Posts tagged ‘Freeport’

Quando (I)
Henrique Sousa | 18/03/2010 | 8:17 am

Para a Sibéria com o gajo!

Quando se chega a este ponto de gozação em que até os profissionais cometem gafes destas, mais vale resignar ou venha de lá a necessária Ditadura para evitar situações como esta que colocam mal o Grande Líder.

Finalmente alguém faz alguma coisa!
Henrique Sousa | 08/03/2010 | 3:50 pm

A página com testemunhos sobre o programa Novas Oportunidades onde se inclui uma mensagem da atleta Vanessa Fernandes foi alterada por um ataque informático.

via Site das Novas Oportunidades atacado por hacker – Tecnologia – PUBLICO.PT.

A maior catástrofe em 100 anos no Continente
Henrique Sousa | 22/02/2010 | 10:04 pm

Planos de contingência
Henrique Sousa | 15/02/2010 | 10:59 pm

A DGS está a acompanhar as notícias sobre a morte de idosos associada ao frio, embora este organismo do Ministério da Saúde não disponha de dados sobre o número de idosos que já perderam a vida devido às baixas temperaturas.

via Frio: Portugal poderá adoptar plano de contingência – Portugal – DN.

Onda de calor, plano de contingência, mais uns tachinhos para alguns tios fazerem planos chapa-4 copiados da internet. Vem a gripe A, plano de contingência copiado na internet, mais uns cobres para os tios do costume. Onda de frio, plano de contingência, investigue-se também até que ponto a culpa não será do Homem que anda a dar cabo do Clima e do Planeta.

Desde pequeno que oiço aquele poema de Augusto Gil…

Batem leve, levemente,
como quem chama por mim…
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim…

Sempre nevou e há-de continuar a nevar entre nós, e nunca se fizeram planos de contingência contra a pobreza…

Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
de uns pezitos de criança…

Fazem-se, isso sim, muitos planos de incontinência, esbanjando dinheiro em megalomanias e tiocracias várias…

E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na natureza…
– e cai no meu coração.

Discurso Indirecto
Henrique Sousa | 13/02/2010 | 11:28 am

“Por isso, a desconsideração das regras sobre a forma ou, em rigor, dos procedimentos de realização e controlo tem consequências sobre a matéria”, escreveu o presidente do STJ.

via Presidente do Supremo: não há indícios contra Sócrates – Portugal – DN.

Pode ser que um jurista consiga ouvir estas coisas mas eu, que possuo formação na área científica, custa-me admitir que alguém possa proferir semelhantes atentados à lógica e ao senso comum que tenho praticado ao longo de uma já longa vida. Como compreendo agora o Orwell na sua profunda ironia, «a guerra é paz», «o preto é branco», «homossexual é normal», «a merda cheira bem», «indícios só o são quando provados», «Sócrates é inocente», etc..

O que o presidente do STJ escreveu equivale para mim a dizer que um balde de merda é coisa muito diferente de um alguidar de merda. A merda pode ser a mesma e cheirar ao mesmo, mas como uma tem a forma de balde e a outra tem a forma de alguidar, a merda do alguidar deixa de ser merda e passa a ser apenas um cocozinho inocente.

O SOL anda a estorricar o Sócrates
Henrique Sousa | 12/02/2010 | 11:34 pm

Clique para ampliar

Ana Gomes substitui “atrasado mental”
Henrique Sousa | 12/02/2010 | 5:25 pm

A eurodeputada socialista Ana Gomes alterou hoje o texto que escreveu na véspera no blogue Causa Nossa sobre o administrador da Portugal Telecom Rui Pedro Soares, substituindo a expressão “atrasado mental” por “fraquinho no discernimento”. No resto do texto mantiveram-se as críticas à actuação do homem que accionou a providência cautelar para impedir a divulgação das escutas do processo Face Oculta no semanário Sol.

via Escutas: Ana Gomes retira “atrasado mental” de blogue – Última Hora – Correio da Manhã.

Apelo do blogue «Do Portugal Profundo»
Henrique Sousa | 11/02/2010 | 10:19 pm

Como vencer a conspiração?

1. Publicar a edição do Sol, de amanhã, 12-2-2010, na sua integralidade.

2. Publicar de imediato toda a informação sobre a conspiração: texto, som e imagem.

3. Difundir a informação rapidamente pela torrente dos blogues e pela circulação dos mails.

4. Protestar pelos diversos meios tecnológicos possíveis no espaço público e junto das instituições democráticas restantes, nomeadamente a Presidência da República (já se sabe que não se pode contar com o Presidente da Assembleia da República)

5. Exigir a definição democrática dos partidos políticos e dos seus dirigentes: contra ou a favor do Estado de direito, contra ou a favor da liberdade de expressão, contra ou a favor da democracia.

6. Difundir a conspiração junto dos media estrangeiros e instituições internacionais.

7. Reclamar a demissão do primeiro-ministro e do procurador-geral da República.

via Do Portugal Profundo.

O Bullying
Henrique Sousa | 06/02/2010 | 12:56 pm

A tipificação de situações que não são novas mas que, face às actuais realidades sociais, adquirem contornos perversos, identifica aquilo a que se designa por bullying e que mais não é que o exercício de violência sobre certos indivíduos de um grupo. A violência pode ser gratuita e ter na sua base comportamentos menos aceites pelos que exercem a violência ou para eliminar pessoas que, pela sua postura íntegra, ponham em causa a legitimidade dos que exercem a violência.

Leymann (1990), através da sua investigação sustenta que o bullying apresenta diferentes fases no tempo, revelando cursos mais ou menos estereotipados:

1 – Incidentes críticos: Muitas vezes começando com um pequeno conflito que vai assumindo maior dimensão na escala de relacionamento negativo. Aqui ainda não temos o bullying propriamente dito, mas o início que se não for parado pode criar uma escalada de violência;
2  –  Mobbing  e  estigmatização: Ser  sujeito  a  comportamentos negativos diariamente ou num  longo período de  tempo,  transforma pequenas  tensões normais em situações de claro abuso, podendo desencadear estigma no contexto de trabalho. A intenção do grupo é de alguma forma “punir a pessoa” alvo do estigma através da manipulação agressiva;
3 – Gestão de Recursos Humanos: Quando a organização toma consciência do caso e decide actuar o caso passa a ser “oficial”. A maior parte das vezes a tendência é para culpar a vítima, já que a formação destes profissionais tem como filosofia “a resolução do problema”, como o estigma trouxe até à GRH a ideia que aquela pessoa é complicada a primeira reacção é “como é que nos vamos livrar deste pessoa/problema?!”. A partir desta fase a pessoa fica definitivamente “rotulada”, e é através dos erros de atribuição feitos pelos colegas e pelas chefias que o fenómeno é interpretado, atribuindo-se a situação às características individuais da vítima (problemática, incompetente, conflituosa, etc.), e não ao ambiente de trabalho;
4 – Diagnósticos incorrectos: Devido a má preparação profissional de médicos e psicólogos no que  respeita a esta realidade psicossocial, facilmente se diagnostica estas pessoas com entidades nosológicas do tipo “personalidade paranóico, desordem maníaco-depressiva”, o que em nada ajuda, quer ao retorno destas pessoas ao seu anterior posto de trabalho, quer a uma orientação vocacional que tenha as características organizacionais em consideração; e
5  – Expulsão: Normalmente a pessoa vítima de actos negativos por parte de pessoas ou organizações desenvolve patologias severas que a afastam do posto de trabalho, levando a que esta se demita ou que seja pela organização dispensada.
Texto respingado daqui
Nota posterior:
Qualquer coincidência com o caso Mário Crespo, é pura semelhança!
Vamos ver-nos gregos!
Henrique Sousa | 28/01/2010 | 2:24 pm

A vontade de Sócrates ser candidato presidencial, prolongando o despesismo eleitoral em vez de cortar a sério na despesa, está a levar o País para uma situação próxima da grega.

via Do Portugal Profundo.

A Máfia em acção!
Henrique Sousa | 21/01/2010 | 8:41 pm

A Comissão Europeia prolongou até “finais de Fevereiro” o prazo para o Governo português responder às questões levantadas sobre a adjudicação à JP Sá Couto do fornecimento dos computadores Magalhães.

via Bruxelas prolonga prazo para Governo explicar Magalhães – Tecnologia – PUBLICO.PT.

O Megalhões

Chama-se a isto, DEMAGOGIA PURA!
Henrique Sousa | 16/01/2010 | 7:41 pm

Nesta altura, e ao abrigo deste programa, estão a ser requalificadas “100 escolas, o que representa uma oferta de 10 mil empregos e envolve cerca de 2700 empresas”, especificou o primeiro-ministro. “Chamo a isto investimento público, modernizador e que combate a crise”, frisou o governante que defende que o sucesso de um país passa “pela aposta na Educação”.

via Sócrates sublinha “grandeza” do programa Parque Escolar – Educação – PUBLICO.PT.

Sim, Sr. Sócrates, os 10 mil empregos que proporciona aos miseráveis (por quanto tempo?) são motivo de orgulho para quem prometeu 150.000 empregos num país que já tem mais de 600.000 desempregados e o número não pára de aumentar. Você sabe que nada resolve para o povo com essas obras, que apenas os mesmos chulos de sempre se vão aproveitar e bem…

Pois, Sr. Pato Bravo, as obras neste Portugal são só obras de fachada, nenhuma escola nova se faz ou fará (elas até são para encerrar!), dá-se uma fachada nova às velhas, arrancam-se telhados e refazem-se para dar de ganhar aos «tios» e «primos» e colocam-se os alunos e professores em contentores manhosos sem condições nenhumas. E em breve V. Senhoria irá atacar os hospitais, depois os palácios e castelos e mosteiros que serão todos remodelados e os túmulos antigos serão substituídos por modernos hologramas, tal como os quadros de ardósia são substituídos por ecrãs digitais que nada acrescentam, antes pelo contrário.

Diga aos portugueses onde foi sacar o dinheiro que anda a enterrar em obras desnecessárias nas escolas boas. Sim, porque as escolas que realmente precisariam de obras, essas, tá quieto ó mocho!!!

A mesma clique ministerial
Henrique Sousa | 02/11/2009 | 10:35 pm
Recebido por email
Currículo oficial distribuído:
Ministra da Educação, Drª. Isabel Alçada (Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar) – 59 anos, escritora. Licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Mestre em Análise Social da Educação pela Universidade de Boston. Ex-administradora da Fundação de Serralves (2000-2004). Professora Adjunta da Escola Superior de Educação de Lisboa. Exerce actualmente funções como Comissária do Plano Nacional de Leitura.


A realidade:

A Sra. Dra. Isabel Alçada (que além de excelente escritora de livros – currículo profissional – tem a virtude de estar casada com Rui Vilar – currículo político), apresenta como currículo de governante o que está acima.

Cerca de 200 pessoas como ela, frequentaram nos idos dos anos 80’s (claro que diversos anos) um curso de Verão, de dois meses, na Universidade de Boston. Esses senhores, todos eles ligados às ESE’s (Escolas Superiores de Educação), voltaram para Portugal depois do estio, e como as ESE’s, em pleno desenvolvimento dessa fraude que foram e são os Institutos Politécnicos, precisavam de mestres para lhes atribuir a categoria de Professores Adjuntos (nos Inst. Polit. basta o mestrado para se atingir o topo da carreira – Prof. Coordenador), dirigiram-nos a algumas Universidade de província (Évora, Algarve, Minho e etc.) para aí obterem a equivalência dos cursos de Verão, de dois meses, da Universidade de Boston, a mestrados (grau académico do ensino universitário). A certa altura, creio que em 1987 ou 1988, o Ministro da Educação da altura (Roberto Carneiro?) pôs fim a isso. Entretanto, cerca de duas centenas de falsos mestres iniciavam as suas carreiras nos IP’s.

Foi o caso da dra. Isabel Alçada.

… e livrai-nos apenas do mal!
Henrique Sousa | 21/10/2009 | 10:17 am

O cargo que José Sócrates desempenha, o de primeiro-ministro, não pode estar sujeito a este estigma público e não pode estar diminuído na sua eficácia governativa por esse motivo. Mais ainda, é o prestígio internacional do Estado português que é afectado por esse estigma e pela investigação policial britânica e investigação judicial portuguesa. Esses motivos – o estigma sobre o cargo, a diminuição da eficácia do cargo e o desprestígio internacional do Estado – fundamentam que José Sócrates se demita e, caso não o faça, as oposições levantem, com base nesses motivos, a necessidade da sua demissão. Esta conclusão não se baseia neste fax, nem em nenhum documento ou imputação em especial, baseia-se na acumulação terrível de informações públicas sobre o caso Freeport.

O Estado não pode estar sujeito a esse estigma. O povo português tem o direito de se ver livre do estigma do Freeport. Da palavra «Freeport» dispensamos o «port» e do seu logótipo apenas pretendemos a ave. Só queremos ser livres.

via Do Portugal Profundo.

Em defesa da liberdade de opinião
Henrique Sousa | 21/10/2009 | 7:40 am

Depois de ter perdido à primeira, com o arquivamento pelo Ministério Público, José Sócrates voltou a carregar sobre João Miguel Tavares, colunista do DN. Mas não teve sorte. Um juiz do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa (TIC) considerou que o artigo “José Sócrates, o Cristo da política portuguesa”, apesar de ser uma crítica negativa, traduziu uma “manifestação legítima de uma opinião”. Considerando o processo como arquivado.

via José Sócrates volta a perder em tribunal « Catarse.

Aldraba-se a besta à vontade dos mainstreams
Henrique Sousa | 16/10/2009 | 7:29 pm

Só assim se compreende como o partido socialista de José Sócrates tenha conseguido, apesar de tudo, ter 36% dos votos expressos nas eleições legislativas. O escândalo da licenciatura de José Sócrates, tratando-se de uma verdade de facto, foi transformada pela classe política em bloco em simples opinião de meia-dúzia de “fanáticos antipolíticos”. O encerramento do Jornal de Sexta na TVI foi assunto incontornável de comentário da classe política, mas rapidamente se transformou em um assunto a evitar e foi “esquecido” pelos líderes políticos; mais uma vez, a verdade de facto foi desvalorizada ou escamoteada aos portugueses. O caso Freeport, que sabemos ter atingido ― pelo menos ― colaboradores directos de José Sócrates e mesmo familiares deste, nem sequer foi abordado nas diversas campanhas eleitorais. Temos aqui três verdades de facto que ou foram votadas ao esquecimento ou transformadas em simples opiniões políticas.

via O regime está podre: nada é credível, tudo é virtual « perspectivas.

O realce a negrito é meu.

Parece que esses 36% que votaram Sócrates não se importam de ser governados por gente mentirosa, ditadora e corrupta.

Adivinha, adivinha…
Henrique Sousa | 13/10/2009 | 4:57 pm

Porque é que o Sócrates passou a andar de muletas em 2006?

 

coxo

 

Resposta: Porque mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo!

Pode algum português votar no PS?
Henrique Sousa | 27/09/2009 | 10:13 am

Diz-se por aí que o Sócrates goza de mais popularidade que a Manuela Ferreira Leite.

Pudera, com tanto escândalo que ele tem criado! A popularidade não é sinónimo de apoio, o Isaltino Morais, a Fátima Felgueiras, o Valentim Loureiro são igualmente populares. O Bibi, o Carlos Cruz, o Paulo Pedroso e outros que tais também são populares. Napoleão e Hitler também foram e continuam a ser populares, mais depressa a gente se lembra de quem nos fez mal do que de quem foi justo ou bom.

Actualização:

PS, um partido traidor. Eu sou um nacionalista serôdio e bacoco.

Espanha, JAMÉ!

Oiçam o socialista Luís Amado o que diz aqui:

Prioridade: reduzir o défice à custa das reformas
Henrique Sousa | 21/09/2009 | 7:33 am

BBC NEWS | Europe | Country profiles | Country profile: Portugal

Prime minister: Jose Socrates

Victory in February 2005 elections went to the Socialist Party led by Jose Socrates. The Socialists gained their first absolute majority in parliament since democracy returned to Portugal in 1974.

PM Jose Socrates

Jose Socrates: His Socialist Party regained power in 2005

On taking office, Mr Socrates said his priority would be to revive the economy – which has been near the bottom of the European league tables for years – and to stem rising unemployment.

His government has since sharply cut spending, by reducing pensions, raising the retirement age and withdrawing civil service benefits in an attempt to reduce one of Europe’s biggest budget deficits.

The reforms – which some claim are destroying social rights – have prompted repeated protests mostly among public sector workers.

Mr Socrates was 47 when the elections took place. He served as environment minister in the last Socialist government and became the party’s leader in 2004.

President Sampaio had called the elections early amidst growing discontent over the failure of the previous centre-right government led by Pedro Santana Lopes to tackle the country’s mounting economic problems.

Grande obra fez o governo de José Sócrates. Colocou as contas em dia à custa dos pensionistas, à custa da congelação de salários aos funcionários, à custa de um enorme favor aos chineses e à economia global, transformou Portugal numa Nova China de salários miseráveis e contribuiu deste modo para a crise mundial que mais não é que uma crise de falta de dinheiro em circulação. As pessoas não têm dinheiro, estão depauperadas. E o Sócrates ajudou bastante.

Passatempo eleitoral
Henrique Sousa | 19/09/2009 | 9:32 am

descubra

Actualização:

Exemplo de diferença: o pescador inferior não é fumador.

Mais uma:

O pescador superior não é mentiroso.

A MARIA DA FONTE !
Henrique Sousa | 29/08/2009 | 12:19 am

Sócrates vai ficar de fora da acusação do caso Freeport – Portugal – DN

O primeiro-ministro, José Sócrates, não fará parte do processo Freeport como arguido, adiantou ao DN uma fonte do Departamento Central de Investigação e Acção Penal. A investigação está praticamente concluída. Os procuradores apenas aguardam dados pedidos à polícia inglesa para fechar o processo. “Só se nestes elementos surgirem factos novos é que o processo prossegue. Até agora não há nenhum indício contra o primeiro-ministro”, assegurou a mesma fonte contactada pelo DN.

Quem é a maria da fonte? Se não sabe, veja aqui.

A Guerra acabou, idem para o Freeport.
Henrique Sousa | 09/08/2009 | 11:39 am

Correio da Manhã

Carlos Guerra mantém-se arguido no âmbito do processo Freeport. O ex-presidente do Instituto de Conservação da Natureza vai ser chamado de novo pelo juiz Carlos Alexandre, porque houve um erro de transcrição quando foi constituído arguido: Carlos Guerra deveria ter ficado arguido devido a acto de corrupção por acto ilícito, mas na transcrição não ficou o acto ilícito.

 

Portel04.Raul Solnado

A última notícia saída sobre o Freeport é de 19 de Julho, quase há um mês. E assim vamo-nos esquecendo do caso e vão nos habituando a aceitar os caprichos dos que detêm o poder.

O «sketch» de Raul Solnado sobre a Guerra de 1908 poderia ser transposto para o Freeport 2005 a 2009 e seguintes. Por vezes é uma sorte partir para o outro mundo! Descansa em paz, Raul! Tu, sim, foste e continuarás a ser grande!

We can believe in change
Henrique Sousa | 07/08/2009 | 9:40 pm

changeImagem respingada aqui.

O BIBI do caso Freeport
Henrique Sousa | 01/06/2009 | 9:30 am

bibi

Calinada em PÚBLICO?
Henrique Sousa | 01/06/2009 | 9:15 am

PUBLICO.PT – Sócrates acusa direita de ser “retrógada”, estar “sem ideias” e “sem liderança”

O secretário-geral do PS referiu-se ontem à noite implicitamente ao comício de Barcelos do PSD, na quinta-feira à noite, dizendo que compreende as dificuldades de mobilização da direita por ser “retrógada”, estar “sem ideias” e “sem liderança” política.

Ou o Sr. Primeiro-Ministro é uma besta quadrada (olha a novidade!), ou já se fazem sentir os efeitos da bandalheira instaurada no Ensino, conjugados com o nepotismo que grassa nos meios que detêm o poder de dar empregos à “sobrinhagem”. Se o erro foi do jornalista, ele pode sempre dizer que colocou a palavra ‘retrógada’ entre aspas.

Passemos à “acusação” do Sr. Sócrates à direita, e vamos supor que ele quis dizer retrágrada, perdão, retrógadra, …, chiça, vão todos à bardamerda! Como é que o Sr. Sócrates pode saber que a direita é aquilo que ele não sabe o que é?

Viva a free-tadura do endiabrado!
Henrique Sousa | 28/05/2009 | 1:15 pm

PUBLICO.PT – ERC condena TVI por “desrespeito de normas ético-legais” no Jornal da Noite de sexta-feira

A TVI, mais concretamente algumas das suas emissões do Jornal da Noite de sexta-feira, foi condenada pelo Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social por “desrespeito de normas ético-legais aplicáveis à actividade jornalística”.

A deliberação divulgada hoje toma posição sobre um conjunto de queixas apresentadas contra aquele canal de televisão, em concreto contra o jornal televisivo semanal que Manuela Moura Guedes apresenta à sexta-feira.

Mário Crespo!
Henrique Sousa | 25/05/2009 | 1:48 pm

O Desordenado

António Marinho Pinto está para o PS de Sócrates como o estão Vitalino Canas, Augusto Santos Silva ou Pedro Silva Pereira. É um indefectível. Tal como Sócrates, Marinho Pinto vê em tudo o que o prejudica uma urdidura de travestis do trabalho informativo. Tal como Sócrates, o Bastonário dos Advogados vê insultos nos factos com que é confrontado. E reage em disparatado ultraje e descontrolo, indigno de quem tem funções públicas. Marinho Pinto na TVI foi tão sectário como Vitalino Canas ou Santos Silva e conseguiu o prodígio de ser mais grosseiro numa entrevista do que Sócrates foi na RTP e Pedro Silva Pereira na SIC. É obra. Marinho Pinto não tem atenuantes. Não trabalhou no Ministério do Ambiente de Sócrates e, que se saiba, não faz parte do seu núcleo duro. É pois de supor que não esteja vinculado ao voto de obediência cega que tem levado os mais próximos de Sócrates à defesa do indefensável, à justificação do injustificável e a encontrar razão no irracional. Não tendo atenuantes, Marinho Pinto tem agravantes. O Estado de direito delegou na Ordem dos Advogados importantes competências reguladoras de um exercício fundamental para a sociedade. O Bastonário tem que as exercer garantindo uma série de valores que lhe foram confiados pelos seus pares. O comportamento público do Bastonário sugere que ele está a cumprir uma bizarra agenda pessoal com um registo de regularidade na defesa apaixonada de José Sócrates e do PS. O que provavelmente provocou em Marinho Pinto o seu lamentável paroxismo esbracejante em directo foi a dura comparação entre as suas denúncias sobre crimes de advogados e os denunciantes do Freeport. Se a denúncia de irregularidades na administração de bens públicos é um dever, a atoarda não concretizada é indigna. O que o Bastonário da Ordem dos Advogados disse sobre o envolvimento dos seus pares nos crimes dos seus constituintes é o equivalente aos desabafos ébrios tipo: “são todos uns ladrões” ou “carrada de gatunos”. Elaborações interessantes e de bom-tom, se proferidas meio deitado num balcão de mármore entre torresmos e copos de três. Presumo que a Ordem dos Advogados não seja isso. Nem sirva de câmara de eco às teorias esotéricas do Bastonário de que a Casa Pia foi uma Cabala para decapitar o PS ou que o Freeport é uma urdidura politico-judicial-jornalistica. Se num caso, um asilo do Estado com crianças abusadas fala por si, no outro, um mega centro comercial paredes-meias com a Rede Natura, tem uma sonoridade tão estridente como o grito de flamingos desalojados. A imagem que deu na TVI foi de um homem vítima de si próprio, dos seus excessos, do seu voluntarismo, das suas inseguranças e das suas incompetências. Marinho Pinto tentou mostrar que era o carrasco do mensageiro que tão más notícias tem trazido a José Sócrates. Fê-lo vociferando uma caterva de insultos como se tivesse a procuração bastante passada pelo Primeiro Ministro para desencorajar e punir este jornalismo de pesquisa e denúncia que tantas e embaraçosas vezes tem andado à frente do inquérito judicial. E a verdade é que sem o jornalismo da TVI não havia “caso Freeport” e acabar com Manuela Moura Guedes não o vai fazer desaparecer.

In DN, Mário Crespo

Desktop, laptop, freetop, free Eurojust
Henrique Sousa | 22/05/2009 | 1:17 pm

PUBLICO.PT – Governo nega ajustes directos do Estado para adquirir o Magalhães

O secretário de Estado adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, desmentiu que a União Europeia tenha condenado Portugal com base em acusações de ajuste directo para aquisição de computadores Magalhães.

Esta notícia do Público, ao contrário do que esclarece o título, significa:
O Secretário de Estado…, Paulo Campos, não desmentiu que Portugal tenha feito ajuste directo para a aquisição de computadores Magalhães, mas ainda não foi condenado pela União Europeia com base nas acusações feitas.

Perguntas de besta
Henrique Sousa | 18/05/2009 | 8:24 am

Correio da Manhã

A família de Hugo Monteiro garante que a viagem para a China foi preparada cerca de três meses antes do caso Freeport ter voltado a ‘rebentar’. “O Hugo não fugiu nem foi agora encontrado”, disse ao CM Nuno Monteiro, irmão de Hugo, ambos primos de José Sócrates.

Eu sei que a viagem do Huguinho já estava preparada há muito tempo, e nada tem a ver com o caso do Freeport, nem se trata de proteger o primito. Mas as perguntas que tenho a fazer são:

Dada a gravidade do assunto, uma viagem de capricho não podia esperar ou ser imediatamente interrompida para não atrasar ainda mais o processo? Depois prescreve tudo? Depois já as eleições passaram? Depois ou morre o rei ou morre o burro ou morro eu?

Mais uma cabeça que rola!
Henrique Sousa | 16/05/2009 | 8:24 pm

Cândida Almeida evita “juízos” sobre Lopes da Mota – RTP Notícias

Com base nas conclusões de um inquérito desencadeado pelo Conselho Superior do Ministério Público, Pinto Monteiro decidiu, na passada terça-feira, abrir um processo disciplinar contra José Luís Lopes da Mota, sobre quem recaem suspeitas de pressões junto dos procuradores Paes de Faria e Vítor Magalhães, que têm em mãos a investigação do processo de licenciamento do complexo comercial Freeport, em Alcochete.

O primo foi para o maneta…, agora é o amigalhaço a quem ele terá pedido para mexer os cordelinhos…, sim, porque razão alguém se mete numa alhada destas sem necessidade? Ora, se o Sr. Sócrates é inocente para quê fazer pressões? Esse Mota será masoquista? Só pode…


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