Posts tagged ‘Insustentabilidade da segurança social’

Quando (II)
Henrique Sousa | 18/03/2010 | 3:38 pm

É o fim deste País!

Quando se chega ao extremo de preferir uma reforma muito penalizada ao prolongamento da vida activa, nada mais resta a dizer do país. Acabou, afundou-se, é cadáver que só serve aos abutres que irão continuar a comer-lhe a carne podre e nauseabunda.

Deus tenha a sua alma em paz!

Vergonha das vergonhas.
Henrique Sousa | 07/03/2010 | 2:25 pm

Estes números não existem para 2050, mas espera-se que os idosos sejam mais saudáveis e autónomos até mais tarde, o que também reforça a quase inevitabilidade do adiamento da idade de reforma para uns 70 anos, admite João Peixoto.

via Em 2050, os idosos viverão mais tempo com saúde e autonomia – Sociedade – PUBLICO.PT.

Os «merdia» em Portugal agora já mais não fazem do que servir de eco à ideologia reinante que prevê um mundo onde já não haverá nascimentos, um mundo todo ele gay, um mundo de dinossauros servidos por bestas velhas que trabalham até dar o último suspiro.

Não vejo diferença alguma entre isto e aquilo que Hitler pretendeu, levar toda a gente consigo para a cova.

O grave problema é que os «merdia» conseguem enganar a maioria das bestas com este paleio de… «merdia»!

Vinte mil léguas submarinas
Henrique Sousa | 06/03/2010 | 11:10 am

Só em Fevereiro poderão ter entrado na Caixa Geral de Aposentações CGA 20 mil pedidos de reforma, muitos dos quais com penalização. A questão das reformas foi um dos motivos que estiveram na origem da greve de ontem, quinta-feira, da Função Pública.

via Vinte mil pedidos de reforma antecipada – JN.

Os funcionários públicos estão a aposentar-se mais cedo pois receiam que as condições para a aposentação se agravem ou que não haja qualquer benefício em continuar a trabalhar. Para auferir a mesma reforma (ou menos) daqui a alguns anos, quando já não valer a pena porque a idade não perdoa, mais vale aceitar 50% do salário actual e poupar no consumo, ajudando a afundar mais a «economia tiocrática nacional». Eu também estou no rol dos 20.000, isto é, somos 20.001 a pedir a reforma.

Os nossos substitutos (se houver) vão ser pessoas contratadas a prazo com salários de miséria e também não vão ajudar a «economia tiocrática». Eu vou vender o carro por tuta e meia e passo a andar a pé, e vou reduzir ao máximo as despesas. Se puder, ainda procuro uma ocupação, tirando lugar aos jovens.

Eu só gostava de conhecer os crâneos economistas que fazem os orçamentos do Estado. No mínimo, cuspia-lhes na cara!

A Confissão
Henrique Sousa | 14/11/2009 | 11:21 am

Numa conversa telefónica…

- Olha, caríssimo amigo, vou-te confessar uma coisa mas não digas a ninguém…

- Podes confessar, mas não tens medo das escutas?

- As escutas são ilegais!

- Então diz lá!

- Matei o Ivanovitch Pavalova Butroka!

- Eh, pá! Mas isso é crime!

- Pois é! Mas quem sou eu, quem sou eu, quem sou eu?

- Sois rei!

GARGALHADA!

Adivinha, adivinha…
Henrique Sousa | 13/10/2009 | 4:57 pm

Porque é que o Sócrates passou a andar de muletas em 2006?

 

coxo

 

Resposta: Porque mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo!

União europeia, aquecimento climático, crise, desemprego, tgv, política, campeonato de salto à vara, energia nuclear, aborto, tabagismo, filosofia gay e educação sexual, entre outras coisas
Henrique Sousa | 09/04/2009 | 7:22 pm

Embrutecimento global
Henrique Sousa | 17/02/2009 | 11:03 pm

During the last 2 billion years the Earth’s climate has alternated between a frigid “Ice House”, like today’s world, and a steaming “Hot House”, like the world of the dinosaurs.”

Pois é, há quem diga (e prove) que estamos a passar por um período FRIO da História da Terra:

Clique na imagem para ver melhor

Nada me desilude mais do que pegar num trabalho que é supostamente sério e ver logo nas primeiras páginas referir-se o aquecimento global e a necessidade de redução das emissões de carbono para justificar a introdução de tecnologias caras. Tira todo o mérito que o trabalho possa ter. Cuidado com certos “cientistas”, pois!

Hoje, em conversa com um colega, ex-socialista, ele confessou-me, a propósito dos desmandos do seu ex-partido:

- Estou a virar reaça! Até já preferia o Salazar a estes pindéricos do PS! Ao menos sabia as regras do jogo, e agora já não sei nada, só sei que me sinto perseguido no local de trabalho, obrigam-me a estar na escola sem ter nada que fazer, apenas por estar, e andam a controlar as horas a que entro e saio.

Quando a mentira e a prepotência se insinuam, muitas bestas que se deixaram enganar pela “esquerda” começam a saltar para fora do curral onde entraram de livre e espontânea vontade.

Com esta questão do aquecimento global passa-se o mesmo, é um enorme logro que fará com que muitas bestas “esquerdistas” acordem e comecem a pensar se não andarão a ser enganadas com o paleio ecologista, malthusiano e que servirá para justificar a engenharia demográfica, o aborto, a eutanásia, o infanticídio, o gayzismo e outras medidas de controle da natalidade.

VIVA SALAZAR!

Uma campanha muito original, sim senhor!
Henrique Sousa | 15/02/2009 | 11:08 am

PUBLICO.PT

PS – A Força da Mudança


Não, eu não quero com isso dizer que o Sócrates é parvo, antes pelo contrário. É o chico-mais-esperto que já tivemos no poder, neste faz-de-conta-que-é-uma-democracia. Aliás, entrámos definitivamente na era do faz-de-conta, desde o diz-que-é-uma-espécie-de-engenheiro ao Fripór-dá-cá-o-meu, desde a melhoria-do-sistema-de-ensino com passagens obrigatórias para os alunos e chumbos aos professores à perseguição das bruxas pela Bruxa da Educação, desde os empregos-a-dar-com-pau a uma crise-global-que-tudo-justifica, desde os fatos Armani e os carros topo de gama a um faz-de-conta-que-tiramos-aos-mais-ricos para acalmar as bestas, desde as promessas-de-não-subir-impostos a negócios-de-casas-com-offshores… enfim, se nos pusermos a desfiar o rosário não saímos do mesmo sítio.

Não, o Sócrates não é parvo, as bestas chifrudas que o elegem e reelegem é que gostam de ser enganadas, a besta nunca mais deixará de ser besta, “per omnia secula seculorum, Amen!”

Viva o BARRACABANA!

VIVA O ROBOTISMO!

VIVA O MANIFESTO

ROBOTISTA!

Download Manifesto Robotista Version Henrique Sousa


Governo «socialista» ajuda «batoteiros» em «crise»
Henrique Sousa | 05/12/2008 | 11:51 am

Um conjunto de pessoas com «fortuna» montou uma sociedade para gerir essa «fortuna». A sociedade, no intuito de fazer crescer a fortuna, meteu-se em negócios de alto risco e no jogo da bolsa. Tal e qual como se um grupo de pessoas tivesse confiado dinheiro a um batoteiro para este ir apostar num casino. Ora, acontece que a dita sociedade «jogou» mal e mandou a fortuna dos seus sócios para o maneta. Tal e qual como se o batoteiro tivesse perdido, no casino, todo o dinheiro que o grupo de pessoas lhe confiou. Acham legítimo que o Estado (todos nós) avalize um empréstimo ao batoteiro para ele repor aquilo que perdeu no casino?

Estou farto desta merda… Alguém me empresta uma Kalashnikov?

O nosso guia!
Henrique Sousa | 21/10/2008 | 9:45 pm

Viva Sócrates!

Portugal está a chegar ao fim da sua História?
Henrique Sousa | 13/09/2008 | 8:12 am

Pigs in the muck (2) « perspectivas

Quando um colunista inglês do Financial Times escreveu um artigo com o título “PIGS in the Muck” (porcos na pocilga), há quem tenha ficado ofendido com o escriba, mas as “damas ofendidas” não perceberam que é esse o estatuto que a União Europeia do Directório (desde o início) criou para alguns países ― nomeadamente para Portugal;

A pergunta em título alude a um artigo de Vasco Pulido Valente que poderá ler clicando na imagem a seguir. O artigo de Orlando Braga é muito mais elucidativo e mostra a razão do descalabro. Mas o artigo de VPV é do VPV e, como tal, tem mais audiência. Tanta que o artigo circula por email. Mas não deixa de ter razão. E, assim, parece que estamos condenados à escravatura e este abaixo-assinado de pouco serve.

Considerando (3)
Henrique Sousa | 09/09/2008 | 8:32 pm

A engenharia demográfica a que se devia dar mais atenção difere daquela usual em que se analisa o número de habitantes por grupo etário e se constroem gráficos que lembram figuras semelhantes a pirâmides, pinheiros ou outras árvores.

Considere-se uma sociedade em que os seus membros, num total de X, desempenham funções úteis ao funcionamento da comunidade. Foram identificadas N funções úteis nessa sociedade, sendo n1, n2, n3, etc. o número de pessoas que desempenha cada uma dessas N funções. Se a soma dos ni (i=1,2,…,N) não for igual ao número total de membros da sociedade, X, então esta sociedade contém elementos que não desempenham uma função útil e a que se pode dar o nome genérico de… “inúteis”.

Esta é a forma matemática rebuscada de explicitar o conceito de “exclusão social”. Os “inúteis” carregam quase sempre, com ou sem razão, o estigma da… descartabilidade, de serem pessoas sem lugar definido na sociedade (ou até na família), “inúteis” em suma. Mas nestes “inúteis” estão incluídos todos os que não têm uma função útil identificada e é por isso mesmo que se chamam “inúteis”. Mas a verdade é que tudo não passa de uma convenção, pois podemos perfeitamente atribuir funções úteis a todos eles…, ou eliminá-los! Veja-se o exemplo dos nossos animais de estimação, perfeitos “inúteis” mas ao mesmo tempo úteis pelo afecto que lhes dedicamos.

Mas uma coisa é gostar de cães e gatos e outra, muito diferente, de pessoas. Porque a maioria das pessoas são odiosas, agem de má-fé. Se um gato nos rouba a torta que pusemos a arrefecer na janela, ou leva com um sapato (se acertar) ou, na maioria das vezes, até achamos graça. Mas se for uma pessoa a roubar a mesma torta, chamamos logo a polícia. Porquê? Porque as pessoas agem de má-fé, e os gatos não.

Considere-se, por exemplo, os vadios e os pedintes. Têm alguma função útil? Nenhuma, nem conseguimos alterar essa realidade. Cadafalso com eles! Mas acompanhados, claro está, por todo o pessoal das organizações de apoio aos excluídos a quem davam ocupação. A seguir, os reformados. Que função útil têm na sociedade? Só estorvam! Logo, ou lhes arranjamos uma função (mas qual?), ou cadafalso com eles. Mas leve-se também para o cadafalso todos que realizam funções úteis à custa deles: serviços diversos, produtores de artigos vários, assistência social, cuidados de saúde, lares para idosos e etc.. Imigrantes, idem. Ciganos, ibidem. Criminosos, idem ibidem. O que esta sociedade precisa é de ser purgada, um clister valente para limpar os vermes e parasitas… E iam ver como isto ficava um paraíso!

E àqueles que sobrassem depois da limpeza, a esses deviam ser implantados chips na tola para não saírem da linha. Ah, que sociedade maravilhosa nos está reservada no futuro! Vamos ser todos idiotas chipados mas bem comportados, saudáveis, trabalhadores, com o tempo todo ocupado. Assim é que vale a pena viver. E no dia em que deixarmos de ser bastante úteis à sociedade? Aí podemos ainda ser úteis se convertidos em estrume altamente biológico.

Considerando (2)
Henrique Sousa | 04/09/2008 | 8:13 am

Pode haver ainda quem considere que não fui suficientemente explícito no que respeita à questão da crise que vivemos e que se sente na falta de empregos “normais” para os nossos jovens, do género render da guarda, pais professores dão filhos professores, pais vendedores de feira dão filhos vendedores de feira e a sociedade vai se mantendo mais ou menos estável.

O nosso Führer disse, e bem, referindo-se aos professores por exemplo, que o tempo das vacas gordas acabou – só ficou uma no ministério da educação. O governo não pode meter mais professores do que os que são necessários, tudo muito óbvio e certíssimo. Alternativas para os licenciados? Claro que há: call centers e supermercados. Bancário já só com o doutoramento, no tempo das vacas gordas o 5.º ano dos liceus era suficiente para um emprego no banco e muitos dos actuais professores não têm mais que um curso da Escola Técnica.

No caso dos que poderiam ser professores e ficam no desemprego, a culpa de quem é? A culpa é, em parte, deles próprios e já passo a explicar. Segundo os paleontólogos, quando os recursos rareavam em sociedades primitivas, a fertilidade aumentava. Parece que o raciocínio era o de que «quanto mais formos melhores chances temos de sobreviver, quer individualmente, quer enquanto espécie». Este raciocínio encontra-se hoje invertido na nossa sociedade. A grande maioria das pessoas, face às dificuldades da vida pensa e diz: «O quê? Com as coisas como estão, vou eu agora pôr os meus filhos neste mundo para virem sofrer? Era o que faltava! Que sofram os filhos dos outros. Eu só vou parir um e deixo-lhe já tudo meio-encaminhado, uma casa, mobílias, carro, e o meu emprego também». Mas muitos nem sequer um filho admitem ter. Já vivem tão mal, sem espaço para colocar o filho, sem dinheiro para a creche, sem tempo, sem condições nenhumas que a solução é mesmo abortar caso as coisas corram mal. O governo dá todo o apoio ainda por cima, já nem é crime, ficamos de consciência mais limpa do que depois da confissão do pecado ao padre. Qual quê? Até podemos passar a vedetas indo contar a nossa experiência na televisão em programas do tipo Fátimas Lopes/Manuéis Gouchas.

O que não pensámos, nem sequer pensamos ainda, porque besta é besta e não foi feita para pensar, é que em poucos anos iriam faltar crianças nas escolas /1/. Tal como já dissera anteriormente, os professores precisam de ignorantes a quem ensinar, os médicos precisam de doentes e os juristas precisam de bandidos, etc..

Os Sócrates (e a esquerda em peso) não têm culpa de não precisar de mais professores, mas têm culpa de promover o aborto, têm culpa por fazerem engenharia demográfica. Mas mais culpadas são as bestas, as bestas que não querem parir por medo.

———

/1/ Recomendo este artigo de Luís Filipe Malheiro.

Agora não se queixem…!!!
Henrique Sousa | 17/08/2008 | 1:25 pm

ECONOMIA – PUBLICO.PT

As Finanças suspeitam de que cerca de metade dos contribuintes que entregam declarações de IRS a dizer que vivem em união de facto têm domicílios fiscais diferentes dos supostos cônjuges.

Afinal o casamento tradicional sempre tinha algumas vantagens para o estado. Neste momento as pessoas declaram o que for melhor para efeitos fiscais. Se for melhor ser solteiro, as pessoas declaram-se solteiras; se for vantajoso viver em união de facto, vive-se em união de facto. Ninguém pode provar que duas pessoas adultas vivem maritalmente ou não, a não ser que se torne obrigatório haver video-vigilância nos lares… cala-te boca!

De facto, só uma besta quadrada é que se casa nos dias de hoje. Se já for casado, o melhor que faz é divorciar-se porque se um dos cônjuges perde o emprego, sempre pode pedir o Rendimento Mínimo Garantido ou o Rendimento Social de Inserção. Ao atacar o casamento tradicional, o Estado não se lembrou que ele também substituía a assistência social – na riqueza ou na pobreza, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, etc. -, o casamento dava a segurança que hoje o Estado vai ter que assumir por uma questão de coerência. De facto, se o Estado banaliza o casamento, é natural que as bestas procurem no Estado a segurança que o casamento dava. Assumam, ao menos, as consequências das merdas que fazem de ânimo leve, para agradar a fedelhos como os que integram a JS e que pretendem o casamento gay.

Bestas de todo o mundo! Divorciai-vos!

Destaco este comentário de zedeportugal:

“a não ser que se torne obrigatório haver video-vigilância nos lares…”

A preparação psicológica já está a ser feita, com aqueles programas televisivos do Big Brother e afins.
Para lá caminhamos: o cartãozinho de cidadão, inicialmente não contendo algumas informações sobre os titulares para não assustar a malta, mas com todas as potencialidades para o fazer a pouco e pouco, com as desculpas do simplex e da segurança contra os terroristas.
O Orwell só se enganou na data: não foi em 1984 mas será certamente em 2024. E já o é hoje – experimente o meu amigo a viajar para os States, que até a cor das cuecas eles saberão antes de lá chegar.
Quanto ao resto, tem toda a razão. O Estado socialista matou o matrimónio. Mas não só! Matou muitos outros valores seculares, como a honra e a honestidade, a confiança e a verdade, etc, etc.
É por isso, que Deus na sua grande sabedoria nos fez mortais: quando chegar esse mundo insuportável para nós, nós já cá não estaremos. E todos terão mais ou menos aquilo que esperam: os que acreditam em nada, vogarão no eterno nada, no esquecimento de si mesmos; os que crêem em Deus e na vida eterna, desfrutarão em contínuo êxtase da Sua radiosa presença por toda a eternidade.
Aqueles que usaram a sua vida para matar, roubar e destruir, bem, esses também terão o seu lugarzinho à espera na eternidade, no contínuo e infindável recordar de todo o sofrimento que provocaram.
Ah. E se a igreja católica lhe cair em cima, como diz a Ashera, não tem nada que temer. Só tem que temer quando for a sua conciência a cair-lhe em cima e mesmo para isso há remédio: o sincero arrependimento.


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