Posts tagged ‘Fome causada por biocombustíveis’

A MENTIRA CONTINUA!
Henrique Sousa | 24/03/2010 | 11:07 pm

Apagar as luzes por uma hora – a Hora do Planeta – é não só contribuir para a preservação do nosso Planeta, como fazer parte da maior plataforma voluntária de cidadãos contra as alterações climáticas

via Junte se à Hora do Planeta! – Visao.pt.

Não é por isso que as águas das barragens já não correm para o mar. O CO2 é um gás benéfico ao PLANETA, isto é, aos seres vivos que nele habitam. Quanto mais CO2 houver na atmosfera, menos fome sofrerão os animais porque haverá mais plantas. Mas os «tios» que mandam no PLANETA não querem abundância na Terra, porque abundância significa menos negócios. Comida abundante? Credo! Os «tios» até mandam pescar menos para que o preço não desça! Isto, em época de penúria, devia ser considerado crime contra a humanidade.

Adiante! Nesse dia e nessa hora, vou tomar nota, vou acender todas as luzes que tenho em casa e as quatro bocas do fogão vão libertar CO2 q.b. e vou colocar o fogareiro na varanda e queimar tanto carvão que os vizinhos até vão estranhar porque nunca usei carvão antes. Mas é só para chatear os econazis!

ACABEM,  DE UMA VEZ POR TODAS, COM ESTA

PALHAÇADA CLIMÁTICA.

O PLANETA AGRADECE!

Quando (III)
Henrique Sousa | 20/03/2010 | 2:51 pm

País miserável!

Quando a miséria é tanta que muitas pessoas só mandam os filhos para a escola quando têm subsídio de alimentação e transporte para eles, não estamos decerto a falar de um país europeu com mil anos de existência. Estamos a falar possivelmente de algum país ao sul do Magrebe.

Preparação caseira de biodiesel
Henrique Sousa | 07/03/2010 | 11:14 pm

Petróleo e biocombustíveis
Henrique Sousa | 27/01/2010 | 2:14 pm

A possibilidade de converter substâncias orgânicas em combustíveis como o álcool ou o biodiesel é conhecida há bastante tempo. O Brasil usa o álcool como combustível há muitos anos e fá-lo por razões económicas.

Quando, pressionados pela subida do preço do petróleo se começou por cá a ponderar a utilização de biocombustíveis, coisa que sempre achei bem, levantaram-se logo os pseudo-ecologistas-humanistas a dizer que a utilização dos biocombustíveis iria fazer subir o preço dos cereais e faria alastrar ainda mais a fome nos países pobres. Falso! E já vos digo porquê, com base na minha experiência prática:

De facto, resolvi testar até que ponto é fácil fazer biodiesel a partir de óleo vegetal novo. Fui à procura do óleo mais barato e encontrei a 85 cêntimos por litro. Nesse momento pensei: «obviamente que o preço do óleo tem que estar indexado ao preço do gasóleo porque são equivalentes em termos energéticos». Portanto, se o petróleo subir, sobe o preço do óleo e vice-versa. Isto é, se  subir o preço do óleo (devido a escassez, aumento de procura, etc..) os países produtores de petróleo poderão também subir o preço do petróleo pois não haverá alternativa mais barata e estão no seu direito. Para contrabalançar, temos que produzir mais óleo e fazer baixar o seu preço, assim os produtores de petróleo serão «obrigados» a baixar o preço porque senão passamos a substituir por biodiesel. Por outro lado, se o preço do petróleo subir, os produtores de óleo poderão também subir o preço e fá-lo-ão desde que haja procura.

Em resumo, não se pode escamotear (como gostariam os pseudo) o facto de o petróleo ser equivalente energeticamente ao óleo ou álcool, a fome no mundo nada tem a ver com os biocombustíveis. Ou melhor, terá a ver com a fome de energia no mundo…

Sendo indiferente usar biodiesel ou petróleo, por razões benéficas à economia nacional seria de ir substituindo o petróleo pelos biocombustíveis.

A produção do biodiesel a partir de óleos novos é bastante simples e espero em breve apresentar aqui um video acerca da sua preparação caseira.


Abaixo a humanidade em PDF
Henrique Sousa | 18/01/2010 | 7:08 pm


Adivinha, adivinha…
Henrique Sousa | 13/10/2009 | 4:57 pm

Porque é que o Sócrates passou a andar de muletas em 2006?

 

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Resposta: Porque mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo!

Energia eólica, Porto Santo, 1982-1986
Henrique Sousa | 11/10/2009 | 6:39 pm

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Quando, em 1982, fui requisitado pelo Governo Regional da Madeira para chefiar a Divisão de Energias Renováveis (DER) do então embrionário Laboratório Regional de Engenharia Civil,  uma das primeiras coisas que realizei foi  um programa de medição do vento na região, com início na Ilha do Porto Santo, e com vista ao aproveitamento da energia eólica. Cuidei pessoalmente, e com a colaboração dos elementos do quadro da DER, de todos os detalhes, do projecto à execução e montagem de equipamentos  em diversos locais previamente escolhidos. Trabalhei com serralheiros e pedreiros, desloquei-me aos locais, orientei e ajudei a montar. Estudei acerca do vento, aprendi com meteorologistas do INMG a ler os registos e a transpô-los para os mapas de registo. O programa de medição do vento no Porto Santo foi um sucesso, a recolha de dados foi quase a 100% e cobriu todo o ano de 1982. Uma orientação preciosa para o programa de medição do vento veio do Eng.º Humberto Fonseca do INMG  que sempre foi um adepto fervoroso da energia eólica, mas que faleceu antes de ver o resultado do nosso esforço.

Detailed specification for a Pilot Wind Power Scheme on Porto Santo - Dec. 1983

Detailed specification for a Pilot Wind Power Scheme on Porto Santo - Dec. 1983

Em 1983 o Governo Regional da Madeira contratou, sob proposta da DER, a firma britânica ERA Technology para levar a cabo estudos suplementares do vento (turbulência e determinação do perfil em altitude), bem como um estudo de viabilidade económica para um projecto piloto de energia eólica no Porto Santo baseado nos dados de vento do programa de medição efectuado.

O resultado desse estudo, em que o trabalho de campo foi de novo feito pela DER, foi a escolha do local do projecto piloto, Cabeço do Carvalho, Porto Santo. Este estudo, pioneiríssimo em Portugal, foi apresentado ao público em 1984. Não tenho registo da data exacta, mas deve ter sido ainda durante o primeiro trimestre desse ano porque o estudo da ERA tem data de Dezembro de 1983.

O «estado da arte» da energia eólica nessa altura era de máquinas com potências da ordem das poucas dezenas de kW, 30, 40, 50, sendo as de 55 kW as de topo de gama.

O governo alemão tomou conhecimento do estado de avanço do projecto do Porto Santo e dos estudos levados a cabo que apontavam para a instalação de máquinas dinamarquesas até 55 kW de potência nominal. Estava a DER a tratar já do projecto de instalação do parque eólico, que iria possivelmente ser posto a concurso, quando  é surpreendida pela oferta alemã de 8 aerogeradores da firma MAN de 30 kW cada.

O parque foi entregue para exploração à Empresa de Electricidade da Madeira, e ficou provada assim a viabilidade da utilização industrial da energia eólica em Portugal.

Porém, e apesar deste esforço pioneiro, a evolução que tiveram as energias renováveis no país foi uma desgraça. Portugal devia e podia ter acordado muito mais cedo. Quando o fez já foi tarde e não restou outra alternativa senão importar tecnologia estrangeira. Aliás é disso que a máfia local gosta, o que é que importa se o Zé tem que pagar a energia mais cara do mundo?

Hoje continuo a vislumbrar outras possibilidades tão promissoras como o vento foi outrora, mas sei que só daqui por alguns anos é que os espertos do costume se valerão das minhas ideias para fazer dinheiro, tal como fizeram com o vento.

Sei também que os espertos do costume vêm cá bisbilhotar ao blogue a ver se aprendem mais alguma coisa. Por exemplo, a ideia dos painéis fotovoltaicos nas casas que a EDP apadrinha é da minha autoria mas foi adulterada e desvirtuada.

Salve-se quem puder! Eu já não posso… mais!
Henrique Sousa | 29/08/2009 | 9:50 pm

PUBLICO.PT – Alterações climáticas afectam agricultura no Nepal

As alterações climáticas estão já a afectar a produção de cereais no Nepal, empurrando centenas de agricultores para uma situação de endividamento, alertou hoje um relatório da organização Oxfam.

É o início da ansiosamente esperada catástrofe mundial, as alterações climáticas não tardam aí, isto é, creio que hoje foi um dia muito mais quente que o mesmo dia do ano passado em Leiria, vem aí uma seca que vai trazer consigo a fome e a devastação, ainda mais do que as que a crise financeira já trouxe. Vamos ter que somar os efeitos da crise com os do aquecimento global, perdão, alterações climáticas e com outros efeitos como o das eleições em que os partidos vão gastar quase 100 MILHÕES para espalhar cartazes por todas as rotundas e elas são mais que as mães, e foi a construção de rotundas, algumas no deserto da margem Sul, que fez disparar os custos das eleições. É claro que esse gasto vai permitir tirar alguns afilhados da miséria, muitas pseudo-firmas se terão constituído para chular esse dinheiro, isto não tem cura afinal…

Há 58 anos atrás, em Cabo Verde, onde nasci, grassava uma fome, uma das últimas grandes fomes de que há notícia nesse território ao sul do Sara. O aquecimento global já tinha começado a fazer-se sentir por essa altura e lembro-me que se dizia que era o deserto do Sara que estava a crescer para Sul por causa da progressiva «desertificação», afectando também aquelas ilhas. Não sabiam era muito bem as razões da desertificação, mas hoje já sabemos: As Alterações Climáticas.

Ao Sul do Sara as populações têm vindo a ser escorreçadas pelo aquecimento global, perdão, alterações climáticas, e isto há muitos anos já. Mas também nessa altura havia os cépticos, aqueles que achavam que a fome era cíclica e iam buscar registos escritos de testemunhos sobre fomes anteriores, em que teriam morrido pessoas aos milhares naquelas pobres ilhas.

As Alterações Climáticas são um perigo real e não são afinal assim tão recentes como isso, e devemos estar é agradecidos ao Sr. Al Gore por ter descoberto esse fenómeno ao qual se dava tão pouca importância, mas que tem, desde sempre, estado presente na Terra. Pensa-se mesmo que os dinossauros terão desaparecido por causa de uma alteração climática, e hoje ainda se encontram restos de ossos que ficaram como prova de que eles morreram todos assados e por causa do aquecimento global, perdão, das alterações climáticas. Também as épocas glaciares se ficaram a dever às alterações climáticas, e depois houve também inundações. Acerca destas inundações fala-se em muitas culturas e em várias partes do mundo. Nós temos relatos acerca de uma inundação que houve e que obrigou um tal de Noé a construir uma arca, uma enorme barca onde colocou um casal de cada espécie animal porque o Noé não era especista, isso é coisa dos nossos dias, ao fim e ao cabo andamos a regredir em vez de avançar em termos morais.

Ajudem os ursos globais!
Henrique Sousa | 15/08/2009 | 11:12 am

Futuro em chamas

Um novo relatório lançado pelo Greenpeace na Espanha lista como o aquecimento global já está provocando  um aumento na intensidade e propagação de incêndios florestais nos países do Mediterrâneo e no Sul da Europa.

A região do Mediterrâneo foi identificada pelo Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (IPCC) como um dos locais mais vulneráveis aos impactos das mudanças climáticas. Os incêndios dos últimos anos incluem uma onda de calor que atingiu toda a Europa em 2003 e causou fortes incêndios em Portugal, no sul da França e na Itália; em 2007 os incêndios inavadiram Tenerife e Grécia; já em 2009, os  incêndios mais fortes aconteceram na Espanha.

“Esse ciclo vicioso entre o aumento da temperatura e uma maior quantidade de incêndios nas florestas é uma evidência de que as mudanças climáticas são um fator chave na propagação desses incêndios, que por sua vez emitem mais gases e agravam o aquecimento global”, disse Christoph Thies do Greenpeace Internacional. “Líderes mundiais não podem deixar o planeta queimar e para impedir isso, devem colocar dinheiro sobre a mesa principalmente para combater  o desmatamento. Se eles falharem , irão deixar nosso futuro virar cinzas”, comenta.

Greenpeace acredita que na Convenção de Clima a ser realizada em Copenhague em dezembro,  os líderes  devem assumir um corte de 40% nas emissões até 2020 e que os países desenvolvidos invistam USD $ 140 bilhões por ano para ajudar países em desenvolvimento a migrarem para uma economia de baixas emissões de carbono, combater o desmatamento e investir em ações para se adaptar aos impactos das mudanças do clima.

ursinhoNo link do Greenpeace referem um relatório cujo link vai dar a nenhures. Este artigo é alarmista mas felizmente chega-se ao fim e vemos que é só uma questão de pretenderem mais dinheiro para que os países subdesenvolvidos permaneçam subdesenvolvidos porque devem adoptar uma política de não emissão de GASES, ou seja os pobres brasileiros vão deixar, por exemplo, de poder comer feijão porque o feijão faz muitos gases.

Também é um artigo que deve ser lido em todas as escolas porque é altamente didáctico, contém ensinamentos valiosos, por exemplo que Canárias, Tenerife, fica no Sul da Europa e não em África como se poderia pensar olhando para o mapa mundi. Deve ser por causa da inclinação do eixo da Terra que o aquecimento global anda a influenciar. A Terra já se encontra quase deitada, porque devido ao aquecimento global, perdão, às alterações climáticas, a Terra ficou cansada e qualquer dia a Terra passa a ser toda um grande Alentejo, onde todos estão cansados de tanta estupidez e hipocrisia em torno deste assunto.

Eu antes prefiro ir ao pólo Norte salvar os ursinhos polares, ando a fazer uma campanha de apoio ao urso polar, olhem só para esse ursinho da fotografia e digam lá se não têm pena de um animal desses ao sabor do aquecimento global. Esse ursinho que vêm na fotografia é filho de uma ursa que morreu logo a seguir a ter parido, vítima do aquecimento global, perdão, das alterações climáticas. A ursa teve uma indigestão porque em vez de comer salmão, comeu sardinhas grelhadas com pimentos próprio de climas mais quentes e as sardinhas tinham ficado alguns dias fora do frigorífico e estavam estragadas. Podem querer saber como é que foram lá parar as sardinhas e a história começa com uma viagem do Greenpeace ao pólo Norte em que estava um português, bem o resto já podem imaginar… É sempre o tuga o culpado, se não for o tuga é o espanhol ou o grego, os mediterrânicos são muito atrasados devido ao aquecimento global, basta olhar para o alentejano…

Tenho dito, por hoje!

SALVEM O URSO GLOBAL!

VIVA O AQUECIMENTO POLAR…!!!

UPS! SERÁ QUE TROQUEI ALGUMA COISA?

GEE é o nome do perigoso CO2
Henrique Sousa | 12/08/2009 | 5:36 pm

PUBLICO.PT – Países ricos propõem redução de 15 a 21 por cento do CO2 até 2020

Os países industrializados estão disponíveis para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa GEE entre 15 e 21 por cento até 2020, informou hoje a ONU na conferência climática a decorrer em Bona até sexta-feira. Mas a meta está longe dos 25 e os 40 por cento defendidos por cientistas. No total, o combate às alterações climáticas deverá custar 300 mil milhões de dólares 212 mil milhões de euros por ano.

wwf_aquecimento_globalEu desafio os merdia para um debate blogosférico acerca da questão CO2/GEE/Aquecimento Global/Alterações climáticas ou o que quiserem. É tudo falso, é tudo uma invenção para manter os países pobres na pobreza e controlar o número de bestas em circulação no mundo. A maior parte da classe merdia, a que eu também pertenço, também acredita nesse conto da carochina que foi muito bem vendido com conferências internacionais (Rio, Kyoto, etc.), com organizações altamente «credíveis» como a ONU, o IPCC, etc.. Até mesmo o Comité Nobel foi «tocado» pela ideologia eco-fascistóide e pela nova teoria da salvação da humanidade, perdão, do planeta!!!!

SALVEM O PLANETA!!!

MATEM O HOMEM!!!

Actualização:

Coloquei mais um comentário no Público que ainda não está visível (23:05 de 12-08-09). Já fiz aqui no meu blog mais um post-resposta ao comentário de um ST-PT que me chamou «esperto».

Olha a crise!
Henrique Sousa | 14/05/2009 | 7:49 am

No jornal Público, encontrei esta receita destinada a fazer face à crise:

Peso & Medida

Perna de peru no forno com citrinos

Ingredientes (4 doses)

1 perna de peru pequena
2 laranjas
2 limões
Salsa q. b.
1 colher chá de pimentão doce
2 colheres sopa de azeite
3 dentes de alho
1 colher chá de sal
Pimenta q. b.

A mesma receita mas sem crise seria assim:

Perna de peru no forno com citrinos

Ingredientes (2 doses)

1 perna de peru grande
2 laranjas
2 limões
Salsa q. b.
1 colher (chá) de pimentão doce
2 colheres (sopa) de azeite
3 dentes de alho
1 colher (chá) de sal
Pimenta q. b.

Bom apetite, com ou sem crise!

Agora a sério, para enfrentar a crise:

Visite Anatel.info

Impõe-se tomar medidas, quanto antes melhor!
Henrique Sousa | 18/04/2009 | 8:34 am

PUBLICO.PT – Agência ambiental dos EUA considera gases com efeito de estufa poluentes

«A Agência de Protecção Ambiental dos Estados Unidos EPA concluiu que as emissões de dióxido de carbono e cinco outros gases com efeito de estufa são “um perigo para saúde e bem-estar públicos das actuais e futuras gerações”. Este é primeiro passo para os EUA começarem a regulamentar estas emissões, considerando os gases poluentes relacionados com as alterações climáticas.

Este tipo de regulamentação teria implicações importantes a nível global, e não apenas nos EUA, salienta a agência AP: a exigência de que os veículos em circulação nos EUA tenham emissões mais reduzidas, ou de as centrais eléctricas ou outras indústrias terem de tomar medidas para cortar nas emissões de dióxido de carbono repercutir-se-ia em todo o mundo.

Os outros cinco gases com responsabilidades no aumento do efeito de estufa natural são o metano, óxido nitroso, hidrofluorcarbonetos, perflurocarbonetos e hexafluoreto de enxofre.

“Os altos níveis de concentração atmosférica [dos gases com efeito de estufa] são, sem qualquer ambiguidade, o resultado da actividade humana e, muito provavelmente, são a causa do aumento das temperaturas médias e outras alterações climáticas”, diz o comunicado da agência ambiental, divulgado no site http://www.epa.gov.

A elaboração de regulamentação para limitar as emissões de gases com efeito de estufa não é um processo automático: durante os próximos 60 dias, esta conclusão da EPA está em consulta pública.

Esta tomada de posição foi motivada por uma deliberação do Supremo Tribunal dos EUA há dois anos, que dizia que os gases com efeito de estufa são poluentes actualmente, a legislação federal não os considera assim, e as suas emissões deveriam ser regulamentadas se se concluísse que são prejudiciais para a saúde humana. O caso foi apresentado pelo estado do Massachusetts e centrava-se nas emissões dos escapes dos automóveis.

A Administração Bush opunha-se determinantemente a utilizar a legislação em vigor contra a poluição atmosférica Clean Air Act para lidar com as alterações climáticas. Por isso, a decisão da EPA foi sendo adiada. Mas desde os primeiros dias na Casa Branca, Barack Obama prometeu rever o caso e agir rapidamente se se justificasse a regulamentação.

Mas ainda antes da EPA ter anunciado os resultados da sua avaliação, o Congresso iniciou já a elaboração de nova legislação, que anteciparia as acções eventualmente tomadas pela agência ambiental. Tanto Obama como Lisa Jackson, a administradora da EPA, disseram já várias vezes que preferiam que fosse o Congresso a elaborar medidas para lutar contra o aquecimento global, em vez de uma acção administrativa.»

A minha proposta é:

  • Uma guerra, ou várias, de desbaste de população.
  • Promoção do aborto, eutanásia e casamento gay
  • Liberalização das drogas duras começando pelas leves
  • Venda livre de medicamentos e substâncias que contribuem para o aumento da taxa de mortalidade
  • Uma crise global mais globalizada ainda do que esta. Eu até acho que esta crise não anda a ser levada muito a sério, o que é grave. Quer me parecer que há ainda demasiado dinheiro em circulação para que as pessoas possam optar pelo
  • Suicídio assistido
  • Morte terapêutica
  • e outras formas de morte necessárias para fazer face ao
  • aumento da pobreza, a pobreza tem que aumentar e para tal é necessário
  • impedir as pessoas de pescar
  • impedir as pessoas de praticar a agricltura e a pecuária
  • impedir as pessoas de se dedicar a qualquer actividade que as conserve vivas
  • Etc., etc..

Tenho dito!

União europeia, aquecimento climático, crise, desemprego, tgv, política, campeonato de salto à vara, energia nuclear, aborto, tabagismo, filosofia gay e educação sexual, entre outras coisas
Henrique Sousa | 09/04/2009 | 7:22 pm

Embrutecimento global
Henrique Sousa | 17/02/2009 | 11:03 pm

During the last 2 billion years the Earth’s climate has alternated between a frigid “Ice House”, like today’s world, and a steaming “Hot House”, like the world of the dinosaurs.”

Pois é, há quem diga (e prove) que estamos a passar por um período FRIO da História da Terra:

Clique na imagem para ver melhor

Nada me desilude mais do que pegar num trabalho que é supostamente sério e ver logo nas primeiras páginas referir-se o aquecimento global e a necessidade de redução das emissões de carbono para justificar a introdução de tecnologias caras. Tira todo o mérito que o trabalho possa ter. Cuidado com certos “cientistas”, pois!

Hoje, em conversa com um colega, ex-socialista, ele confessou-me, a propósito dos desmandos do seu ex-partido:

- Estou a virar reaça! Até já preferia o Salazar a estes pindéricos do PS! Ao menos sabia as regras do jogo, e agora já não sei nada, só sei que me sinto perseguido no local de trabalho, obrigam-me a estar na escola sem ter nada que fazer, apenas por estar, e andam a controlar as horas a que entro e saio.

Quando a mentira e a prepotência se insinuam, muitas bestas que se deixaram enganar pela “esquerda” começam a saltar para fora do curral onde entraram de livre e espontânea vontade.

Com esta questão do aquecimento global passa-se o mesmo, é um enorme logro que fará com que muitas bestas “esquerdistas” acordem e comecem a pensar se não andarão a ser enganadas com o paleio ecologista, malthusiano e que servirá para justificar a engenharia demográfica, o aborto, a eutanásia, o infanticídio, o gayzismo e outras medidas de controle da natalidade.

VIVA SALAZAR!

Uma campanha muito original, sim senhor!
Henrique Sousa | 15/02/2009 | 11:08 am

PUBLICO.PT

PS – A Força da Mudança


Não, eu não quero com isso dizer que o Sócrates é parvo, antes pelo contrário. É o chico-mais-esperto que já tivemos no poder, neste faz-de-conta-que-é-uma-democracia. Aliás, entrámos definitivamente na era do faz-de-conta, desde o diz-que-é-uma-espécie-de-engenheiro ao Fripór-dá-cá-o-meu, desde a melhoria-do-sistema-de-ensino com passagens obrigatórias para os alunos e chumbos aos professores à perseguição das bruxas pela Bruxa da Educação, desde os empregos-a-dar-com-pau a uma crise-global-que-tudo-justifica, desde os fatos Armani e os carros topo de gama a um faz-de-conta-que-tiramos-aos-mais-ricos para acalmar as bestas, desde as promessas-de-não-subir-impostos a negócios-de-casas-com-offshores… enfim, se nos pusermos a desfiar o rosário não saímos do mesmo sítio.

Não, o Sócrates não é parvo, as bestas chifrudas que o elegem e reelegem é que gostam de ser enganadas, a besta nunca mais deixará de ser besta, “per omnia secula seculorum, Amen!”

Viva o BARRACABANA!

VIVA O ROBOTISMO!

VIVA O MANIFESTO

ROBOTISTA!

Download Manifesto Robotista Version Henrique Sousa


Futuro do blog
Henrique Sousa | 01/01/2009 | 4:15 pm

Programa Futuro Comum na RTP-N, dia 1-1-2009, 13 horas. Entrevista de Fernanda Freitas, assistida pelo Prof. Viriato Soromenho-Marques:

Chavões eco-bio-politicamente correctos, aquecimento global, alterações climáticas, subida do nível do mar, gases de efeito de estufa, assobiar para o lado em relação ao desenvolvimento dos países pobres, sustentabilidade, energias renováveis, eficiência energética, crise ambiental, crise energética, crise dos biocombustíveis, crise dos alimentos, crise de justiça, crise económica, sim, tudo uma enorme crise: a maior de todas as crises é a crise de ignorância mascarada de sapiência, patente na transmissão acima referida.

Quanto mais ouvimos esta gente falar, mais se distingue o cheiro a banha da cobra. Repare-se na imagem dada abaixo, disponível na net, sobre as fontes de energia actuais mundialmente exploradas:

http://en.wikipedia.org/wiki/File:World_energy_usage_width_chart.svg

http://tinyurl.com/77hfek

Petróleo, Carvão e Gás Natural representam 85% do total da energia mundialmente produzida.

Nos 15% restantes encontram-se todas as outras, sendo que 13% se devem à energia nuclear, biomassa e hidroeléctrica.

Nos 2% restantes estão as energias que alegadamente vão salvar o planeta, a eólica, a solar térmica, geotérmica, biocombustíveis, fotovoltaica, etc..

Se assim for, o caminho que estas novas energias têm pela frente é ainda longo. Para substituir 50% das fontes emissoras de gases de efeito de estufa (vulgo, CO2), talvez seja necessário esgotar os recursos minerais e outros da Terra na construção de dispositivos que permitam aproveitar as energias renováveis. Pode não ser a realidade, mas mostra como os neo-entusiastas das energias renováveis não têm a mínima noção do tamanho do problema que estão a fabricar. Se os detentores do petróleo, carvão e gás tossirem, o mundo apanha uma pneumonia mortal. Ainda estamos a ver se recuperamos da última escarradela que foi a recente subida do preço dos combustíveis seguida de queda.

Outra realidade que sobressai da figura, os célebres biocombustíveis são apenas 0,2% do total. Mesmo assim, estes 0,2% conseguiram fazer subir o preço dos alimentos a nível mundial, imaginem só!!!!!

Vou, em 2009, parar de blogar. Vou parar de blogar como única forma de protesto possível, para mostrar o meu desgosto em relação a uma sociedade completamente anestesiada pelos merdia, a mando de uma cáfila de «tios» sem escrúpulos que tudo controlam. Bardamerda para eles!

Mais um ou dois posts por respeito a quem me visita com votos de…

UM BOM ANO NOVO!

Os negócios de Sócrates e seus acólitos
Henrique Sousa | 09/11/2008 | 1:07 pm

Que ninguém duvide que o Sr. Sócrates e amigalhaços andam apenas a preparar a cama para se deitarem depois de abandonarem a grande teta, digo, o governo. Como fizeram muitos? Não, desta vez muito mais descaradamente que os outros. Porque não se importam de impor aos portugueses coisas que são nitidamente lixo e esbanjamento do erário público. Coisas como o aeroporto de Lisboa em Beja, o TGV, o Migalhães e o acordo com a Renault-Nissan. Fora o resto que não é tão badalado.

Mas eu queria prevenir as outras bestas como eu que este último negócio que referi (Renault-Nissan) é que me parece a maior aldrabice de todas. Se o TGV nos vai endividar e vamos ter que o pagar, assim como estamos a pagar os estádios do PSD/Madail/Marcelo/Carlos Cruz, o projecto que envolve a Renault-Nissan e tem a ver com o carro eléctrico, esse vai mexer nos nossos bolsos de bestas da mesma forma como hoje mexem as operadoras de telemóveis. Andar de carro vai passar a ser como telefonar, vamos pagar ao quilómetro, ao metro e, se calhar, ao centímetro. Já ouviram falar de Shai Agassi e um projecto chamado Better Place?

Este projecto do Better Place, que vem pintado de cores ecológicas e energias renováveis e o caraças, vai ser a ruína das bestas. A não ser que as bestas acordem já e comecem a boicotar esses planos diabólicos do Sr. Shai Agassi, mais outro Al gore e muito pior, o outro só vendeu uns livros, mas este vai nos vender distâncias. E a estratégia será a mesma de sempre, começará por ser atractiva e quando estivermos viciados e não houver alternativas, os preços sobem. Prepara-se o maior monopólio mundial de sempre e o Sr. Sócrates já assinou o acordo de dotar Portugal de postos de exploração de bestas da Agassi-Renault-Nissan, o projecto que dá pelo nome de Better Place mas é, isso sim, o INFERNO! Ele chega sempre mascarado de paraíso.

O nosso guia!
Henrique Sousa | 21/10/2008 | 9:45 pm

Viva Sócrates!

Sobe, sobe, petróleo sobe!
Henrique Sousa | 04/10/2008 | 12:36 pm

Preço do petróleo no último mês

Se olharmos para a evolução do preço do petróleo no último mês, ficamos sem saber se ele está a subir ou a descer, melhor dizendo, ele sobe e desce sem que possamos dizer que tendência tem. Esta incerteza é o que o comum dos mortais experimenta e vive com o credo na boca, não vá amanhã ter que passar a andar a pé porque não ganha já para o petróleo.

Mas vejamos agora o que se passou nos últimos 3 meses, para ver se já se descortina uma tendência qualquer que é mascarada com as oscilações diárias que tanto lucro proporcionam às petrolíferas.

Preço do petróleo nos últimos 3 meses

Uma subida do crude justifica aumentos exagerados nos preços dos combustíveis ao consumidor e uma descida do crude nada faz ou provoca baixas irrisórias dos preços dos combustíveis.

Preço do petróleo no último ano

Torna-se evidente que o preço desceu nos últimos 3 meses. Mas será que vai continuar a descer, vai estabilizar ou inflecte e volta a subir? Consultemos agora a evolução no último ano. Quando é que o preço do petróleo foi máximo neste passado ano? Verificamos pelo gráfico que o pico foi atingido em Julho-Agosto, tendo estado a subir desde Outubro do ano passado, pelo menos. Como o preço ainda se encontra acima dos menores valores, podemos ficar mais tranquilos porque mesmo que suba não deve ir acima dos máximos que já aguentámos.

Mas porque é que houve esta escalada do preço do petróleo? Os analisadores políticos iriam buscar razões políticas tais como a guerra no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão no Ondéquestão, no boicote do Chávez, nos biocombustíveis do Brasil, etc. e tal e davam-nos uma lição de História Universal que até andávamos de lado, como fazem muitos comentadores dos merdiovisuais.

Preço do petróleo nos últimos 3 anos

Nós aqui iremos, numa atitude mais pragmática ver o que se passou nos últlimos 3 anos com o preço do petróleo. Verificamos que em 2006 e 2007 o preço esteve estável e só em 2008 é que houve este «descontrole» que parece estar a regressar à normalidade.

Resumindo e baralhando: o preço do petróleo subiu enquanto essa subida representava ganhos. Quando já não havia ganho, começou a descer. E a descida está a mostrar que proporciona ganhos também. E a descida vai continuar enquanto der lucro. Depois, ou estabiliza, ou volta a subir. Os tios é que sabem, os tios é que mandam.

Fonte: Oil-price.net

Desabafando (7)
Henrique Sousa | 30/07/2008 | 11:19 am

Biocombustíveis e as novas engenharias. Haverá alguma relação?

Já houve uma época em que o curso da moda era Gestão. Alguns anos após o 25 de Abril, aqueles pais que enriqueceram rapidamente (à custa do 25 de Abril) e educaram os filhos à sua imagem e semelhança, mandavam os filhos para cursos de Gestão. Ao menos eram honestos consigo mesmos, iam directos ao assunto que era o assunto de sempre, o dinheiro. E eram tantos os que escolhiam o curso de Gestão, que este depressa deixou de «estar a dar», até porque os gestores não tinham nem têm uma corporação forte que os proteja como, por exemplo, a Ordem dos Médicos. Read more »

Desabafando (6)
Henrique Sousa | 29/07/2008 | 1:00 pm

Ainda sobre a questão dos biocombustíveis:

Eu era daqueles que não via problema algum na utilização do óleo, do azeite ou do álcool para fazer andar a carroça. Antigamente, quando os carros eram puxados por cavalos, burros e bois (e é por isso que hoje insultamos com os termos cavalgadura, asno e cornudo), o que é que se dava a comer aos animais? Palha, milho e outros cereais e alimentos. Nessa altura, se já houvesse ecologistas conscientes como nós, os que alimentavam as suas alimárias com boa comida estariam tramados… pior, muito pior do que isso porque nesse tempo a fome existia por cá, enquanto os animais dos tios andavam gordos e luzidios, comendo milho e cevada que faltava à mesa dos pobres.

Mas mudam-se os tempos e mudam-se as bestas, e também se mudam os tios. Hoje todos tentam imitar os tios e têm carroças em que os cavalos foram substituídos por cavalos-vapor que são alimentados por combustíveis fósseis, produtos alimentares ou até mesmo lixo. Sem falar também do cavalo-vapor eléctrico (um cavalo de luxo ainda) que pode ser alimentado com electrões guardados em baterias que se carregam em qualquer tomada de electricidade. Em resumo, há tantas possibilidades de alimentar os cavalos-vapor dos nossos automóveis… Porque havemos de lhes dar milho se eles podem comer petróleo que é impróprio para consumo (até ver!)? E porque havemos de lhes dar petróleo se este pode ser vendido para comprar milho de que os famintos precisam?

Ao fim e ao cabo, nós não devíamos era andar de carro, devíamos desistir do nosso estilo de vida, e dar de comer aos famintos. Como diz G. W. Bush, andamos viciados nos combustíveis e precisamos de uma cura de desintoxicação. E é para isso que existem os ecologistas como nós, para mostrar às pessoas que podem e devem levar uma vida saudável, dispensando os malditos cavalos-vapor que comem a comida dos outros. No outro dia houve um desfile de burros, daqueles que estão em vias de extinção, esses ao menos já não tiram a comida a tantos outros burros que andam a passar fome no terceiro mundo.

No fundo, no fundo, é um contra-senso de todo o tamanho que umas bestas como nós se arroguem o direito de ser puxadas por bestas-vapor, e seja necessário alimentar duas cavalgaduras em vez de uma só. Até porque a cavalgadura que é puxada tende a ficar obesa, e vai custar ainda mais dinheiro ao erário público para ser… desengordurada!!! Diz-se por aí (nos merdia) que as listas de espera para colocar bandas gástricas já têm milhares de bestas. Mas há outras formas de emagrecer, o negócio do emagrecimento das bestas é um dos maiores negócios de sempre, e dizem as más-línguas que a economia vai mal, é só inveja e ignorância… dos burros!!!


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