito da criminalidade violenta (há crimes não violentos e até há crimes que não têm pena), adoptando todas as medidas que o cidadão comum, a besta refractária, espera do Estado. Fica a besta sossegada, o governo bem visto e os negócios com a segurança prosperam, e a besta paga para ter mais segurança.

Sim, porque as verbas que o Estado poderia investir no combate ao desemprego, ou no Ensino, na Saúde, na política de imigração, na habitação social ou na ausência da sua necessidade, no combate ao tráfico de droga, e em geral nas condições de existência – as causas profundas da criminalidade -, são desbaratadas a comprar armas, câmaras de vigilância, chips para os carros (e pessoas), tudo coisas que podem ser usadas para fins políticos e para perseguir bestas fora do comum, assim tipo cristãos no tempo de Nero, judeus no tempo de Hitler, bruxas no tempo de Torquemada, comunistas no tempo de Salazar, blogueiros no tempo de Sócrates, etc. e tal.

Só mesmo um governo «BURRO»…!!!!
Henrique Sousa | 29/08/2008 | 4:24 pm

José Maria Martins: Os Bancos são Assaltados POR CULPA EXCLUSIVA DO GOVERNO – CONSELHO A JOSÉ SÓCRATES PARA ACABAR A 100% COM OS ROUBOS A BANCOS

” Artigo 1º
1 – As entidades bancárias ficam obrigadas a contratar um agente da PSP ou da GNR para, em regime de gratificado, fazer segurança à porta de cada agência ou estabelecimento bancário.
2 -O tempo de serviço gratificado é organizado em dois turnos, das 08H00 às 11h30 e das 11H30 às 15H00.
3 – As esquadras da PSP e os postos territoriais da GNR , conforme a força de segurança com competência na localidade , escalam elementos para os serviços gratificados.
4 – Em Lisboa e no Porto os serviços de gratificados são feitos por agentes da GNR e da PSP, dado o número de agências e serviços bancários existentes e para não sobrecarregar os agentes da PSP , devendo os comandos elaborar as escalas de gratificados.
5 – O valor da remuneração do gratificado é fixado em—- euros hora;
6 – Até ao dia cinco de cada mês as agências bancárias e os estabelecimentos bancários entregam, nos comandos de polícia ,o montante das remunerações a pagar aos elementos da PSP e da GNR que prestaram serviço gratificado.
7 – O rendimento das gratificações está isento de impostos.
Artigo 2º
O presente decreto lei entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.”

Via Perspectivas

O que custa é matar o primeiro!
Henrique Sousa | 26/08/2008 | 11:57 pm

PUBLICO.PT

O Movimento Mérito e Sociedade propôs hoje onze medidas para criar mais segurança em Portugal. Para o partido é importante que as penas passem a ser cumulativas, que a polícia possa actuar de forma mais firme e com maior recurso a armas de fogo, que haja uma fusão das principais forças de segurança e que as vítimas tenham um papel mais activo nos processos. No entanto, para o penalista Germano Marques da Silva, ouvido pelo PÚBLICO, muitas destas propostas, para além de “inconstitucionais”, são “bárbaras”.

Discordo do penalista, aliás eu nada tenho a ver com o penalismo, não tenho «pena» alguma desses bandidos que andam por aí a roubar bancos e carrinhas de valores, e desses pretos e ciganos que andam a fazer desacatos entre eles e não nos deixam dormir em paz, agora só mesmo os que moram em condemónios fechados é que têm alguma paz. Se eu fosse bancário já não dormia em paz enquanto não me dessem uma arma para rebentar com os miolos do primeiro sacana que me aparecesse com cara de assaltante a entrar pelo banco adentro nas barbas da polícia. Nem percebo porque é que na era dos telemóveis é tão difícil assim porem uma merda de uma campaínha que toque na esquadra ao lado, o problema é que o governo instala as esquadras longe dos bancos e das autoestradas, os polícias demoram mais de dois minutos a chegar e dão tempo aos ladrões para fugir… A PÉ, porra!

Acho muito bem que o governo mande armar forças especiais, tropas de elite, uma espécie de “marines” ou fuzas caça-bandalhos, que não tenham contemplação para com esses maltrapilhos vindos de fora e que até servem de cobertura a outros vindos de dentro, principalmente pretos e ciganos, se fosse eu a mandar, pegava neles todos e mandava no mínimo capá-los para que não pudessem procriar porque filhos de peixe sabem nadar, o mais certo era metê-los todos numa vala comum e gastar umas balas para os matar antes de enterrar… Melhor ainda seria queimá-los vivos, sim, queimá-los vivos é que me dava mais gozo, vê-los a gritar e a espernear como vermes asquerosos que eles são…, que ódio !!!!!!!

Afinal há mais opções…
Henrique Sousa | 26/08/2008 | 12:02 am

PUBLICO.PT

Juízes duvidam da constitucionalidade da Lei de Segurança Interna

A notícia acima motivou a inclusão de mais opções no meu inquérito sobre a Segurança em geral. Reveja a sua votação e vote noutra opção (apague os cookies, faça batota).

Qual a melhor solução de segurança?

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Vigiando (8)
Henrique Sousa | 25/08/2008 | 1:31 pm

Realmente a segurança é um dos melhores negócios do mundo, não sei como é que nós, os portugueses, não o descobrimos mais cedo. Como se diz por aí, a criminalidade violenta veio para ficar, veio para que finalmente alguns tios ou pretendentes a tios, possam ver os seus negócios de segurança prosperar. E prospera porque a besta dá muito valor à Segurança. O que a besta não é capaz de fazer por um pouco de segurança…!!!! Faz tudo, paga o que for preciso, paga às companhias de seguros, paga mais caro no super para ter seguranças, paga… cala-te, boca!

Quem foi que descobriu o negócio de segurança? Lembram-se? A Cosa Nostra, ou Máfia, uma respeitosíssima instituição que terá nascido na Itália, Sicília, e que dava “protecção” aos pobres, vítimas de bandidos que os assaltavam… se não pagassem a “protecção”! Mudam-se os tempos, mudam-se as máfias. O negócio de dar protecção é hoje um ‘domínio’ absolutamente legal, vejam em www.vigilancia.com.pt/. Visitem esse domínio e vejam, meus senhores, porque é que a protecção é cada vez mais importante nos dias de hoje. Todos os cidadãos deviam conhecer técnicas de defesa e andar armados, os negócios com escolas de judo, aikido, box, esgrima, bofetadas, pontapés e tirar olhos estão em franca expansão. Eu penso, por exemplo, que isso dos ginásios, ciclismo, natação e andar a correr por gosto é tempo e dinheiro mal gasto. Devíamos ir todos para uma escola de artes marciais e juntar o útil com o… desagradável que é andar sempre de braço ou perna partida, olho negro ou mesmo cego, cabeça rachada e nariz de boxeur, isso sim é que seria investir em segurança. E andar também armados! Claro que sim! Já viram o cagaço que os bandidos iam ter quando assaltavam bancos ou carrinhas das companhias de Securitas? É que estes nem sequer andam armados e deixam-se roubar como se fossem pacatos cidadãos sem treino algum para exercer as funções pelas quais temos que pagar… Mas somos nós que pagamos? Não, são os bancos, é o Estado, são os donos de ourivesarias, de centros comerciais, o Belmiro e o Amorim, tudo gente de dinheiro que pode pagar aos Securitas, o meu dinheiro é que eles não vêem, ehehehehe…

Mas, agora a sério, eu acho que não devemos olhar a despesas quando a nossa segurança está em causa. A Vida é o nosso bem mais precioso e as máfias sabem disso, não pensem que são só as bestas que gostam de viver, os tios também e os tios das Securitas e dos negócios todos de segurança são «bons vivants» e não olham a meios para garantir o seu bom nível de vida, nem que seja à custa da nossa… segurança. E é por isso que, segundo o que vem aqui, nem são eles que o dizem…:

1ª – “A criminalidade organizada de qualidade e com profissionalismo está a aumentar. Em termos estatísticos não deve ter reflexos, mas estão a surgir cada vez mais situações”, disse o General Garcia Leandro em declarações à agência Lusa.

2ª – “A capacidade de organização dos criminosos é mais rápida e potente que a das forças de segurança, em Portugal ou em qualquer país. Estamos a viver uma globalização criminal”, referiu.

3ª “O caso do BES foi importante porque demonstrou que a polícia aparece, reage e resolve o problema”, disse.

4ª – “Há uma dinâmica de malfeitores que é de conquistar terreno e vão fazê-lo”, disse, defendendo assim a necessidade de uma organização por parte de toda a sociedade para combater e resistir a esta tendência tal como já o fazem as forças de segurança ao trabalhar em conjunto com as suas congéneres europeias.

5ª “Este caso da carrinha de valores demonstra a vontade destes movimentos, mas também a falta de segurança. Não é possível aceitar que seja bloqueada por três carros numa auto-estrada. Dão-se todas as possibilidades aos criminosos para actuarem”, disse.

Vigiando (7)
Henrique Sousa | 21/08/2008 | 1:45 pm

Estou deveras impaciente com a lentidão do processo de instalação de segurança e video-vigilância em Portugal. Lembro-me que já nos anos 80-90 um dos negócios que estava a dar era o negócio dos “seguranças”. Um dos primeiros serviços de segurança privados a surgir em Portugal, e lembro-me ainda da cara de desconfiança com que a besta olhava para eles, foi a Securitas. A besta estava habituada à figura do polícia da esquina que, no tempo da ditadura salazarista, dava à besta uma sensação mista de segurança e de estado policial. Mas havia inegavelmente segurança, a arraia miúda não se atrevia a faltar ao respeito a uma dama por exemplo, o trolha pendurado no andaime não assobiava a uma mulher que não trouxesse avental. Respeitinho é muito bonito, fica bem e as gentes gostavam… Mas quando, apesar da segurança, havia uma ou outra situação de falta de respeito ou de furto a alguma loja, era ver as pessoas saírem à rua a gritar: «Ó da guarda! Ó da guarda!». E o polícia da esquina desatava a correr atrás do meliante que, na maioria das vezes, era apanhado e castigado.

Hoje, se alguém se puser a gritar «ó da guarda, ó da guarda» as bestas vão pensar que foi o Presidente da Câmara da Guarda que passou, e é vê-las a sacar dos telemóveis para chamar… a Securitas, a ASAE, a ASNAE, a PJP, a PPJ , PJJ, JPP, Bombeiros, INEM? Terá sido delito alimentar, económico, criminal, ambiental, civil, militar, tributário, petrolífero, bancário, segurífero, droga, sequestro, etc.? É claro que, havendo tantos tipos de delito, isto da segurança torna-se uma «coisa complexa» e não são as forças de segurança clássicas que vão conseguir resolver o problema de segurança do nosso país. Ainda bem, mais um campo que se pode abrir à iniciativa privada, que assim poderá vender diversos serviços de segurança ao estado e não só, também os pode vender aos privados… desde que o estado não a proporcione, claro. Acabe-se com o estado-polícia, porra!

Torna-se difícil convencer as bestas que a segurança privada é melhor que a estatal, ainda andam imbuídas daquelas ideias salazaristas de que é ao estado que compete dar segurança às pessoas, e não só, educação e saúde também, etc.! Mas aos poucos as bestas terão que se habituar que o estado já nada consegue gerir nem Polícia, nem Ensino, nem Saúde, nem nada. O estado é, cada vez mais, um feudo dos políticos, que o colocam ao serviço dos interesses privados. Sacar dinheiro aos contribuintes e distribuí-lo pelos muitos negócios privados que vivem à custa do estado, essa é a verdadeira função do estado, melhor dizendo, dos estadistas.

Porquê? Porque a iniciativa privada produtiva, aquela que devia criar verdadeira riqueza já não existe. Agricultura, pescas, têxteis, construção naval, electromecânica, vidro, tudo morreu ou agoniza dolorosamente. Só sobraram os chulos do estado, os que lhe vendem serviços que competem ao próprio estado. Certas e determinadas empresas de construção civil sobrevivem também à custa das obras do estado ou de empresas privadas criadas pelo estado. Estradas, caminhos de ferro, barragens, obras públicas, umas necessárias e desejáveis, mas outras nem tanto. Surgem assim os elefantes brancos, alguns impostos de fora como é o caso dos TGVs e das Otas. Em Beja, por exemplo, inaugura-se dentro de dias um aeroporto que não tem ainda quaisquer vôos previstos, muito menos contratados.

A construção civil é um negócio que dá muito dinheiro porque, ao contrário das empresas que fazem um investimento considerável em bens fixos para poderem laborar, a construção civil é elástica: se há trabalho, contrata-se gente, muita gente para «aquela obra» e através de empresas que vendem mão-de-obra a recibo verde. Se não há trabalho, paciência, despede-se o pessoal que volta ao seu emprego de «freelancer» ou vai de férias para a … Ucrânia?

Mas eu estava a falar de quê, afinal? De segurança! De segurança no emprego? Bem, para haver segurança no emprego era preciso instalar a video-vigilância nos gabinetes dos políticos, onde a insegurança é fabricada porque é lá que grassa a corrupção, tantas vezes disfarçada de dinamismo no lançamento de obras que dão muito dinheiro a alguns em pouco tempo, e deixam o país cada vez mais… POBRE! Sócrates tinha razão quando alegadamente cometeu aquele lapso.

E termino com uma frase à Sócrates:

- «E queria também deixar-vos uma palavra de (des)confiança… em relação à (in)segurança. Por um país mais tecnológico, por um país mais simplex, mas também por um país mais POBRE!».

Vigiando (6)
Henrique Sousa | 19/08/2008 | 7:47 pm

Olho vivo! Sim, temos que estar muito atentos às manobras daqueles que querem vir a ser os gerentes da coisa pública. Parece que a melhor forma de cativar as bestas e levá-las a votar em certos «tios» é estes prometerem criar postos de trabalho. As bestas não se importam que o desemprego aumente, desde que sejam criados postos de trabalho. Isto é, a coisa funciona assim:

  • O PROMITENTE criador-de-postos-de-trabalho diz que vai criar X postos de trabalho se for eleito.
  • O PROMITENTE eleitor (besta) deixa-se levar pelo PROMITENTE criador-de-postos-de-trabalho.
  • Os dois PROMITENTES celebram um contrato promessa de vota e governa.
  • Marca-se o dia da Escritura e faz-se o negócio. A besta elege o governante e este deve agora cumprir aquilo que foi acordado no contrato de vota e governa.
  • O ELEITO começa por destruir postos de trabalho, o que se nota bem no aumento veloz do desemprego ao longo do mandato.
  • A besta começa a perceber que o ELEITO não está a cumprir com a promessa e ameaça não lhe renovar o mandato.
  • O ELEITO, já perto do fim do mandato, diz que vai cumprir a promessa de criar os X postos de trabalho que prometeu.
  • Mas como entretanto destruiu muito mais postos de trabalho do que os X que prometeu, faz um contrato com o Amorim e com o Belmiro no sentido de abrirem uns lugares de caixas de supermercado a 400 euros por mês durante os poucos meses que antecedem o fim do mandato
  • O ELEITO vem então anunciar que vai cumprir a promessa de criação de X postos de trabalho.
  • Entretanto o ELEITO vai entretendo as bestas com coisas como o primeiro computador português – o Cagalhães, clonado de um tal Classmate da Intel e que pode criar 2 ou 3 postos de trabalho, coisa que não passaria pela cabeça de nenhum dos muitos freelancers que já montam computadores «portugueses» há muitos anos.
  • A Oposição (a alternativa da besta) aprende como se engana a besta. Parece que vamos ter uma inflação de ofertas de emprego, cá e lá, tanto que é possível até que os ordenados venham a subir, e isto só porque se faz constar que vai haver emprego com fartura. Cuidado, tios!

PUBLICO

“Porém, surpreendentemente, o primeiro-ministro limitou-se ontem [segunda-feira] a prosseguir a sua política de anúncios sobrevalorizando os indicadores económicos com que tentou iludir os portugueses”,

Vigiando (5)
Henrique Sousa | 18/08/2008 | 12:27 pm

A segurança privada e a video-vigilância são negócios que movimentam quase mil milhões de euros por ano em Portugal, e constituem a solução para todos os nossos problemas ecológicos, e não só! Elas vão exterminar toda a criminalidade da sociedade, dos raptos de bebés nos hospitais aos assaltos dos bancos, dos arrastões nos comboios da linha de Sintra ou Estoril às greves dos camionistas, etc., vamos passar a gozar da mesma segurança que tínhamos no tempo de Salazar em que bastava meia-dúzia de Pides e meio milhão de bufos para isto andar de esquerda em linha. Mas os tempos são outros, a PIDE moderna só serve para andar atrás dos criminosos económicos, dos donos de bares e dos feirantes, dos mercados do Porto, etc..

Mas a segurança privada e a video-vigilância só por si não chegam, as forças especiais de intervenção que matam aqueles que não têm medo das câmaras (e até gostam) é bem necessária. Viu-se, porém, pelo exemplo vindo do Brasil com aquele filme Tropa de Elite, que o feitiço pode virar-se contra o feiticeiro. Se os brasileiros não andassem a mostrar como é que se deve lidar com os bandidos assaltantes de bancos e passadores de drogas, aquele patrício morto no assalto ao BES ainda estaria vivo – quem sabe? Uma tropa de elite que sirva para apanhar os donos dos bancos e os grandes traficantes de droga e redes pedófilas, isso ainda não existe nem me parece que venha a existir porque dava cabo dos negócios todos com a segurança privada, a video-vigilância e outros derivados destes grandes e modernos negócios de alto nível, reparem que as forças de segurança privadas são já, nos EUA, auxiliares preciosos do estado, são tropas de elite que vão combater no Iraque, no Afeganistão, no Irão ( ainda não foram, mas Irão), com a vantagem ímpar de os mortos não entrarem nas estatísticas. Deste modo o estado pode manter as guerras com um número baixo de vítimas oficiais, e os negócios de segurança e petróleo vão prosperando, o busílis é que depois o preço do petróleo sobe e ninguém sabe como nem porquê, dizem que são os especuladores mas alguém tem que pagar as guerras, os seguranças privados, as indemnizações e tudo o mais, e isso paga-se é na bomba de gasolina. É claro que os donos do petróleo onde os EUA o vão buscar se armam aos cucos e fazem ameaças disto e daquilo em nome de Alá, porque têm dinheiro e podem comprar material de guerra a outros pilantras como a Rússia e a China, e alimentam assim este jogo bélico em que os EUA acabam por fazer papel de palhaços e ladrões de petróleo porque, como disse o Bush e bem, os americanos andam viciados no petróleo.

Qual a melhor solução de segurança?

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Agora não se queixem…!!!
Henrique Sousa | 17/08/2008 | 1:25 pm

ECONOMIA – PUBLICO.PT

As Finanças suspeitam de que cerca de metade dos contribuintes que entregam declarações de IRS a dizer que vivem em união de facto têm domicílios fiscais diferentes dos supostos cônjuges.

Afinal o casamento tradicional sempre tinha algumas vantagens para o estado. Neste momento as pessoas declaram o que for melhor para efeitos fiscais. Se for melhor ser solteiro, as pessoas declaram-se solteiras; se for vantajoso viver em união de facto, vive-se em união de facto. Ninguém pode provar que duas pessoas adultas vivem maritalmente ou não, a não ser que se torne obrigatório haver video-vigilância nos lares… cala-te boca!

De facto, só uma besta quadrada é que se casa nos dias de hoje. Se já for casado, o melhor que faz é divorciar-se porque se um dos cônjuges perde o emprego, sempre pode pedir o Rendimento Mínimo Garantido ou o Rendimento Social de Inserção. Ao atacar o casamento tradicional, o Estado não se lembrou que ele também substituía a assistência social – na riqueza ou na pobreza, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, etc. -, o casamento dava a segurança que hoje o Estado vai ter que assumir por uma questão de coerência. De facto, se o Estado banaliza o casamento, é natural que as bestas procurem no Estado a segurança que o casamento dava. Assumam, ao menos, as consequências das merdas que fazem de ânimo leve, para agradar a fedelhos como os que integram a JS e que pretendem o casamento gay.

Bestas de todo o mundo! Divorciai-vos!

Destaco este comentário de zedeportugal:

“a não ser que se torne obrigatório haver video-vigilância nos lares…”

A preparação psicológica já está a ser feita, com aqueles programas televisivos do Big Brother e afins.
Para lá caminhamos: o cartãozinho de cidadão, inicialmente não contendo algumas informações sobre os titulares para não assustar a malta, mas com todas as potencialidades para o fazer a pouco e pouco, com as desculpas do simplex e da segurança contra os terroristas.
O Orwell só se enganou na data: não foi em 1984 mas será certamente em 2024. E já o é hoje – experimente o meu amigo a viajar para os States, que até a cor das cuecas eles saberão antes de lá chegar.
Quanto ao resto, tem toda a razão. O Estado socialista matou o matrimónio. Mas não só! Matou muitos outros valores seculares, como a honra e a honestidade, a confiança e a verdade, etc, etc.
É por isso, que Deus na sua grande sabedoria nos fez mortais: quando chegar esse mundo insuportável para nós, nós já cá não estaremos. E todos terão mais ou menos aquilo que esperam: os que acreditam em nada, vogarão no eterno nada, no esquecimento de si mesmos; os que crêem em Deus e na vida eterna, desfrutarão em contínuo êxtase da Sua radiosa presença por toda a eternidade.
Aqueles que usaram a sua vida para matar, roubar e destruir, bem, esses também terão o seu lugarzinho à espera na eternidade, no contínuo e infindável recordar de todo o sofrimento que provocaram.
Ah. E se a igreja católica lhe cair em cima, como diz a Ashera, não tem nada que temer. Só tem que temer quando for a sua conciência a cair-lhe em cima e mesmo para isso há remédio: o sincero arrependimento.

Mais vigilância, ladrões trabalham a favor da ditadura
Henrique Sousa | 12/08/2008 | 8:27 pm

PUBLICO.PT – Refém do assalto ao BES critica condições de segurança dos bancos

Face ao aumento dos assaltos violentos a bancos, uma das reféns no assalto de quinta-feira à agência do Banco Espírito Santo (BES), em Lisboa, questiona as condições de segurança destas instituições. Teresa Paiva, professora universitária e neurologista foi uma dos quatro reféns resgatada pela PSP, pouco depois do assalto ter começado.

O que aconteceu à Maddie?
Henrique Sousa | 07/08/2008 | 11:35 pm

Segundo as 50 e tal pessoas que passam por este blog, a Maddie morreu por acidente e os pais esconderam esse facto da polícia e conseguiram enganar todos os amigos do fatídico jantar.

Que foi feito à Maddie?

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Eu não partilho desta opinião mas respeito-a. E, se ela traduz a opinião da maioria das pessoas (condicionadas pelos merdia), não se devia então reabrir o processo e apurar a verdade da mentira?

De notar que aquilo que a maioria pensa pode não ser a verdade, e que as mesmas 50 pessoas que votaram neste inquérito foram também as que (condicionadas pelos merdia), responderam a este inquérito sobre o CO2. E falharam!

Mas casos como os da Maddie estão a repetir-se por todo o mundo e, das duas, uma! Ou se trata de uma rede que rapta crianças para os mais diversos fins, ou é uma estratégia merdiática para nos convencer da necessidade de andarmos vigiados 24 horas por dia. Não se admirem que esta propaganda venha a fazer com que as mesmas pessoas venham depois a apoiar a instalação da VIVEO-VIGILÂNCIA em toda a parte, e muito já se fez. A próxima vítima serão os tribunais. Na minha escola já há várias salas com video-vigilância. Estou a sufocar!

Vigiando (1)
Henrique Sousa | 07/08/2008 | 7:52 pm

Depois dos desabafos que aqui tenho vertido, fiquei mais… desabafado (!!!), e passei então a estar de olho no desenrolar de certos acontecimentos merdiáticos, não só os ecológicos mas todos os que de alguma forma mexem com a ecologia.

Ontem, por exemplo, fiquei a saber que a Quercos não vai deixar avançar com aquele enorme projecto em Setúbal que vai dar trabalho a cerca de 1000 trabalhadores da construção civil imigrantes, durante mais de 2 anos, e nem sequer serão sempre os mesmos, ou seja, em que mais de 1000 pessoas deixam de andar por aí a roubar ou a fazer distúrbios como aqueles de Loures, há que dar trabalho a essa gente maltrapilha, quanto mais não seja trabalho escravo na construção civil. Toca a trabalhar, malandros! Até aí, eu até acho que a Quercos está a exagerar, eu que sou um assumido ecologista e que apoio todas as iniciativas da Quercos, desde que sejam para não deixar construir seja o que for, quer sejam barragens quer sejam postes de alta tensão ou urbanizações selvagens.

Mas quando me disseram que ia ser preciso abater sobreiros centenários que dão comida a mais de 10 pessoas daquela zona, fiz as contas assim: 1000×3 = 3000 homens.ano; 1000×10= 10.000 homens.ano e decidi-me a favor da Quercos. Porque uma vez feito o investimento planeado, esse investimento tem que devolver dinheiro aos seus donos, o que significa que já não vai sustentar os 1000 que nele trabalharam mas apenas 10 que investiram, mas são 10 pessoas diferentes das 10 que viviam dos sobreiros. E quem são essas pessoas? E vão viver de quê se as bolotas já lá não estão para as comerem?


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