Posts tagged ‘Crise petrolífera’

Mais um filme sobre a pilha de alumínio
Henrique Sousa | 23/03/2010 | 9:43 am


Ninguém é profeta na sua terra?
Henrique Sousa | 21/03/2010 | 8:03 pm

As ondas, as marés, a luz do Sol e o vento são todos fenômenos facilmente observáveis e que estão na crista da onda quando o assunto são fontes alternativas de energia. Mas existe uma outra fonte nesta mesma categoria que pode ser aproveitada e que não pode ser percebida a olho nu – quando um rio despeja suas águas no oceano, há uma liberação gigantesca de energia, que tem todo o potencial para ser aproveitada para geração de eletricidade.

via Portal MedQuímica – O seu portal de Química para o Vestibular!.

Preparação caseira de biodiesel
Henrique Sousa | 07/03/2010 | 11:14 pm

Nunca mais se ouviu nada sobre isto.
Henrique Sousa | 28/02/2010 | 2:10 am

No one would dare accuse inventor extraordinaire Dean Kamen of resting on his laurels. Best known as the creator of the Segway, Dean has decied to tackle an incredible challenge for his next project, an electric hybrid that is capable of utilizing any fuel and with practically zero emissions. The 2008 Deka Revolt consists of a Think car upgraded with a stirling engine that increases the vehicle’s efficiency and allows it to run on any fuel from biodiesel to natural gas.

via Deka Revolt Zero-Emission Hybrid Runs on Any Fuel! | Inhabitat.

O «Think» foi a proveta do bebé de Dean Kamen

O site da Deka Revolt também já não se encontra activo. Terão «morto» mais este carro?

De facto, um carro que pode usar qualquer combustível, desde o biodiesel ao gás natural, é um perigo.

Petróleo e biocombustíveis
Henrique Sousa | 27/01/2010 | 2:14 pm

A possibilidade de converter substâncias orgânicas em combustíveis como o álcool ou o biodiesel é conhecida há bastante tempo. O Brasil usa o álcool como combustível há muitos anos e fá-lo por razões económicas.

Quando, pressionados pela subida do preço do petróleo se começou por cá a ponderar a utilização de biocombustíveis, coisa que sempre achei bem, levantaram-se logo os pseudo-ecologistas-humanistas a dizer que a utilização dos biocombustíveis iria fazer subir o preço dos cereais e faria alastrar ainda mais a fome nos países pobres. Falso! E já vos digo porquê, com base na minha experiência prática:

De facto, resolvi testar até que ponto é fácil fazer biodiesel a partir de óleo vegetal novo. Fui à procura do óleo mais barato e encontrei a 85 cêntimos por litro. Nesse momento pensei: «obviamente que o preço do óleo tem que estar indexado ao preço do gasóleo porque são equivalentes em termos energéticos». Portanto, se o petróleo subir, sobe o preço do óleo e vice-versa. Isto é, se  subir o preço do óleo (devido a escassez, aumento de procura, etc..) os países produtores de petróleo poderão também subir o preço do petróleo pois não haverá alternativa mais barata e estão no seu direito. Para contrabalançar, temos que produzir mais óleo e fazer baixar o seu preço, assim os produtores de petróleo serão «obrigados» a baixar o preço porque senão passamos a substituir por biodiesel. Por outro lado, se o preço do petróleo subir, os produtores de óleo poderão também subir o preço e fá-lo-ão desde que haja procura.

Em resumo, não se pode escamotear (como gostariam os pseudo) o facto de o petróleo ser equivalente energeticamente ao óleo ou álcool, a fome no mundo nada tem a ver com os biocombustíveis. Ou melhor, terá a ver com a fome de energia no mundo…

Sendo indiferente usar biodiesel ou petróleo, por razões benéficas à economia nacional seria de ir substituindo o petróleo pelos biocombustíveis.

A produção do biodiesel a partir de óleos novos é bastante simples e espero em breve apresentar aqui um video acerca da sua preparação caseira.


Energia de osmose
Henrique Sousa | 24/01/2010 | 10:56 pm

Um segredo religiosamente guardado pelos donos do mundo! A tecnologia das membranas semipermeáveis industriais, já largamente usadas na osmose inversa, pertence à Dupont.

A empresa de energia norueguesa Statkraft lidera, há vários anos, um projecto para aproveitamento industrial da energia osmótica salina que entrou em funcionamento em Novembro do ano passado, sendo então a 1.ª central do género no mundo.

O potencial mundial de geração de energia osmótica salina está estimado em 2,6 Terawatt pela Statkraft, ou seja o equivalente a umas 1000 centrais nucleares.


O projecto Better Place em marcha. Trafulhice das grandes.
Henrique Sousa | 30/11/2009 | 3:44 pm

“A Renault vai comercializar o seu primeiro carro eléctrico dentro de 18 meses”. A construtora deverá vender o automóvel e prestar um serviço de aluguer de baterias, explicou à Lusa o director de comunicação da Renault Portugal, Ricardo Oliveira.

via Oje – o Jornal Economico – Negócios – Veículo eléctrico da Renault circula hoje em Portugal.

por intermédio de Ashera.

Eu já coloquei aqui no blogue as minhas objecções ao carro eléctrico e alertei também para a trafulhice que se prepara (com a ajuda de alguns governos menos honestos como o português) neste esquema que envolve Shai Agassi, a Renault e a Nissan.

Cumpri o meu dever de cidadão. A única coisa «legal» que posso fazer é chamar a atenção dos meus concidadãos para mais esta comidela de papas nas nossas cabeças. Mais papa menos papa… já estamos por tudo, não é assim?

Energia eólica, Porto Santo, 1982-1986
Henrique Sousa | 11/10/2009 | 6:39 pm

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Quando, em 1982, fui requisitado pelo Governo Regional da Madeira para chefiar a Divisão de Energias Renováveis (DER) do então embrionário Laboratório Regional de Engenharia Civil,  uma das primeiras coisas que realizei foi  um programa de medição do vento na região, com início na Ilha do Porto Santo, e com vista ao aproveitamento da energia eólica. Cuidei pessoalmente, e com a colaboração dos elementos do quadro da DER, de todos os detalhes, do projecto à execução e montagem de equipamentos  em diversos locais previamente escolhidos. Trabalhei com serralheiros e pedreiros, desloquei-me aos locais, orientei e ajudei a montar. Estudei acerca do vento, aprendi com meteorologistas do INMG a ler os registos e a transpô-los para os mapas de registo. O programa de medição do vento no Porto Santo foi um sucesso, a recolha de dados foi quase a 100% e cobriu todo o ano de 1982. Uma orientação preciosa para o programa de medição do vento veio do Eng.º Humberto Fonseca do INMG  que sempre foi um adepto fervoroso da energia eólica, mas que faleceu antes de ver o resultado do nosso esforço.

Detailed specification for a Pilot Wind Power Scheme on Porto Santo - Dec. 1983

Detailed specification for a Pilot Wind Power Scheme on Porto Santo - Dec. 1983

Em 1983 o Governo Regional da Madeira contratou, sob proposta da DER, a firma britânica ERA Technology para levar a cabo estudos suplementares do vento (turbulência e determinação do perfil em altitude), bem como um estudo de viabilidade económica para um projecto piloto de energia eólica no Porto Santo baseado nos dados de vento do programa de medição efectuado.

O resultado desse estudo, em que o trabalho de campo foi de novo feito pela DER, foi a escolha do local do projecto piloto, Cabeço do Carvalho, Porto Santo. Este estudo, pioneiríssimo em Portugal, foi apresentado ao público em 1984. Não tenho registo da data exacta, mas deve ter sido ainda durante o primeiro trimestre desse ano porque o estudo da ERA tem data de Dezembro de 1983.

O «estado da arte» da energia eólica nessa altura era de máquinas com potências da ordem das poucas dezenas de kW, 30, 40, 50, sendo as de 55 kW as de topo de gama.

O governo alemão tomou conhecimento do estado de avanço do projecto do Porto Santo e dos estudos levados a cabo que apontavam para a instalação de máquinas dinamarquesas até 55 kW de potência nominal. Estava a DER a tratar já do projecto de instalação do parque eólico, que iria possivelmente ser posto a concurso, quando  é surpreendida pela oferta alemã de 8 aerogeradores da firma MAN de 30 kW cada.

O parque foi entregue para exploração à Empresa de Electricidade da Madeira, e ficou provada assim a viabilidade da utilização industrial da energia eólica em Portugal.

Porém, e apesar deste esforço pioneiro, a evolução que tiveram as energias renováveis no país foi uma desgraça. Portugal devia e podia ter acordado muito mais cedo. Quando o fez já foi tarde e não restou outra alternativa senão importar tecnologia estrangeira. Aliás é disso que a máfia local gosta, o que é que importa se o Zé tem que pagar a energia mais cara do mundo?

Hoje continuo a vislumbrar outras possibilidades tão promissoras como o vento foi outrora, mas sei que só daqui por alguns anos é que os espertos do costume se valerão das minhas ideias para fazer dinheiro, tal como fizeram com o vento.

Sei também que os espertos do costume vêm cá bisbilhotar ao blogue a ver se aprendem mais alguma coisa. Por exemplo, a ideia dos painéis fotovoltaicos nas casas que a EDP apadrinha é da minha autoria mas foi adulterada e desvirtuada.

Dois coelhos de uma cajadada!
Henrique Sousa | 15/08/2009 | 7:14 pm

Diário Digital

A fábrica, com capacidade para produzir até 55 milhões de litros, está a funcionar desde 2008 e abastece desde há seis meses os postos de gasóleo de Aarhus, a segunda cidade dinamarquesa.

gordoA Dinamarca enveredou pela transformação da gordura animal em biodiesel. Nada mais sensato, penso eu… Deste modo as pessoas podem e devem tornar-se obesas, brevemente se descobrirá uma forma cómoda de ir drenando a nossa gordura directamente para o tanque de combustível do carro de onde será bombeado para o motor. No fundo, o mesmo resultado que se obtém caminhando, mas desta forma a pessoa não se cansa…!!! O progresso é uma questão de preguiça. Por isso é que os alentejanos são os mais progressistas… :lol:

A crise de energia pode assim ser resolvida, e ter como efeito colateral a resolução do problema da obesidade.

A crise vai arrasar as Escolas em crise
Henrique Sousa | 14/08/2009 | 2:56 pm

IOL Diário – Obras nas escolas para «combater a crise»

O primeiro-ministro disse esta (?) segunda-feira que a crise económica e financeira levou o Governo a antecipar o plano de requalificação do parque escolar e anunciou que este ano as obras vão chegar a 100 escolas secundárias do país, escreve a Lusa.

Free Pote

Free Pote

A escola onde tenho a sorte de ainda estar empregado vai entrar em obras. Sorte malvada! Como é possível impor a todos os utentes e trabalhadores de uma escola como a minha (minha é forma de falar) semelhante transtorno? Mas isso é o menos e há-de passar, o problema é que as famosas obras que estão a pôr fim à crise, põem também fim às escolas. Colegas que visitaram escolas já «intervencionadas» afirmam que o material lá posto para substituir ardósias, mármores e boas madeiras se encontra já em degradação, são polímeros e compósitos de má qualidade.

Para além disso, fazem-se autênticos atentados arquitectónicos colocando blocos cubistas adornados de «pechisbeque moderno» e perigoso em escolas do Estado Novo de construção robusta. Na minha escola vão colocar enormes fachadas de vidro, antevejo desastres que podem resultar em tragédias.

Os meus colegas não estão em geral de acordo com as obras (seria muito melhor fazer uma escola nova e transferir metade dos alunos para lá), mas ninguém se manifestou, tudo com medo das represálias.

VIVA O IMPÉRIO DO MEDO!

Eu não tenho medo e falo assim porque quero passar por maluquinho e obter uma reforma antecipada. Não serei o primeiro, penso! (Estou a ironizar, atenção!)

Não é a primeira vez que falo nas obras nas escolas e venho alertando para a possibilidade de existência de corrupção na adjudicação das obras. É que não se percebe a necessidade destas obras, nem mesmo para debelar a crise. A crise não pode servir de desculpa para se deitar abaixo o Castelo de Leiria porque isso vai dar trabalho às empresas de construção civil da zona.

Actualização em 17/08/09

Esta resposta indicia estar-se perante uma espécie de dois em um que permite à Parque Escolar recorrer, por um lado, aos regimes de excepção entretanto aprovados para poder contratar mais caro, assim como para repetir encomendas por ajuste directo à mesma entidade, e, por outro lado, invocar o regime normal no que se refere à publicitação das adjudicações, regime em que o procedimento anterior se encontrava vedado.

In PÚBLICO

Coincidência ou não, os merdia começam a fazer o seu trabalho de casa.

Os novos profetas do Apocalipse
Henrique Sousa | 12/08/2009 | 10:37 pm

PUBLICO.PT – Países ricos propõem redução de 15 a 21 por cento do CO2 até 2020

É óbvio que o CO2 é essencial. O que muitos “espertos” não sabem é que os problemas (gravíssimos) surgem quando o ciclo do carbono é quebrado: C02 na atmosfera => Subida da Temperatura Acidificação dos oceanos Subida da Temperatura => Possível diminuição ou paragem das grandes correntes oceânicas Acidificação dos oceanos paragem das correntes oceânicas => Alterações climáticas extremas morte de grande parte da fauna marinha E assim sucessivamente… Com toda a informação disponível hoje em dia, ainda há gente que prefere ignorar que o planeta está em agonia. É triste. Não há dúvida que o Homem só muda quando está encostado à parede; e não falta muito…

Este comentário foi-me dirigido. É obviamente de um «expert» em aquecimento global, da igreja Algorista que anda por aí a apregoar que é preciso investir o máximo possível para deter o aquecimento global. Alguém disse em tempos que a longo prazo estamos todos mortos, mas eles dizem que é a curto prazo, é já amanhã, é hoje, as desgraças que acontecem e sempre aconteceram são agora todas obra do aquecimento global e o planeta vai se afundar e tornar-se completamente inabitável.

Comecemos pelo princípio, diz o nosso «expert» que +CO2 na atmosfera provoca subida de temperatura. Falso, temperatura mais alta (por razões astronómicas, actividade solar) provoca aumento de CO2, já expliquei aqui no blog que a coca-cola no frigorífico conserva mais gás do que fora. Mais CO2 fará mais chuvas ácidas, sem dúvida, mas os aumentos de que se fala são de algumas unidades em um milhão (sabiam?) e o aumento de chuvas ácidas é na mesma proporção, irrisório. Com meias verdades também se enganam os tolos.

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Pagar 18.000 euros em vez de 600 dólares?
Henrique Sousa | 12/08/2009 | 7:02 pm

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Trata-se de um carro anunciado pela VW para 2010 e que gasta 1 litro aos 100 e custará 600 dólares, 421 euros ao câmbio de hoje. Novinho em folha! Claro que em Portugal será mais caro mas nunca os 18000 do Sócrates-Shai Agassi-Nissan-Renault

Mais informações acerca deste VW

O Sr. Sócrates pode meter o seu carrinho eléctrico no baú das promessas eleitorais!

Actualização:

O preço do carro não é conhecido ainda, fui induzido em erro por um site que se baseou num anúncio chinês. Procurei informação mas ninguém avança com números, o carro será vendido ao preço de mercado, logo talvez a um preço semelhante ao do LUPO, veículo da VW de 3 L aos 100. Este carro poderá circular nas autoestradas, anda a 120 km/hora. Tem características técnicas muito interessantes.

GEE é o nome do perigoso CO2
Henrique Sousa | 12/08/2009 | 5:36 pm

PUBLICO.PT – Países ricos propõem redução de 15 a 21 por cento do CO2 até 2020

Os países industrializados estão disponíveis para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa GEE entre 15 e 21 por cento até 2020, informou hoje a ONU na conferência climática a decorrer em Bona até sexta-feira. Mas a meta está longe dos 25 e os 40 por cento defendidos por cientistas. No total, o combate às alterações climáticas deverá custar 300 mil milhões de dólares 212 mil milhões de euros por ano.

wwf_aquecimento_globalEu desafio os merdia para um debate blogosférico acerca da questão CO2/GEE/Aquecimento Global/Alterações climáticas ou o que quiserem. É tudo falso, é tudo uma invenção para manter os países pobres na pobreza e controlar o número de bestas em circulação no mundo. A maior parte da classe merdia, a que eu também pertenço, também acredita nesse conto da carochina que foi muito bem vendido com conferências internacionais (Rio, Kyoto, etc.), com organizações altamente «credíveis» como a ONU, o IPCC, etc.. Até mesmo o Comité Nobel foi «tocado» pela ideologia eco-fascistóide e pela nova teoria da salvação da humanidade, perdão, do planeta!!!!

SALVEM O PLANETA!!!

MATEM O HOMEM!!!

Actualização:

Coloquei mais um comentário no Público que ainda não está visível (23:05 de 12-08-09). Já fiz aqui no meu blog mais um post-resposta ao comentário de um ST-PT que me chamou «esperto».

Carro eléctrico, eco-fascismo e neo-capitalismo
Henrique Sousa | 06/08/2009 | 1:24 am
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O carro que vai ser imposto pelo eco-fascismo

Tenho-me fartado de falar aqui no blogue sobre aspectos mais ou menos técnicos do veículo eléctrico e acredito que esse tipo de transporte poderá um dia ter o seu nicho de mercado, ao lado dos outros. Eu próprio gostaria de poder um dia dispor de um veículo totalmente eléctrico pelas vantagens que lhe antevejo como a ausência de fumos, de ruído, de manutenção, entre outras. Reconheço, porém, que o grande problema do veículo eléctrico ainda está por resolver, o armazenamento da energia eléctrica. A solução que anda a ser vendida nos merdia é a das baterias de iões de lítio, em relação às quais ponho sérias reservas. Mas não é sobre isso que pretendo falar hoje.

As notícias que têm vindo a lume acerca do esquema do carro eléctrico que anda a ser montado com o «patrocínio» da Renault e da Nissan e na qual a EDP também anda já metida, é um esquema diabólico que visa impor o carro eléctrico como solução única no futuro.

Trata-se de um esquema concebido por um freelancer, um tal de Shai Agassi, israelita, esquema esse conhecido pelo nome de guerra «Better Place». Em que consiste esse esquema? Transformar o transporte numa mina semelhante à dos telemóveis, em que o utente paga por km andado tal como nos telemóveis se paga por segundo de conversação. Haveria, segundo o Sr. Shai, uma firma a quem pertenceriam as baterias dos carros e o utente, ao se abastecer, pagaria pelos quilómetros andados. Teria possivelmente um contrato de fidelização e deverão ser tomadas medidas para que apenas um tipo de bateria possa vir a ser usado nos veículos. O esquema conta com a colaboração da Renault e da Nissan e dos governos que são «comprados» para se implementar este esquema diabólico. Já foram, ao que parece, «comprados» alguns governos como parceiros para que estes apoiem com subsídios, isto é, dinheiro dos contribuintes, a compra dos carros à Renault e Nissan, bem como a construção dos postos de abastecimento que depois serão entregues aos conluios, digo, consórcios que se venham a implantar para o efeito.

Antevejo que os eco-fascistas se encarregarão de formatar os merdia, apoiando o carro eléctrico que será vendido como uma solução altamente ecológica e possivelmente a única solução no futuro, vindo ainda a ser proibidas depois, e mais ou menos rapidamente, todas as outras tecnologias. Está-se mesmo a ver que assim será, pois pelo andar da carruagem

G20 – G8 – G3 – G1
Henrique Sousa | 06/06/2009 | 12:02 pm


Os representantes dos países membros do G1, reunidos à porta fechada para debater os problemas do aquecimento global que ameaça destruir o planeta e todas as espécies vivas que o parasitam – e que se alimentam uns dos outros porque têm água (oxigénio e hidrogénio) e carbono suficientes para existir -, tornaram público o seguinte:

Recomendam a todos os países do mundo, especialmente os mais pobres, a reduzirem as emissões de gases de efeito de estufa que são os responsáveis pelo aquecimento global, aquecimento esse que vai fazer derreter as calotes polares, fazer aumentar as catástrofes naturais que passam a artificiais porque são provocadas pelo Homem, vai fazer cair aviões, fazer descarrilar comboios, provocar explosões de gás natural e acidentes com petroleiros que irão derramar petróleo que irá poluir ainda mais os oceanos e extinguir espécies altamente rentáveis como as baleias e as focas bebés.

A redução das emissões de gases de efeito de estufa (vulgo, CO2), significa parar de queimar seja o que for que contenha carbono: petróleo, GLP, gás natural, carvão, lenha, etc.. Só se pode queimar agora o ar, a água, os minerais, etc.. Como isso é pouco viável, a solução passa por reduzir a quantidade de seres humanos sobre o planeta. De facto, parece que o mal do planeta reside exclusivamente na existência da espécie humana, se esta não existisse o planeta seria muito mais aprazível. Não se sabe bem para quem, mas basta imaginar o planeta sem os «outros» seres humanos para nos apercebermos que ele ficaria bem melhor.

Economia do Hidrogénio
Henrique Sousa | 05/06/2009 | 10:23 pm


A propalada economia do hidrogénio tem origem na tomada de electricidade.

A paciência tem limites!
Henrique Sousa | 30/05/2009 | 1:24 pm

Esperança de vida tira 5 euros às reformas

Com a esperança média de vida a aumentar, a pensão de reforma tende a encolher. O Instituto Nacional de Estatística (INE) veio ontem confirmar que os trabalhadores com 65 anos que, em 2009, optem por pedir a aposentação vão sofrer uma penalização de 1,32%. Só esticando o tempo de trabalho poderão minimizar as perdas.

Um país onde as pessoas acreditam na mentira contida no título desta notícia é um país de bestas que acreditam em tudo. Assim não dá, assim não vale a pena andar para aqui a blogar. Ainda ontem fui a uma palestra subordinada ao tema Dependência Energética na minha escola. Não sei quem organizou nem quero saber. Só sei que estava uma besta a falar daquelas asneiras que os «merdia» e os governos propalam, «aquecimento global» antropogénico, economia do hidrogénio, etc.. Eu não aguentei e tive que intervir para evitar que uma besta daquelas andasse a formatar a cabeça dos miúdos com “balelas”. Afirmei, alto e bom som, que isso eram mentiras e saí porta fora.

A paciência tem limites!

O AR É O COMBUSTÍVEL DO FUTURO!
Henrique Sousa | 23/05/2009 | 11:21 am

World’s first battery fuelled by air – Telegraph

Scientists say the revolutionary ‘STAIR’ St Andrews Air battery could now pave the way for a new generation of electric cars, laptops and mobile phones.

The cells are charged in a traditional way but as power is used or ‘discharged’ an open mesh section of battery draws in oxygen from the surrounding air.

Via Ondas 3

EdP, uma francesice à portuguesa
Henrique Sousa | 17/04/2009 | 7:03 pm

A EdP é uma empresa que detém o monopólio da venda de energia eléctrica em todo o país. Grande novidade que vos estou a dar, não é? A falada liberalização, que, a realizar-se, não passará afinal de contas de uma cartelização porque no negócio poderão vir a entrar outros grandes grupos ‘ibéricos’, está a revelar-se difícil de pôr em prática porque não é fácil gerir uma só rede e ter vários fornecedores.

Imaginem se o fornecimento de água fosse liberalizado. O que é que estaria a suceder de facto? A água é a mesma, vem da mesma fonte, toda a rede de distribuição está lá e tem um proprietário (a câmara municipal, por hipótese) e entram várias empresas no negócio, isto é, os consumidores iriam poder optar pela ‘empresa’ que lhes der melhores condições. Como essas ‘empresas’ compram a água à mesma fonte e têm os mesmos encargos ou até nem os têm porque recebem tudo de bandeja, o consumidor irá pagar o mesmo, ou apenas ficará mais baralhado porque as ‘empresas’ inventam imensas tarifas que conduzem ao mesmo lucro ou que até lhes proporcionam ainda mais lucro (é o que se passa nas telecomunicações e nos fornecedores de internet). Com a electricidade, tal como com os combustíveis, seria o mesmo, quem sai a perder com a ‘liberalização’ é o consumidor.

Mas deve então a EdP continuar a ter o monopólio do negócio da electricidade? Quanto a mim não, mil vezes não! A EdP é uma das máfias que impera nesta Cicília em que Portugal se transformou. E não é de hoje, a máfia EdP já existe desde há muitos anos. Toda a gente que lá trabalha faz parte da máfia, todo o ‘funcionário’ da EdP é um mafioso porque os ‘padrinhos’ tratam bem os membros da família. Todo aquele que consegue entrar para essa máfia (ele há outras parecidas) fica bem na vida. Ainda hoje fui pagar uma conta à EdP e o ‘funcionário’ que me atendeu à secretária trajava fato e gravata e tinha vários anéis de ouro nos dedos e um relógio daqueles enormes e caríssimos. E hão-de reparar que todos os ‘funcionários’ da EdP estão bem na vida, têm bons ordenados e gozam de regalias várias. Nada tenho contra isso, pelo contrário, mas o trabalho exercido, se comparado com o exercido noutros serviços que empregam jovens a recibo verde contratados a empresas negreiras como a Select, a Manpower e outras, é pago com ordenados de luxo. Adiante…

Não vejo razão para se tratar a energia eléctrica de modo diverso da água. A água, tal como o lixo e outros serviços, a energia eléctrica também, esteve e estará bem entregue às câmaras municipais. Em tempos até a produção de energia era da responsabilidade das câmaras. A centralização da produção, transporte e distribuição numa empresa nacional do tipo da EdP teve a ver com os investimentos em grandes centrais, em grandes linhas de alta tensão, subestações e etc. Mas nada obsta que as câmaras voltem a ter a produção e a distribuição a seu cargo, e que possam gerir a sua rede urbana, comprando e/ou vendendo energia à rede nacional de alta tensão e das grandes centrais.

(a continuar)

União europeia, aquecimento climático, crise, desemprego, tgv, política, campeonato de salto à vara, energia nuclear, aborto, tabagismo, filosofia gay e educação sexual, entre outras coisas
Henrique Sousa | 09/04/2009 | 7:22 pm

Fusão fria, um velho sonho dos políticos
Henrique Sousa | 27/03/2009 | 9:19 am

Ainda os irei ver a beber petróleo… « perspectivas

Researchers at a US Navy laboratory have unveiled what they say is “significant” evidence of cold fusion, a potential energy source that has many skeptics in the scientific community. The scientists on Monday described what they called the first clear visual evidence that low-energy nuclear reaction LENR, or cold fusion devices can produce neutrons, subatomic particles that scientists say are indicative of nuclear reactions.

Ver o resto da notícia aqui.

Hà 20 anos atrás muitos foram os «cientistas» de todo o mundo que embarcaram no embuste da «fusão fria», como hoje se embarca no embuste do «aquecimento global». Os «cientistas» só estão mesmo interessados em algo que sirva para desapertar os cordões das «bolsas», se tiverem que se dedicar ao estudo do pénis do piolho para poderem ter bolsas, será o pénis do piolho que eles estudarão. Como os cordões das bolsas são controlados por políticos (burros em questões de ciência e não só), que só querem saber de coisas que lhes possam dar dinheiro, quanto mais promissora a ideia, melhor. Fusão fria? Porque não? $$$$$$$$$!

Uma campanha muito original, sim senhor!
Henrique Sousa | 15/02/2009 | 11:08 am

PUBLICO.PT

PS – A Força da Mudança


Não, eu não quero com isso dizer que o Sócrates é parvo, antes pelo contrário. É o chico-mais-esperto que já tivemos no poder, neste faz-de-conta-que-é-uma-democracia. Aliás, entrámos definitivamente na era do faz-de-conta, desde o diz-que-é-uma-espécie-de-engenheiro ao Fripór-dá-cá-o-meu, desde a melhoria-do-sistema-de-ensino com passagens obrigatórias para os alunos e chumbos aos professores à perseguição das bruxas pela Bruxa da Educação, desde os empregos-a-dar-com-pau a uma crise-global-que-tudo-justifica, desde os fatos Armani e os carros topo de gama a um faz-de-conta-que-tiramos-aos-mais-ricos para acalmar as bestas, desde as promessas-de-não-subir-impostos a negócios-de-casas-com-offshores… enfim, se nos pusermos a desfiar o rosário não saímos do mesmo sítio.

Não, o Sócrates não é parvo, as bestas chifrudas que o elegem e reelegem é que gostam de ser enganadas, a besta nunca mais deixará de ser besta, “per omnia secula seculorum, Amen!”

Viva o BARRACABANA!

VIVA O ROBOTISMO!

VIVA O MANIFESTO

ROBOTISTA!

Download Manifesto Robotista Version Henrique Sousa


Crise salvadora
Henrique Sousa | 07/01/2009 | 7:57 am

Mentira! Podem inventar o que quiserem nos merdia, as causas transcendentes não existem. Existe uma única causa e essa chama-se ROUBALHEIRA DOS RICOS. Bancos que ano após ano apresentam lucros fabulosos e fazem lavagens de dinheiro e colocam dinheiro a salvo nas off-shores, grandes golpes nas bolsas, falências fraudulentas que arrastam outras falências. Depois há o famigerado crescimento, o consumo que tem que aumentar sempre e quando não aumenta dá-se mais crédito aos consumidores para que estes continuem a consumir e a economia não pare de crescer. Os mercados saturam com bens, há carros a mais, há casas a mais, há televisões e computadores a mais, o consumidor já não vai nessa de trocar de carro cada 5 anos quando o carro deve durar 20 pelo menos, trocar de computador todos os anos, atafulhar o guarda-roupa de merdas que só usa uma vez por ano, até porque atingiu o fundo do seu “plafond” de crédito, os ordenados encolheram, a globalização fez estragos no nosso “way of life”.

Depois vem um tal de Sócrates dizer que “ninguém”, mas mesmo “ninguém” poderia prever esta situação, nem mesmo o Professor Karamba. Abençoada crise que veio salvar a Ditadura Socrática. Vamos todos votar para dar a maioria absoluta ao partido do mentiroso compulsivo.


Se os cabrões dos russos fecham a torneira, há guerra
Henrique Sousa | 07/01/2009 | 7:30 am

PUBLICO.PT

Também a Alemanha e França registaram quebras acentuadas nas importações (50 e 70 por cento, respectivamente), mas a sua dependência do gás russo é menor do que a de outros países europeus, em particular nos Balcãs, onde alguns países dependem na totalidade do gás russo, importado através da Ucrânia.

Não, as guerras têm causas mais complexas do que a merda do gás. Se fosse por causa do gás, até parecia uma disputa entre dois vizinhos em que um resolvesse cortar a canalização de gás que passa no seu quintal e vai abastecer o outro. Não, isso é demasiado básico para justificar uma guerra a sério, com tanques, ogivas nucleares e bombardeiros. Claro que o contendedor que se acha prejudicado pode perder a cabeça, pegar numa caçadeira e limpar o sebo ao vizinho, mas isso é a emoção e a emoção não existe nas guerras a sério. As guerras a sério são friamente planeadas com vista a conseguir resultados estratégicos mais… mais…, mais globais, é isso!

Vejam, por exemplo, a guerra de Israel contra a Faixa de Gaza (que nome esquisito para um país). Todos os comentadores estão de acordo que aquilo tem causas muito mais profundas do que uns “misseizitos” disparados por meninos brincalhões a partir de Gaza e que, de vez em quando, fazem derramar a sopa de alguns israelitas que moram nas proximidades. Não, isso seria demasiado básico, a guerra tem razões que a razão desconhece. Onde é que eu já ouvi isto?

Futuro do blog
Henrique Sousa | 01/01/2009 | 4:15 pm

Programa Futuro Comum na RTP-N, dia 1-1-2009, 13 horas. Entrevista de Fernanda Freitas, assistida pelo Prof. Viriato Soromenho-Marques:

Chavões eco-bio-politicamente correctos, aquecimento global, alterações climáticas, subida do nível do mar, gases de efeito de estufa, assobiar para o lado em relação ao desenvolvimento dos países pobres, sustentabilidade, energias renováveis, eficiência energética, crise ambiental, crise energética, crise dos biocombustíveis, crise dos alimentos, crise de justiça, crise económica, sim, tudo uma enorme crise: a maior de todas as crises é a crise de ignorância mascarada de sapiência, patente na transmissão acima referida.

Quanto mais ouvimos esta gente falar, mais se distingue o cheiro a banha da cobra. Repare-se na imagem dada abaixo, disponível na net, sobre as fontes de energia actuais mundialmente exploradas:

http://en.wikipedia.org/wiki/File:World_energy_usage_width_chart.svg

http://tinyurl.com/77hfek

Petróleo, Carvão e Gás Natural representam 85% do total da energia mundialmente produzida.

Nos 15% restantes encontram-se todas as outras, sendo que 13% se devem à energia nuclear, biomassa e hidroeléctrica.

Nos 2% restantes estão as energias que alegadamente vão salvar o planeta, a eólica, a solar térmica, geotérmica, biocombustíveis, fotovoltaica, etc..

Se assim for, o caminho que estas novas energias têm pela frente é ainda longo. Para substituir 50% das fontes emissoras de gases de efeito de estufa (vulgo, CO2), talvez seja necessário esgotar os recursos minerais e outros da Terra na construção de dispositivos que permitam aproveitar as energias renováveis. Pode não ser a realidade, mas mostra como os neo-entusiastas das energias renováveis não têm a mínima noção do tamanho do problema que estão a fabricar. Se os detentores do petróleo, carvão e gás tossirem, o mundo apanha uma pneumonia mortal. Ainda estamos a ver se recuperamos da última escarradela que foi a recente subida do preço dos combustíveis seguida de queda.

Outra realidade que sobressai da figura, os célebres biocombustíveis são apenas 0,2% do total. Mesmo assim, estes 0,2% conseguiram fazer subir o preço dos alimentos a nível mundial, imaginem só!!!!!

Vou, em 2009, parar de blogar. Vou parar de blogar como única forma de protesto possível, para mostrar o meu desgosto em relação a uma sociedade completamente anestesiada pelos merdia, a mando de uma cáfila de «tios» sem escrúpulos que tudo controlam. Bardamerda para eles!

Mais um ou dois posts por respeito a quem me visita com votos de…

UM BOM ANO NOVO!

Economia do Alumínio?
Henrique Sousa | 07/12/2008 | 11:56 pm

Muitos falam da economia baseada no petróleo, no hidrogénio, no álcool, etc.. Porque não uma economia baseada no alumínio? Senão vejamos:

A lógica das empresas que entraram (ou dizem que vão entrar) na corrida pelo veículo eléctrico, alegado substituto dos veículos com motores de combustão interna (VCI, como os designo), é muito diferente da lógica de quem está de fora a mandar uns bitaites, que é o que eu faço, no fundo. E hoje resolvi voltar ao tema das pilhas de alumínio. Já referi que o ideal para os veículos de tracçao eléctrica (VTE) seriam as pilhas de combustível, possivelmente a álcool, etanol ou metanol. Já há unidades pequenas para alimentar os utensílios electrónicos, mas a utilização nos automóveis pode requerer avanços técnicos que, como se sabe, exigem períodos nunca inferiores a 2 anos para amadurecer.

Entretanto as empresas “corredoras” pelos VTE, dão a conhecer os seus planos de adoptar baterias de Lítio como as mais adequadas para o efeito. Mas o Lítio é raro na natureza e…

There are widespread hopes of using lithium ion batteries in electric vehicles, but one study concluded that “realistically achievable lithium carbonate production will be sufficient for only a small fraction of future PHEV and EV global market requirements”, that “demand from the portable electronics sector will absorb much of the planned production increases in the next decade”, and that “mass production of lithium carbonate is not environmentally sound, it will cause irreparable ecological damage to ecosystems that should be protected and that LiIon propulsion is incompatible with the notion of the ‘Green Car.

Eu sempre duvido daquilo que se propala porque vivemos num mundo em que o que se diz serve apenas para desviar as atenções das verdadeiras intenções. Somos sempre surpreendidos com soluções totalmente diferentes, e de que nunca ouvimos falar antes. Sim, porque o VTE, tal como ele é viável com a tecnologia actual (baterias de chumbo ou, quiçá, as exóticas baterias Zebra usadas já pela Think) não interessa ao grande público habituado aos potentes e velozes «Fiats 500».

Assim, e no caso das pilhas de combustível não constituírem ainda a solução possível para a próxima geração de VTE, será inevitável eleger um tipo de bateria melhor do que a de chumbo em termos de peso por kWh de energia armazenada. Pessoalmente, considero as baterias de alumínio-ar como boas candidatas e passo a explicar porquê:

O alumínio pode fornecer teoricamente 8,1 kWh por kg, contra os 13 kWh/kg teóricos do Lítio, se este fosse usado como ânodo em pilhas do mesmo tipo, isto é, de metal-ar.

Mas o alumínio é um metal extremamente abundante na natureza, ao contrário do Lítio. Além disso, produz-se muito lixo de alumínio que, se não for reciclado, é energia armazenada que se perde. Se conseguíssemos recuperar os 8,1 kWh de energia armazenados em cada kg, e como o processo de produção requer no mínimo 12,8 kWh (c/ tecnologia actual), o rendimento energético seria da ordem dos 63%, um limite que vale a pena procurar alcançar, tanto mais que o alumínio teria uma função dupla, poderia primeiro servir para utensílios descartáveis como as embalagens de refrigerantes e depois como combustível para as pilhas de alumínio-ar ou ainda para a reciclagem. Uma outra vantagem do alumínio como combustível é que ele é produzido a partir de energia eléctrica muito barata, as fábricas de alumínio estão estrategicamente colocadas em relação a fontes baratas de energia eléctrica:

Electric power represents about 20% to 40% of the cost of producing aluminium, depending on the location of the smelter. Smelters tend to be situated where electric power is both plentiful and inexpensive, such as South Africa, the South Island of New Zealand, Australia, the People’s Republic of China, the Middle East, Russia, Quebec and British Columbia in Canada, and Iceland.

Tenho cá para mim que se devia dar mais atenção às baterias de alumínio-ar, se os militares as usam é porque devem ser muito boas. Além disso, depois de usadas, o alumínio das baterias pode ser recuperado da alumina que se forma da oxidação do alumínio. A alumina tem, porém, diversas aplicações industriais valiosas, talvez compensasse dar-lhe um destino mais vantajoso.

No fime dado a seguir, mostro como se pode fabricar em segundos uma bateria de alumínio-ar:

Um motor de combustão externa
Henrique Sousa | 05/12/2008 | 10:38 pm

Durante mais de um século quase esquecido, o motor de Stirling tem muitas vantagens em relação aos motores de combustão interna, nomeadamente a de poder funcionar com qualquer fonte de calor. Tem melhor rendimento energético e é muito mais silencioso. Desvantagens? Uma só: ocupa mais espaço para a mesma potência. Vejam quão simples é o princípio de funcionamento, com base neste video feito hoje na minha escola:

PNAC e FNAC, tudo a mesma pandilha…
Henrique Sousa | 05/12/2008 | 1:23 pm

Ecosfera – PÚBLICO.PT

O atraso no PNAC pode complicar o cumprimento do Protocolo de Quioto por parte de Portugal. A partir deste ano e até 2012, as emissões médias anuais do país não podem superar as de 1990 em mais de 27 por cento – limite que já foi ultrapassado.

Opinião de um comentador fanático, sobre o artigo do Público:

É necessária coragem política para introduzir mudanças radicais. Não, não temos “alguns anos” à nossa frente, quanto muito estaremos até a chegar ao ponto de não-retorno. É necessário legislar a obrigatoriedade de investimento em combustíveis alternativos e penalizar fortemente aqueles que desrespeitam os limites. E os limites devem ser ambiciosos. Ceder ao lobbying das indústrias de transportes e da indústria automóvel para adiar o problema só o piora. Portugal está numa situação geográfica muito delicada se os piores cenários de alterações climáticas se verificarem, e não vai haver dinheiro no mundo que possa combater os seus efeitos.

«Estou farto de semi-deuses!»

Better place? Or better business?
Henrique Sousa | 18/11/2008 | 10:16 pm

Os negócios de Sócrates e seus acólitos
Henrique Sousa | 09/11/2008 | 1:07 pm

Que ninguém duvide que o Sr. Sócrates e amigalhaços andam apenas a preparar a cama para se deitarem depois de abandonarem a grande teta, digo, o governo. Como fizeram muitos? Não, desta vez muito mais descaradamente que os outros. Porque não se importam de impor aos portugueses coisas que são nitidamente lixo e esbanjamento do erário público. Coisas como o aeroporto de Lisboa em Beja, o TGV, o Migalhães e o acordo com a Renault-Nissan. Fora o resto que não é tão badalado.

Mas eu queria prevenir as outras bestas como eu que este último negócio que referi (Renault-Nissan) é que me parece a maior aldrabice de todas. Se o TGV nos vai endividar e vamos ter que o pagar, assim como estamos a pagar os estádios do PSD/Madail/Marcelo/Carlos Cruz, o projecto que envolve a Renault-Nissan e tem a ver com o carro eléctrico, esse vai mexer nos nossos bolsos de bestas da mesma forma como hoje mexem as operadoras de telemóveis. Andar de carro vai passar a ser como telefonar, vamos pagar ao quilómetro, ao metro e, se calhar, ao centímetro. Já ouviram falar de Shai Agassi e um projecto chamado Better Place?

Este projecto do Better Place, que vem pintado de cores ecológicas e energias renováveis e o caraças, vai ser a ruína das bestas. A não ser que as bestas acordem já e comecem a boicotar esses planos diabólicos do Sr. Shai Agassi, mais outro Al gore e muito pior, o outro só vendeu uns livros, mas este vai nos vender distâncias. E a estratégia será a mesma de sempre, começará por ser atractiva e quando estivermos viciados e não houver alternativas, os preços sobem. Prepara-se o maior monopólio mundial de sempre e o Sr. Sócrates já assinou o acordo de dotar Portugal de postos de exploração de bestas da Agassi-Renault-Nissan, o projecto que dá pelo nome de Better Place mas é, isso sim, o INFERNO! Ele chega sempre mascarado de paraíso.


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