Tags: Crise petrolífera, energia e política, Fome causada por biocombustíveis
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Em 25 de Outubro de 2008 fiz o meu 1.º filme sobre a bateria de alumínio-ar, que mostro em cima. Entretanto fui desenvolvendo a ideia e no meu último filme sobre este tema, construí uma pilha com 25 elementos, com uma tensão susceptível de ser transformada para corrente alterna de uso comum. Vide aqui.
Mas, pelos vistos já mais pessoas descobriram o potencial das baterias de metal-ar. E também interessante é esta descoberta que fiz de um filme de uma bateria com semelhanças em relação àquela minha primeira bateria caseira (construída à custa de muita pesquisa), e datado de 24 de Abril de 2009, ou seja, 6 meses depois.
Entretanto, com a nova possibilidade de criar livros a partir do conhecimento guardado na Wikipedia (beta), coligi um volume em Inglês acerca das baterias de metal-ar em geral. O mesmo encontra-se disponível na Lulu. Abaixo reproduzo um gráfico da Wikipedia, que também se encontra no livro, e que mostra a densidade de energia de várias baterias metal-ar:
Por ali se vê que a bateria de alumínio-ar tem uma maior densidade de energia, ultrapassada apenas pela de Lítio-Ar e Berílio-Ar. Os valores do gráfico são teóricos e na prática baixam para 470 Wh/kg para o Zinco e 1300 Wh/kg para o Alumínio.
Onde talvez venha a bateria de Zinco-Ar a ter vantagem em relação à de Alumínio-Ar é na anunciada possibilidade de recarga.
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Um segredo religiosamente guardado pelos donos do mundo! A tecnologia das membranas semipermeáveis industriais, já largamente usadas na osmose inversa, pertence à Dupont.
A empresa de energia norueguesa Statkraft lidera, há vários anos, um projecto para aproveitamento industrial da energia osmótica salina que entrou em funcionamento em Novembro do ano passado, sendo então a 1.ª central do género no mundo.

O potencial mundial de geração de energia osmótica salina está estimado em 2,6 Terawatt pela Statkraft, ou seja o equivalente a umas 1000 centrais nucleares.
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