Posts tagged ‘Educação’

Ora aí está! A escola pública tem que seguir o exemplo da privada, senão morre!
Henrique Sousa | 29/03/2010 | 9:56 am

Claro que estas situações apenas sucedem nas escolas públicas. No ensino privado, na hipótese, reduzida, de um destes alunos conseguir ser matriculado, rapidamente é expulso sem apelo nem agravo. Aqui há dois anos um colégio de Braga expulsou um aluno por mau comportamento. O pai moveu “céu e terra” e até levou o assunto aos tribunais mas não conseguiu a reentrada do filho. Isto porque o filho foi acusado, e provou-se, que além de se recusar a fazer alguns exercícios nas aulas de Educação Física costumava dar pontapés nas mochilas dos outros colegas! Imagine-se este rigor nas escolas públicas. Em algumas escolas pelo menos metade dos alunos eram expulsos logo no primeiro período!

via [Setúbal na Rede] – A violência escolar e as modas.

Assim vai o ensino privado…
Henrique Sousa | 26/03/2010 | 11:54 pm

O Externato Lumen, no Porto, fechou este mês por falta de recursos financeiros. O encerramento motivou a transferência, a meio do segundo período, dos cerca de 40 alunos matriculados para outros estabelecimentos de ensino. Os professores queixam-se de três meses de salários em atraso. De acordo com o director, Vítor Martins, o futuro da empresa que gere o Lumen poderá passar pela insolvência.

via Público – Colégio Lumen fechou por falta de meios financeiros.

Bolina do bullying
Henrique Sousa | 25/03/2010 | 6:44 pm

Mas, apesar da emoção e do debate sobre violência escolar que o caso desencadeou, ainda não está absolutamente esclarecido se a criança era realmente vítima de bullying violência física ou verbal continuada e se terá cometido suicídio.

via Leandro foi ou não vítima de bullying? – Sociedade – PUBLICO.PT.

O Bullying, que tanto agradou a gregos e troianos, afinal vai ser contornado pelo poder e pelos seus lacaios dos merdia e passará à categoria de «fragilidade» das vítimas ou, em bom Português, Weaking. Bem, é uma simples bolinadela, continuamos a ter um chavão para explorar e tentar fazer render.

Ou será que prefere acabar de vez com mais esta palhaçada para diversão das massas? Basta regressarmos às faltas de castigo que tudo acaba como por milagre. Vai uma aposta?

Andam a brincar com a vida das pessoas… Francamente!

Por favor, divulguem a petição!

Os últimos são os primeiros
Henrique Sousa | 24/03/2010 | 9:35 am

Na Internet, nos blogues e fóruns de professores há propostas como a da Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (APEDE) ou os inquéritos lançados por Paulo Guinote, professor e autor do blogue A educação do meu umbigo, sobre as mudanças a fazer no 3.º ciclo.

Regressar aos 50 minutos de aula, extinguir as áreas não disciplinares, reduzir o número de disciplinas e o horário obrigatório dos alunos, criar exames obrigatórios no final de cada ciclo. Estas são algumas das propostas dos professores, expressas na Internet, onde os profissionais se queixam de não ser ouvidos pelo Ministério da Educação, pelos grupos de trabalho escolhidos pela tutela e pela comunicação social. O PÚBLICO foi lê-los e ouvi-los.

via Professores têm propostas para reajustamentos no 3.º ciclo – Educação – PUBLICO.PT.

Oportunismo sindical
Henrique Sousa | 23/03/2010 | 10:06 am

Por isso é que o país está como está. Somos todos uns oportunistas, ninguém quer resolver os problemas, apenas se aproveitam deles para reivindicar direitos e pedir batatinhas. Um exemplo disto é este documento da FENPROF com medidas para combater, alegadamente, a violência nas escolas. Para combater a violência bastava reinstaurar a falta de castigo à Salazar.

Mas a FENPROF aproveita-se do bullying para resolver o problema do desemprego, dos salários baixos, da falta de apoios diversos às famílias, da doença das vacas loucas, do aquecimento global, da erosão das costas, do lixo, da extinção do lince ibérico, casamento gay e pedofilia, entre outros assuntos.

Eu não aguento mais tanta parvoíce…

Mais um filme sobre a pilha de alumínio
Henrique Sousa | 23/03/2010 | 9:43 am


Faltas injustificadas? Falta de castigo é que é!
Henrique Sousa | 21/03/2010 | 8:29 pm

A Sr.ª Ministra Isabel Alçada, a Miss Simpatia, não deve ter mudado os assessores da anterior gerência, gerência de uma coisa a que se costuma chamar Ministério da Educação, porque vivemos num país carente dela.

Assine a petição pela Falta de Castigo.

Para se poder dar Educação, são necessários dois tipos de intervenientes: educadores e educandos. Uma coisa não funciona sem a outra. Sobre os educandos não há dúvidas, mas subsiste uma grande confusão acerca dos educadores. Uns acham que são os pais, outros acham que não, que são os professores e estes dois grupos passam o tempo todo a assacar responsabilidades mutuamente. Há algum tempo atrás foi por causa dos telemóveis que os pais dão aos filhos e que os professores lhes querem tirar. Mas a coisa não se ficou por aí, agora os alunos já brincam com objectos mais sérios, brincam com a vida dos colegas e dos professores. Os pais dão-lhes a vida e eles tiram-na uns aos outros, e até mesmo a dos professores. Mas sem o recurso à utilização de armas, apenas com aquilo a que chamam BULLYING!

Assine a petição pela Falta de Castigo.

O Bullying está na moda, o bullying é fixe, o bullying é melhor que o Toyota, veio para ficar.

Assine a petição pela Falta de Castigo.

E veio para ficar porque a ministra Alçada vai dar acções de formação sobre bullying aos professores, e ainda dizem que os alunos não têm nada a ensinar aos professores, às escolas e ao Ministério da Educação. Não sei que tipo de acções serão, se técnicas de defesa pessoal ou outra coisa qualquer. Sei é que com teoria não se vai lá, apostaria mais na Psicologia Aplicada e bem aplicada nas escolas primárias pelos professores mandatados pelos pais! Porque à medida que os meninos crescem (chama-se meninos a umas coisas que com 10 anos já vão às discotecas e bebem cerveja e… sabe-se lá!) sem levar porrada, torna-se mais difícil dar-lha quando já têm o dobro do corpo dos professores porque se alimentam com flocos que têm ferro, vitaminas, ómega 3 e ómega 4 ou 5 se houver.

Assine a petição pela Falta de Castigo.

O bullying veio para ficar porque a ministra já autoriza os professores a marcar faltas injustificadas, coisa de que os meninos não vão gostar e são capazes de se revoltar ainda mais contra os professores, exercendo mais represálias (bullying) sobre os seus carros se os «stôres» se atreverem a marcar-lhes faltas injustificadas, cujas consequências podem ser a perda do ano (mesmo assim duvido) mas nunca a expulsão, porque neste caso quem se iria revoltar seriam os pais que deixariam de ter uma creche garantida para os seus bebés de 10, 11, 12, …, 20 anos.

Assine a petição pela Falta de Castigo.



Bullying veio para ficar!



O bullying veio para ficar porque ele não se resolve com faltas de presença. Não sei o que é que o bullying tem a ver com a assiduidade dos alunos. Um aluno dá um pontapé ao professor e este marca-lhe uma falta de presença. Depois ele até pode alegar que não estava lá como a falta atesta. E se um aluno bate com a cadeira no professor? Leva duas faltas de presença? Desta forma ele apenas perde o ano e regressa no seguinte mais crescido e com ganas de matar o professor que o fez perder o ano…

Assine a petição pela Falta de Castigo.

O bullying veio para ficar porque ele se exerce também sobre os colegas mais fracos dos alunos bullycosos, que não se podem defender por falta de meios de defesa, tal como os professores. Nem sequer há já vigilantes nos intervalos porque é preciso tornar o ensino público inseguro para que os pais ponham os filhos no privado e para que se justifique privatizar as escolas (depois de beneficiadas com dinheiro do Estado) sob a desculpa de serem inseguras.

Assine a petição pela Falta de Castigo.

Quando (III)
Henrique Sousa | 20/03/2010 | 2:51 pm

País miserável!

Quando a miséria é tanta que muitas pessoas só mandam os filhos para a escola quando têm subsídio de alimentação e transporte para eles, não estamos decerto a falar de um país europeu com mil anos de existência. Estamos a falar possivelmente de algum país ao sul do Magrebe.

Sou democrata mas não sou burro! Fevereiro já passou e nada!
Henrique Sousa | 16/03/2010 | 3:58 pm

“Vai ser um processo longo, muito longo”, explicou ontem ao DN o porta-voz do comissário do Mercado Interno sobre a averiguação de responsabilidades do Estado português na compra de computadores sem concurso público. Neste caso, a Comissão Europeia (CE) quer saber “exactamente como é que o Estado membro lidou com toda a situação”.

O executivo comunitário enviou uma carta a Portugal a pedir explicações sobre o processo de compra dos computadores (compra em que estão incluídos os milhares de computadores Magalhães), na sequência de uma queixa feita à Comissão por parte da empresa Accer – que alega violação da directiva da livre concorrência.

Na prática, o comissário do Mercado Interno pretende, nesta fase, que Lisboa explique como procedeu à adjudicação da comercialização à empresa portuguesa JP Sá Couto. O Governo tem agora dois meses, segundo as regras comunitárias, para responder à missiva de Bruxelas, o que quer dizer que o caso passará entretanto para as mãos da nova equipa de Durão Barroso, que não tomará posse antes de Fevereiro do próximo ano.

via Inquérito ao ‘Magalhães’ na UE vai demorar anos – Portugal – DN.

Como democrata que sou vou aguardar calmamente que as coisas sigam o seu curso democrático.

Sou tão democrático que, apesar de saber que esta coisa do Magalhães é a maior trafulhice de todos os tempos de um governo «democrata», e apesar de saber que foi um gasto inútil de dinheiro dos contribuintes que nenhum benefício traz às crianças, antes pelo contrário, não vou começar a agir como a ETA, a limpar o sebo a uns quantos que mereceriam caso eu não fosse democrata. Sou democrata e vou esperar sentado ou deitado. Mas atenção, sou democrata mas não sou burro!

Afinal o prazo de Fevereiro já passou e não se ouve dizer nada? Estão a brincar comigo, ou quê?

Absentismo
Henrique Sousa | 16/03/2010 | 9:09 am

Sintomaticamente, as duas organizações que agrupam as associações de estudantes do básico e secundário não têm alternativas a propor. Questionados pelo PÚBLICO, dois dos seus representantes limitaram-se a dizer que aguardam a proposta do Ministério da Educação.

via Chumbo por faltas não garante que o absentismo diminua – Educação – PUBLICO.PT.

Este artigo do Público reflecte o predomínio do politicamente correcto na resolução dos problemas concretos. Os alunos faltam porque não vêem interesse na sua formação. Não lhes diz nada, só estão interessados em «estar na escola» porque é lá que se encontram com os amigos para «brincar». Os alunos não são burros, se se lhes dá benesses é porque o sistema precisa deles e eles abusam disso, sabem que não chumbam por faltas e que podem ser irreverentes pois nada de grave lhes acontecerá como por exemplo serem expulsos do Ensino.

Como me contou alguém, no Japão a pena a aplicar a estudantes faltosos e indisciplinados é muito, mas muito má. Algo de escabroso mesmo. Mas ninguém sabe qual é a pena porque ainda ninguém foi castigado. As pessoas esquecem-se do efeito dissuasor das penas. O simples facto de existir a possibilidade de expulsão, vai fazer baixar o absentismo e melhorar a disciplina.

Assinem a petição para o regresso à Falta de Castigo.

Petição Pela reinstauração da Falta de Castigo nas escolas básicas e secundárias
Henrique Sousa | 14/03/2010 | 5:00 pm

A discussão em torno dos casos de suicídio de alunos e professores nas escolas encontra-se centrada no recém-descoberto fenómeno do bullying. Os intervenientes, pais, alunos e professores atiram as culpas uns para cima dos outros, mas o problema não se resume a isso, esses casos não têm apenas a «violência» dos alunos como causa. As crianças são naturalmente irrequietas e irreverentes e isso pode não ser negativo se puder ser bem aproveitado na sala de aula.

via Petição Pela reinstauração da Falta de Castigo nas escolas básicas e secundárias.

Isso é muito vago, pedagogos de meia-tigela!
Henrique Sousa | 14/03/2010 | 3:26 pm

Os dois dirigentes defendem ainda a atribuição de mais poderes às escolas e aos professores e um maior acompanhamento dos problemas dos docentes pelo Ministério da Educação.

via “Caso fruto de problemas habituais” – Portugal – DN.

A única coisa que faz falta é a FALTA DE CASTIGO salazarista. 3 faltas dão suspensão por uma semana ou um mês e reincidência dá expulsão do Ensino!

Imaginem se o professor Luís pudesse ter marcado 1 ou 2 faltas de castigo. Nem precisava de ter participado SETE vezes, e estaria agora vivo. Os tais alunos talvez nem fossem expulsos porque estariam sob a ameaça de ser expulsos.

Bullying IV
Henrique Sousa | 13/03/2010 | 11:41 pm

A discussão em torno deste caso encontra-se centrada no fenómeno recém-descoberto do bullying. Os intervenientes, pais, alunos e professores atiram as culpas uns para cima dos outros. Mas o problema não se resume a isso, o suicídio do professor Luís não tem apenas a violência dos alunos como causa. Se fosse só isso, ele poderia ter resolvido a questão mudando de emprego. Mas ele diz que não via alternativa e efectivamente, um professor, músico e sociólogo, de 51 anos, vai fazer o quê? É fácil arranjar outro emprego? Obviamente não! Não podia simplesmente despedir-se, sem qualquer outra perspectiva. Ir trabalhar num supermercado aos 51 anos? Mas continuar a dar aulas tornava-se cada dia mais penoso porque os alunos não lhe davam tréguas, nem a Direcção actuou no sentido de lhe resolver o problema.

Os alunos de hoje não são mais desumanos que os de outras épocas, mas estão habituados desde cedo a um clima de completa impunidade no que respeita ao mau comportamento, o que noutro tempo era «mostrado» de forma a que fosse «bem percebido». Já não se pode «mostrar» aos alunos que certos comportamentos são bastante inadequados. Conversam, por isso, na aula em voz alta, ignorando por completo a presença do professor, impedindo mesmo que este possa ensinar seja o que for. Nem têm consciência que estão a ser mal-educados. Levantam-se e passeiam na sala de aula, sem pedir autorização, como se fosse a coisa mais natural deste mundo. Jogam às cartas, brincam com telemóvel, etc.. Se o professor os admoesta por comportamentos inadequados eles mostram-se revoltados e injustiçados porque não foram só eles a ter esse comportamento, logo é injusto que o professor não admoeste todos de uma assentada. Etc..

Porque é que os alunos são assim? Porque têm as costas quentes. Têm as costas aquecidas pelo abraço fraterno do poder que lhes dá todas as garantias possíveis e eles não são burros. Sabem que o poder precisa deles, precisa mostrar estatísticas de sucesso. Percebem que o professor também precisa deles, sem eles estaria desempregado. Percebem que o professor não lhes pode aplicar qualquer sanção convincente como uma falta de castigo com consequências sérias. O simples facto de isso eventualmente ser possível já traria algum sossego em certas turmas. O espectro da expulsão seria persuasivo, vão por mim.

E os pais? Os pais de hoje são diferentes dos de ontem? De certo modo sim, se antes os pais partiam do princípio que o professor era um prolongamento da autoridade paterna e garantia a educação que eles gostariam de dar aos filhos, e autorizavam o professor a bater nos meninos quando fosse preciso, na sociedade competitiva em que hoje vivemos o professor é alguém que compete connosco no mercado de trabalho, é um adversário a abater, é o inimigo e, para além disso, «o meu filho é o melhor deles todos» e ai de quem disser mal dele (porque bater já nem se usa).

Mas os próprios pais estão sob a mira da sociedade politicamente correcta, anti-violência doméstica, ai do pai ou da mãe que dê uma boa tareia aos meninos. Pior ainda se for um progenitor apenas, separado, viúvo ou solteiro. Vizinhos, escola, psicólogos, ficam todos de olho nele para ver se ele não se descai com alguma sova merecida ou não. Tiram-lhe logo a(s) criança(s) e entregam a uma família de acolhimento ou a uma instituição.

Estamos todos fritos, pais, filhos e professores, essa é que é essa. Há solução? Sim, para já devolver a autoridade aos pais e professores, para bem das crianças.

Acabem com os professores
Henrique Sousa | 13/03/2010 | 5:07 pm

Via Facebook, Ana Mendes da Silva, cheguei ao artigo em destaque, assinado por Luís Moreira e que comento mais abaixo. Ainda pensei deixar lá o meu comentário mas assim poderá ter mais efeito, se é que terá algum.

um dia destes não precisamos de professores !

No meu tempo de aluno a filosofia de quem ensinava era esta: “Numa má educação o educando nunca tem a culpa” . Isto além de ser verdade ( o aluno é a parte passiva do acto de ensinar) mostrava uma grande generosidade por parte dos professores, assumiam a sua responsabilidade de profissionais, e por isso eram profundamente respeitados e socialmente valorizados.

Agora, é o contrário disto tudo. O que temos são os professores, arregimentados por sindicatos ideologicamente muito bem definidos, que co-governam a educação há 30 anos. É preciso ter coragem para dizer. Os sindicatos comunistas a quem o povo português nunca deu mais que 8% em eleições democráticas, governam, juntamente com a classe política a educação, e são tão responsáveis pelo estado a que chegou a escola como  os sucessivos governos.

Mas o que na verdade me preocupa não é aquela evidência, bem pior é admitir que os professores não têm culpas, isso seria  passar-lhes o maior atestado de incompetência.  É como dizer, na verdade estares na escola ou não estares é a mesma coisa! Não se nota, não vales nada, o teu trabalho não tem consequências. Ora isto é falso, porque o trabalho do professor é determinante na qualidade do ensino. Mas só pode ser positivamente determinante se o professor reinvindicar para si próprio a responsabilidade que a sua função exige. Não é o que se vê . As reinvindicações não passam do ganhar mais, de chegarem todos ao topo da carreira, de não aceitarem a avaliação, de não terem responsabilidades.

Se não concorrem para a resolução dos problemas esperam que a escola mude ? É por ganharem mais que os alunos passam a ser melhores? É por chegarem todos ao topo da carreira que iremos ter alunos competentes? Eu que não sou professor e que pago esta merda toda, vou estar a favor dos professores e dos sindicatos porquê?

Afinal o argumentário é igual ao dos politicos: o mal está no povo! Mude-se!

via Professores: O educando nunca tem a culpa… | Aventar.

«Um dia destes não precisamos de professores».

Seria preciso que o autor explicasse melhor esta premonição. O que se constata é que o Ensino se encontra pervertido. É bem possível que os professores se suicidem todos para não ter de aturar, sem meios de actuação adequados, meninos mal-criados sem culpa, de facto,…

«“Numa má educação o educando nunca tem a culpa” »

Ao educando não se pode realmente exigir comportamento completamente adequado porque então não seria educando mas educado. Se, porém, se retirar ao educador, em nome da desculpabilização dos alunos, os instrumentos necessários à educação, tal como a régua, a palmatória, as faltas de castigo, etc., há uma casta de alunos que vem poluir as escolas e impor os seus comportamentos segundo a conhecida Lei de Gresham, e por mais culpado que seja o professor, ele não conseguirá despertar o profundo respeito nem da má nem da boa moeda, seguindo-se a sua desvalorização conjunta. O professor pode, realmente, nestas circunstâncias, ser dispensado. De acordo!

«O que temos são os professores, arregimentados por sindicatos ideologicamente muito bem definidos, que co-governam a educação há 30 anos.»

Houve, realmente, uma certa casta de professores, principalmente os pior preparados para ensinar, que invadiu os departamentos ministeriais e se pôs a destruir o Ensino com reformas anuais, negociatas, acções de formação para professores e uma série de medidas pedagogicamente incorrectas, catalizadoras da indisciplina e violência nas escolas. Mas foram os governos que apadrinharam e pactuaram com essa destruição do Ensino. Destruição que continua, impunemente no actual (des)governo da Nação. Querem um exemplo? Na minha escola, com as obras de «requalificação» em curso, o «estrado» vai ser abolido porque o super-professor de Nietzsche consegue impor-se sem auxílio do estrado, essa aberração do fascismo, aberração idêntica às faltas de castigo que foram abolidas porque traumatizavam as crianças e algumas eram até expulsas da escola (coitadinhas) por mau comportamento. Também dou razão aqui ao Luís Moreira, desde que ele não inclua a generalidade dos professores que é tão vítima como os alunos de uma casta de «pedagogos» de ministérios e sindicatos ideologicamente condicionados no sentido de destruir o Ensino.

«Se não concorrem para a resolução dos problemas esperam que a escola mude ? É por ganharem mais que os alunos passam a ser melhores? É por chegarem todos ao topo da carreira que iremos ter alunos competentes? Eu que não sou professor e que pago esta merda toda, vou estar a favor dos professores e dos sindicatos porquê?»

Aqui levanto-me para aplaudir com as mãos e com os pés. É mais do que óbvio que o Luís tem toda a razão! Eu até acho que um professor devia ganhar o mesmo que os operadores de call center ou os caixas de supermercado. Porque não é pelo facto de ganhar mal que a qualidade do seu desempenho melhora, digo, piora. Porque é que um professor, por exemplo, precisa de carro ou de computador? A escola fornece-lhe transporte, computadores, papel, canetas, salas de trabalho que são um lixo, perdão, um luxo, come boa comida quase de graça na escola, só falta mesmo dormir lá… O que mais querem estes professorzecos de merda? E quando mora em Leiria e tem acções de formação na Batalha, em Coimbra ou no Porto? A escola fornece-lhe transporte e ajudas de custo, tudo pago, são uns chulos, piores que os deputados e gestores públicos! Eu também não vou pagar esta merda toda que os professores e sindicatos fizeram. Apoiado! Chegar ao topo da carreira? Não, absolutamente não, aliás, nem sequer devia haver carreira já.

«Um dia destes não precisamos de professores».

Bullying III
Henrique Sousa | 13/03/2010 | 10:03 am

O caso do professor que se matou, impelido pelo comportamento dos seus alunos.


Segurem-me!


Mais de um mês depois do sucedido, sai a notícia nos jornais. Sintomático! Alguém pretendeu subtrair o caso à opinião pública ou fazê-lo passar despercebido. Agora sai a notícia e, com o tempo e experiência que entretanto se ganhou, os MERDIA transmitem a ideia ou «sugerem» que o dito professor, que também era cronista de um jornal local, era doente mental. Ou seja, querem que acreditemos que aos 51 anos de idade a doença dele (e não a situação que ele invoca) veio subitamente ao de cima e ele resolveu matar-se. A justificação que ele deu é fruto da doença, ele poderia ter dado outra qualquer, como por exemplo, que o cão dele fugiu de casa, zangou-se com a namorada, descobriu que tinha um tumor maligno, que era seropositivo, etc.. Mas não lhe ocorreu mais nada senão dizer que não aguentava já aquela vida com esses alunos mal-educados (coitadinhos) e que, não tendo outro meio de vida, resolvia assim os seus problemas. Ele nem sequer se lembrou, antes disso, de participar desses alunos à Direcção da Escola, apenas escreveu 7 recados ao Director mas o Director julgou tratar-se de crónicas que ele escrevia no Oeiras Local, e não deu importância ao facto.

O dito professor (doente mental declarado e atestado por entidades sanitárias) alega ainda que não tinha outro meio de vida. Parvoíce doentia. Tinha pois, ele é que não se informou ou não quis informar-se. Podia ter entrado para um Centro de Novas Oportunidades e tirava um mestrado em Sociologia seguido de doutoramento honoris causa. Bastaria fazer copy&paste da internet em sites adequados (hora absurda, p.e.) e entregar lá no CNO de Oeiras e estaria apto, com o dito doutoramento a entrar para um call center da PT e depois… depois arranjava uns padrinhos maçons lá dentro e poderia até chegar à posição que agora detém o Rui Pedro SOARES BARROSO ou mesmo a Primeiro-Ministro da República Maçónica Portuguesa. Falta de imaginação criativa é o que é, esses professorzecos de merda não têm iniciativa nenhuma e é por isso que o País não avança e não progride como a Sicília por exemplo. Vai ser preciso começar a limpar o sebo a alguns cronistas que não alinham com os métodos mafiosos do governo socretino e veremos que isto vai ao lugar…

Mas melhor do que mandar matá-los é deixar que eles próprios se suicidem, podendo depois dizer-se que são LOUCOS!

Nota: Este artigo foi escrito por um professor que enlouqueceu por causa dos seus alunos.

Bullying II
Henrique Sousa | 12/03/2010 | 3:03 pm

Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimento, a única solução apaziguadora será o suicídio

via Sol.

O bullying (entenda-se violência, indisciplina, má-educação, etc.) começa a atingir os professores.

Depois do caso do professor agredido por um puto de 12 anos com uma cadeira, aparece este de um que não aguentou.

Eu, se não fosse a perspectiva da reforma, iria meter baixa psiquiátrica, embora os loucos sejam os meus alunos.

Repito: a única solução viável e razoável para este estado de coisas é o retorno às faltas de castigo e sem que sejam necessárias justificações elaboradas do professor. Marcou, está marcado!

E assim se fazem os futuros bandidos deste país
Henrique Sousa | 12/03/2010 | 2:24 pm

O aluno de 12 anos que agrediu o professor de Português na Escola D. Pedro II, na Moita, vai continuar a frequentar o estabelecimento até ser conhecido o veredicto do Conselho de Turma, que ocorrerá dentro de 10 a 15 dias.

via Aluno que agrediu professor vai continuar a ir às aulas – Portugal – DN.

Fui alertado por email para esta aberração. O aluno em questão devia ser imediatamente suspenso e uma queixa-crime deveria fazer com que fosse punido com umas «férias» num reformatório. De pequenino se torce o pepino!

A culpa é do arrefecimento global!
Henrique Sousa | 10/03/2010 | 11:40 pm

A ministra da Educação, Isabel Alçada, foi ontem surpreendida durante a visita à Escola D. Manuel I, em Beja, com uma situação inesperada: o pavilhão polivalente coberto, acabado de construir – ao abrigo do projecto de requalificação do edifício escolar -, deixa entrar água a ponto de interditar o espaço às aulas de Educação Física.

via Público – Chove dentro do pavilhão? A culpa é do clima, dizem ministra e técnicos da Parque Escolar.

Paninhos de água quente e palhaçada
Henrique Sousa | 10/03/2010 | 9:19 pm

A ideia é a de que seja “fomentada” uma relação onde o animador seja aceite no recreio “como mais um membro deste e não como um polícia”, o que, para a FERLAP, permitirá “uma rápida acção sobre qualquer pequeno incidente, impedindo que este se transforme num acto de violência”.

via Pais de Lisboa propõem animadores nos recreios para combater violência escolar – JN.

Por favor, não os tratem como atrasados mentais. Façam-nos sentir-se responsáveis, até porque «legalmente» os alunos quase não têm intervalos para brincar. São aulas de 90 minutos e intervalos, 4 ao longo do dia, de 5 e 10 minutos cada. A falta de intervalos também os torna irrequietos e violentos mas aqui-d’el-rei, o insucesso resolve-se com mais aulas e mais apoio e mais aulas, são quase 40 horas de aulas por semana para os meninos.

O que fazia falta era o regresso ao regime das faltas de castigo, 3 dão suspensão e se houver reincidência – EXPULSÃO!

Finalmente alguém faz alguma coisa!
Henrique Sousa | 08/03/2010 | 3:50 pm

A página com testemunhos sobre o programa Novas Oportunidades onde se inclui uma mensagem da atleta Vanessa Fernandes foi alterada por um ataque informático.

via Site das Novas Oportunidades atacado por hacker – Tecnologia – PUBLICO.PT.

E vai crescer muito mais ainda…
Henrique Sousa | 02/03/2010 | 11:01 am

Nos últimos dez anos, o ensino público perdeu mais de 98 mil alunos, do pré-escolar ao ensino secundário. No entanto, o número de estudantes nos colégios e externatos aumentou de 15 para 18 por cento do total da rede, em dez anos. Entre 1998 e 2004, fecharam cerca de cem colégios. Mas o ensino privado ganhou um novo fôlego. E, de há seis anos para cá, surgem novos projectos anualmente.

via Ensino privado continua a crescer, enquanto o público perde alunos – Educação – PUBLICO.PT.

via ainda: Público

Tudo aponta para o objectivo de entregar o Ensino aos privados. A estratégia seguida pelos governantes para oferecer mais esta possibilidade à classe «tiocrática» e lhes permitir FURTAR ao Estado Português, foi a seguinte:

Abandalhamento do Ensino Público de modo a impedir uma aprendizagem decente e a proporcionar situações de indisciplina e de «bullying», misturando também alunos normais com atrasados mentais e toda a espécie de doentes mentais e pré-delinquentes. Instituição de subsídios de modo a que os pais, querendo poupar uns trocos, mandem os seus “delinquentes” para a escola pública.

Mas antes de entregar as escolas aos «tios», os governantes, com dinheiro do Estado, mandam ainda “requalificar”  as escolas para que os «tios» não precisem investir nem um tostão com o Ensino Privado.

Este país está a saque!

A maior catástrofe em 100 anos no Continente
Henrique Sousa | 22/02/2010 | 10:04 pm

Obras nas escolas. Portugal a saque.
Henrique Sousa | 22/02/2010 | 7:29 pm

Em 26 de Fevereiro de 2007, escrevi, nesta coluna,sobre a Parque Escolar, EPE e alertei a opinião pública para o que facilmente se antevia. Não critiquei só a passagem da gestão do parque escolar público para o domínio empresarial por um governo que apregoava a autonomia das escolas e, hipocritamente, retirava aos seus gestores a capacidade de decidir sobre os respectivos espaços físicos.

via Escola: A gorda Parque Escolar, EPE.


Clique para ampliar e ler



O negócio com as escolas é um crime de lesa-pátria!
Henrique Sousa | 17/02/2010 | 11:49 pm

SANTANA CASTILHO,

VIA

MUP – Movimento Mobilização e Unidade dos Professores: A GORDA “PARQUE ESCOLAR, EPE”.

Violino, digo, violando no telhado
Henrique Sousa | 16/02/2010 | 10:52 am

Todas as escolas que estiveram, estão ou virão a estar em obras, no âmbito do programa de modernização dos seus edifícios tutelado pela Parque Escolar, vão deixar de integrar o património do Estado para passar a ser propriedade daquela entidade pública empresarial, indicou ao PÚBLICO o seu presidente, João Sintra Nunes. Para já, está decidido que as obras, lançadas há três anos, abrangerão 332 das 445 escolas públicas de Portugal continental que têm ensino secundário, mas a intervenção poderá ser alargada a mais outras 38, referiu.

via Três quartos das escolas secundárias vão sair do património do Estado – Educação – PUBLICO.PT.

Ao mesmo tempo que se delapida o erário público, distrai-se os professores com ataques ao seu estatuto. Os professores poderiam actuar como guardiões do património mas assistem de braços cruzados à sua destruição. Ninguém faz a mínima ideia do que havia desse património que foi destruído, roubado, extraviado, etc..

Equipamentos de laboratórios e de oficinas foram simplesmente atirados para o lixo. O que se fará aos inventários de material que anualmente os professores faziam? Vai também tudo para o lixo?

Haverá um dia de juízo para os criminosos a quem estamos entregues neste momento no país?

Famigeradas obras nas escolas
Henrique Sousa | 13/02/2010 | 6:01 pm

Com o pretexto de combate ao desemprego (no Leste e em África), o governo escavaca escolas robustas do Estado Novo e edifícios recentes para no lugar delas fazer emergir só fachadas eleitoralistas!

Segundo notícia que vem hoje no Público:

A situação está a criar alguma perplexidade na cidade do Almonda e entre a comunidade escolar, não só pelo facto de a obra agora em vias de demolição ter custado cerca de um milhão de euros ao Estado, como pelos naturais incómodos e prejuízos que novas obras vão impor a professores, funcionários e alunos.

Neste vídeo vê-se como arrancaram um telhado novo e voltaram a pôr outras telhas. E para onde terão ido aquelas boas que lá estavam?

Prof. para toda a obra!
Henrique Sousa | 31/01/2010 | 4:26 pm

Depois do professor-guarda-de-crianças, assistente social e animador, eis que surge a era do professor-sexólogo. Um passo de gigante na construção do conceito do professor-faz-tudo. Aplausos para toda a esquerda parlamentar!

via ProfBlog: Tomem lá mais um conteúdo funcional! Com “amor” de toda a esquerda parlamentar.

Baterias Metal-Ar em alta?
Henrique Sousa | 30/01/2010 | 12:43 am

Em 25 de Outubro de 2008 fiz o meu 1.º filme sobre a bateria de alumínio-ar, que mostro em cima. Entretanto fui desenvolvendo a ideia e no meu último filme sobre este tema, construí uma pilha com 25 elementos, com uma tensão susceptível de ser transformada para corrente alterna de uso comum. Vide aqui.

Mas, pelos vistos já mais pessoas descobriram o potencial das baterias de metal-ar. E também interessante é esta descoberta que fiz de um filme de uma bateria com semelhanças em relação àquela minha primeira bateria caseira (construída à custa de muita pesquisa), e datado de 24 de Abril de 2009, ou seja, 6 meses depois.

Entretanto, com a nova possibilidade de criar livros a partir do conhecimento guardado na Wikipedia (beta), coligi um volume em Inglês acerca das baterias de metal-ar em geral. O mesmo encontra-se disponível na Lulu. Abaixo reproduzo um gráfico da Wikipedia, que também se encontra no livro, e que mostra a densidade de energia de várias baterias metal-ar:

Densidade de energia de baterias metal-ar

Por ali se vê que a bateria de alumínio-ar tem uma maior densidade de energia, ultrapassada apenas pela de Lítio-Ar e Berílio-Ar. Os valores do gráfico são teóricos e na prática baixam para 470 Wh/kg para o Zinco e 1300 Wh/kg para o Alumínio.

Onde talvez venha a bateria de Zinco-Ar a ter vantagem em relação à de Alumínio-Ar é na anunciada possibilidade de recarga.

Até que enfim alguém fala sobre esta fraude!
Henrique Sousa | 29/01/2010 | 8:54 am

Para o PCP, com a criação desta empresa, o Governo perde a tutela política sobre as escolas, o que acarreta a “desresponsabilização do Estado perante a gestão da Parque Escolar” e permite “a opacidade e falta de transparência” dos contratações realizadas com os empreiteiros, “blindadas à fiscalização” do Parlamento.

via PCP pede auditoria do Tribunal de Contas à empresa Parque Escolar – Educação – PUBLICO.PT.

Energia de osmose
Henrique Sousa | 24/01/2010 | 10:56 pm

Um segredo religiosamente guardado pelos donos do mundo! A tecnologia das membranas semipermeáveis industriais, já largamente usadas na osmose inversa, pertence à Dupont.

A empresa de energia norueguesa Statkraft lidera, há vários anos, um projecto para aproveitamento industrial da energia osmótica salina que entrou em funcionamento em Novembro do ano passado, sendo então a 1.ª central do género no mundo.

O potencial mundial de geração de energia osmótica salina está estimado em 2,6 Terawatt pela Statkraft, ou seja o equivalente a umas 1000 centrais nucleares.



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