Posts tagged ‘Das bestas’

Por falar em casamento gay…
Henrique Sousa | 09/01/2010 | 12:54 am

É de bom tom ser-se de direita, defender o capitalismo puro e duro, ao mesmo tempo que se defende o direito das mulheres ao aborto e a superioridade rácica dos gays e das lésbicas. E fumar charutos de Cuba país animalista ao volante de um BMW de um pais capitalista. E ler o Manifesto do Partido Comunista na piscina da mansão capitalista.

via MANIFESTO ROBOTISTA by Henrique Sousa in Literature & Fiction.

Continuam a fazer de nós as bestas do costume
Henrique Sousa | 30/09/2009 | 9:10 am

As buscas efectuadas no âmbito da investigação sobre a aquisição de dois submarinos U-214 pelo Estado português a um consórcio alemão estão a decorrer em quatro escritórios de advogados, disse fonte ligada ao processo.

via Buscas estendem-se a quatro escritórios que participaram na compra de submarinos – PUBLICO.PT .

Para comprar 2 submarinos são necessários quantos advogados? Mesmo assim, parece que os vendedores ainda vão tentar enganar o comprador nas «contrapartidas». Já ouvi também referir que em vez de 2 submarinos serão 3 afinal. Pelo que se vê, este negócio dos  submarinos não é muito diferente do negócio das promoções nos supermercados, compre 2 e leve 3. A única diferença está na necessidade de muitos advogados para efectuar a compra de submarinos. Técnicos e militares terão sido ouvidos por acaso? Ou será que os submarinos não se destinam a fins militares? Caberão neles todos os advogados envolvidos no processo de aquisição?

E vem o Marinho Pinto enfurecer-se para as câmaras pelo facto de o Estado estar a zelar por aquilo que é seu… Na opinião desse senhor nem há motivos para desconfiar de nada. Ora basta ver a quantidade de «escritórios de advogados» que MAMOU dinheiro do Estado. E perguntar-se-ão as bestas: – Mas qual a necessidade? Será que é preciso besuntar a mão a tanta gente para pagar favores e/ou esconder as trafulhices que se faz com os dinheiros públicos? Não nos admiremos depois que nos venham aldrabar com o DÉFICE, o défice nada mais é que o reflexo do esbanjamento. Qualquer besta de bom senso percebe que, se no governo da sua casa, desviar dinheiro para comprar carros caros (ou submarinos), vai ter que pedir à família para apertar o cinto pois os rendimentos não chegam para a comida. O mesmo pensamento se aplica ao TGV porque trata-se simplesmente de um LUXO, e os pobres não devem ter luxos.

POR UM PAÍS MAIS POBRE!

Bizarro, no mínimo!
Henrique Sousa | 12/08/2009 | 3:03 pm

callcenterRefiro-me aos serviços de «assistência técnica» oferecidos pelos operadores de telecomunicações.

Para início de conversa, devo referir que eles, operadores de telecomunicações, põem à nossa disposição um número de telefone gratuito para uma certa rede. Mas acontece que a rede pela qual podemos ser assistidos é precisamente aquela que precisa de ser reparada, e não está portanto disponível. Até podiam prometer anos de conversa gratuita numa linha avariada.

Seguidamente, quando eventualmente se liga para a «assistência técnica» somos nós que fazemos o trabalho comandados por um «robô» que nos vai perguntando como estão as luzinhas, manda abrir e fechar aparelhos, conectar e desconectar cabos, etc., gostava de saber se se pode depois enviar a conta do trabalho ao operador…

Dos «buracos» nos contratos já eu falei no post anterior e a conclusão a que se chega é que somos tratados como bestas por estes serviços porque sabem que podem proceder assim para conosco, porque somos mesmo bestas, a começar pelos próprios «escravos» deles que sabem das maroscas e dos truques baixos que impingem aos clientes, mas que se vêem obrigados a colaborar nisso para não perder os míseros 200 ou 300 euros que recebem por intermédio de firmas de negreiros que os subalugam aos operadores de telecominações, sejam elas a PT, a ZON, a Optimus, a Clix, a Vodafone ou a PQP.

Uma palavra de desconfiança
Henrique Sousa | 17/05/2009 | 9:44 am

Sempre que o Sr. Sócrates fala às bestas, ele diz:

- Eu queria deixar-vos uma palavra de confiança… blá, blá, blá.

E diz muito bem, porque talvez quisesse mesmo, mas não consegue. Cada vez mais nós, as bestas, confiamos menos na palavra dele. Mas eu queria deixar-vos uma palavra sobre a desconfiança, isto a propósito do clima que se vive hoje em muitas escolas deste país, depois de se ter instaurado a Nova Ditadura, isto é, desde que os professores são obrigados a permanecer na escola sem fazer nada e só porque têm que cumprir as 22 horas de presença na escola por semana.

Não é fácil para os Conselhos Executivos inventar tarefas não lectivas para todos os professores, muitas delas são pseudo-não-lectivas como os apoios em salas de estudo, a preparação de materiais didácticos, etc.. As escolas não têm, por outro lado, recursos físicos para permitir aos professores trabalhar a sério na escola. Muitas vezes os professores têm que ficar a «encher chouriços» pela escola, ou vão ao bar tomar qualquer coisa para passar o tempo e dão dois dedos de conversa aqui e ali. O pior é se, chateados por não terem nada de útil para fazer, resolverem sair mais cedo e o funcionário de serviço estiver instruído para controlar a hora de saída dos professores. Estão criadas as condições para actuações pidescas, os professores «baldas» ou impacientes vão se sentir perseguidos e estão, objectivamente, a ser perseguidos. Vai agora o professor ter que andar a dar satisfações aos funcionários sobre os passos que dá? Se vai a uma  papelaria fora da escola para comprar algo de que necessita para trabalhar, tem que pedir autorização aos funcionários ou ao conselho executivo?

E aqui vos deixo a palavra de desconfiança…

VOLTA SALAZAR, QUE A PIDE JÀ CÁ ESTÁ!

Quem provoca a crise?
Henrique Sousa | 09/05/2009 | 8:25 am

PROFESSORES LUSOS: Alerto mais uma vez para a mudança de vínculo laboral/regime de emprego.

Já é a terceira vez que chamo a atenção dos colegas para esta situação. Em princípio, não o farei novamente. É necessário que os colegas actuais QZP e QE estejam plenamente cientes do que vai acontecer nas próximas semanas, e que se encontra intrinsecamente relacionado com a Lei n.º 12-A/2008.

Dizem que a crise é importada, mas será? A crise é culpa nossa também. Todas as bestas levantam-se e dão palmas ao Sócrates quando ele e os seus cúmplices legislam no sentido de precarizar todos os trabalhadores. Ao passarem «todos» os funcionários públicos a precários, é evidente que esses «privilegiados» que gastavam dinheiro feitos malucos e sustentavam as lojas de bairro, os vendedores de jornais e os cafés, vão começar a «cortar-se», têm filhos para acabar de criar, vão até começar a concorrer com o resto dos sem privilégios que viviam à custa do que eles, privilegiados, gastavam. É bem feita, não fôssemos, nós as bestas, tão invejosas, agora estamos todas F******, com F grande!

Não tenham dúvidas que a culpa da crise é das bestas! Também porque invadiram os centros comerciais e deixaram morrer os pequenos comerciantes que alimentavam outros tantos negócios e deixaram de o fazer.

É tudo culpa das bestas. Agora não se queixem! Continuem a agir assim… Mas leiam o Manifesto Robotista. E o Das Tinturra…

União europeia, aquecimento climático, crise, desemprego, tgv, política, campeonato de salto à vara, energia nuclear, aborto, tabagismo, filosofia gay e educação sexual, entre outras coisas
Henrique Sousa | 09/04/2009 | 7:22 pm

TIOS, não se preocupem!
Henrique Sousa | 24/02/2009 | 11:43 am

ECONOMIA – PUBLICO.PT

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, anunciou hoje, em declarações à RTP, que “a viabilidade do BPP não dependerá das decisões do Governo”. A tutela emitiu um comunicado onde explica que, a partir de agora, o Governo se vai excluir da promoção de uma solução para a gestão de carteiras de investimento da instituição por considerar que não deve utilizar “fundos públicos para solucionar um problema associado à gestão de fortunas pessoais”. Apesar disso, os depósitos estão assegurados, refere o ministério.

O que o Teixeira dos Bancos diz às bestas é o seguinte:

- Acalmem-se lá, suas bestas! O governo não vai tirar do vosso dinheiro para pagar aos tios.

O que o Teixeira dos Bancos diz aos tios é o seguinte:

- Caros colegas tios. Nós saberemos como sacar dinheiro às bestas sem que elas percebam. Apesar de tudo, são mesmo bestas, não é?

Leia mais sobre “Os Tios e as Bestas” em

DAS TINTURRA &

MANIFESTO ROBOTISTA

Uma campanha muito original, sim senhor!
Henrique Sousa | 15/02/2009 | 11:08 am

PUBLICO.PT

PS – A Força da Mudança


Não, eu não quero com isso dizer que o Sócrates é parvo, antes pelo contrário. É o chico-mais-esperto que já tivemos no poder, neste faz-de-conta-que-é-uma-democracia. Aliás, entrámos definitivamente na era do faz-de-conta, desde o diz-que-é-uma-espécie-de-engenheiro ao Fripór-dá-cá-o-meu, desde a melhoria-do-sistema-de-ensino com passagens obrigatórias para os alunos e chumbos aos professores à perseguição das bruxas pela Bruxa da Educação, desde os empregos-a-dar-com-pau a uma crise-global-que-tudo-justifica, desde os fatos Armani e os carros topo de gama a um faz-de-conta-que-tiramos-aos-mais-ricos para acalmar as bestas, desde as promessas-de-não-subir-impostos a negócios-de-casas-com-offshores… enfim, se nos pusermos a desfiar o rosário não saímos do mesmo sítio.

Não, o Sócrates não é parvo, as bestas chifrudas que o elegem e reelegem é que gostam de ser enganadas, a besta nunca mais deixará de ser besta, “per omnia secula seculorum, Amen!”

Viva o BARRACABANA!

VIVA O ROBOTISMO!

VIVA O MANIFESTO

ROBOTISTA!

Download Manifesto Robotista Version Henrique Sousa


Uma visão do robotismo
Henrique Sousa | 04/02/2009 | 9:08 pm

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Este video é um documentário da BBC, e contém certamente pontos de vista ideológicos e mensagens claras ou subtis para as «bestas». Achei-o interessante na medida em que faz referência a coisas que eu próprio refiro no meu Manifesto Robotista, disponível em PDF aqui nos downloads-sátira ou em papel na Lulu.com.

Agradeço ao meu filho Bruno, que colabora no blog Ethical Code for XXI Century, por me ter enviado o link para o documentário. Ele pode ser encontrado também no Google Video.

Download Manifesto Robotista Version Henrique Sousa


Estado agiota
Henrique Sousa | 21/12/2008 | 10:13 am

PUBLICO.PT

De acordo com a portaria, o Estado também vai emprestar dinheiro aos trabalhadores e aposentados da Função Pública para “situações de emergência” que resultem de encargos assumidos com “compra ou arrendamento de casa própria, doença, funeral, desemprego, realização de obras e aquisição de equipamento doméstico”.

Um governo que admite que os seus funcionários precisam de ajuda, sabe que anda a pagar mal. E vai pagar ainda pior porque afinal… o que é um empréstimo? É algo que tem que ser pago de volta. Ao emprestar dinheiro aos funcionários, o governo terá de baixar ainda mais os ordenados porque irá descontar a prestação aos seus vencimentos.

O governo vai dar umas esmolas naqueles casos mais gritantes de miséria, 2000 euros (subsídio de Natal atrasado) e aos restantes vai conceder empréstimos, empréstimos que as “bestas” irão utilizar para pagar ao citibank, cetelem, cofidis, etc.. Porque a pobreza já vem de há muito tempo, e a agiotagem que o governo agora descobriu, sempre foi permitida às sanguessugas. A grande novidade é a descoberta do Estado Agiota.

O que é “S’tôr”?
Henrique Sousa | 14/12/2008 | 5:33 pm

Perguntem aos vossos alunos (se os tiverem) e verão que eles, não só desconhecem que a forma de tratamento S’tôr é a forma comprimida de “senhor doutor”, devendo por isso escrever-se S’tôr, como também acham ridículo que um professor seja tratado por senhor doutor, é um título demasiado pomposo para quem apenas dá aulas.

De qualquer forma, o termo S’tôr faz falta no vocabulário porque professor é um professor primário, Senhor Professor é um professor universitário, ficando a faltar uma forma de tratamento para o professor secundário. Bem, a ministra propõe que 5% sejam senhores titulares. E os restantes 95%? Setôres? Sectores? Sektores? Setouros? Sãotouros? São Touros? São Bestas?

Injustiças legais
Henrique Sousa | 14/12/2008 | 10:55 am

Não é nada do que estão a pensar. Ao lerem o título do post, quase que aposto que pensaram naqueles casos merdiáticos da casa Pia, dos bancos BPP, BPN, BPX, BCN, BNP, etc., da avaliação dos professores, da greve do lixo, do apito dourado, dos sacos azuis, e tantas outros casos em que não se faz justiça porque a Justiça não pode punir os mesmos que a concebem.

Estou a falar apenas da minha situação actual como professor. Quem me visita há algum tempo sabe que tive, em Janeiro passado, um problema de saúde gravíssimo que me tem levado, desde então, várias vezes ao hospital. Da última vez, fizeram-me uma operação que promete, a prazo mais ou menos longo, normalizar a minha saúde que é, de momento, pouco fiável. Passo uma semana bem e uma semana mal. Mal significa estar com dores e náuseas, e à beira de um novo internamento a dieta «zero». Nesse estado, fico sem vontade de fazer qualquer esforço, fico melhor deitado sobre a barriga, à espera que a crise passe. E alimento-me mal, com receio das dores. Mas nada disto me tem impedido de trabalhar, as faltas dadas reportam-se apenas aos períodos de internamento e recuperação, devidamete atestados.

Toda a gente me diz que eu devia meter uma baixa prolongada, e não ir trabalhar assim. É possível que venha a optar por isso. Mas entretanto, já tive que faltar um dia ao trabalho porque não me sentia bem. A lei em vigor sobre as faltas permite-me dar até 5 dias de faltas por ano, mas uma por mês no máximo, sem necessidade de atestados ou outros comprovativos. Mas já aprendi a não confiar nas leis, nesta então muito menos. Não se deve dar estas faltas a que se tem direito, elas contam para o absentismo do professor, os professores que dão faltas ao abrigo do art.º 102.º são vistos como «baldas», mesmo que as tenham dado porque não quiseram ter o trabalho de ir à procura do médico e convencê-lo a atestar uma coisa que ele não viu, não soube, etc.. E quantos atestados são deste jaez? Talvez haja mais verdade num art.º 102.º do que em muitos atestados…

Mas eu vou procurar o médico, vou ao centro de saúde, tiro uma senha e espero o tempo que for preciso para ser atendido, depois conto ao médico o sucedido e, se ele acreditar em mim, passa-me o atestado. Depois saio do gabinete médico, passo na secretaria e peço um comprovativo de estadia no centro para justificar mais esta falta que vou dar para poder justificar a outra. Prefiro faltar mais do que poderia, a ser apodado de «baldas». Art.º 102.º ? Nunca mais! E a minha avaliação? Era só o que faltava!

Mas, pasmem-se, todas as aulas a que eu faltar agora, têm que ser repostas, sem direito a qualquer compensação. Ao desabafar com alguém acerca desta injustiça (tenho um mês de internamento para compensar), obtive a resposta seguinte: «uma colega nossa que esteve 3 meses de licença de parto, também teve que repor». Outra resposta que me deram: «estando ao serviço, podes também dar aulas, mesmo que o período normal de aulas já tenha passado; em vez de fazer, por exemplo, vigilâncias a exames, dás aulas». Embora seja uma solução muito «fluida», esta é uma das formas de colmatar as injustiças legais. Mas que vão amarrando os professores a «favores» dos «chefinhos».

Pedofilia e os sete anões
Henrique Sousa | 24/11/2008 | 11:49 am

Ninguém pode me acusar de pretender caluniar alguém, ao colocar aqui uma foto que faz lembrar vagamente um político do PS, e ao dar o título que dei ao post. Foi este, de resto, o estratagema que permitiu à juíza safar o conhecido político do PS que dá pelo nome de Paulo Pedroso.

Por aquilo a que assisti ontem na TVI, e segundo o depoimento de Catalina Pestana, a lista de pedófilos «importantes» que se serviam de alunos da Casa Pia é muito mais numerosa do que a dos sete que estão a ser (ainda) julgados, estes constituem apenas a ponta do iceberg. Quererá isso dizer que vivemos numa sociedade em que a pedofilia e a taradice sexual é protegida e, quiçá, constitui condição necessária para singrar na vida pública?

Não foram adiantados muitos nomes mas dois são sugeridos como sendo de pedófilos com crimes prescritos. Assim sendo, como é possível que eles se mantenham na ribalta? Uma coisa é a possibilidade de punir de acordo com a lei em vigor, e outra bem diferente haver a certeza de que os crimes foram cometidos por essas pessoas e daí retirar as consequências práticas.


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