Posts tagged ‘Choques tecnológicos’

Quando (I)
Henrique Sousa | 18/03/2010 | 8:17 am

Para a Sibéria com o gajo!

Quando se chega a este ponto de gozação em que até os profissionais cometem gafes destas, mais vale resignar ou venha de lá a necessária Ditadura para evitar situações como esta que colocam mal o Grande Líder.

Bloom Energy
Henrique Sousa | 01/03/2010 | 9:51 pm

via YouTube - Bloom Energy unveils its new fuel cell power system.

Se esta tecnologia não se espalhar, vem aí um novo monopólio mundial de energia.

A maior catástrofe em 100 anos no Continente
Henrique Sousa | 22/02/2010 | 10:04 pm

Famigeradas obras nas escolas
Henrique Sousa | 13/02/2010 | 6:01 pm

Com o pretexto de combate ao desemprego (no Leste e em África), o governo escavaca escolas robustas do Estado Novo e edifícios recentes para no lugar delas fazer emergir só fachadas eleitoralistas!

Segundo notícia que vem hoje no Público:

A situação está a criar alguma perplexidade na cidade do Almonda e entre a comunidade escolar, não só pelo facto de a obra agora em vias de demolição ter custado cerca de um milhão de euros ao Estado, como pelos naturais incómodos e prejuízos que novas obras vão impor a professores, funcionários e alunos.

Neste vídeo vê-se como arrancaram um telhado novo e voltaram a pôr outras telhas. E para onde terão ido aquelas boas que lá estavam?

Baterias Metal-Ar em alta?
Henrique Sousa | 30/01/2010 | 12:43 am

Em 25 de Outubro de 2008 fiz o meu 1.º filme sobre a bateria de alumínio-ar, que mostro em cima. Entretanto fui desenvolvendo a ideia e no meu último filme sobre este tema, construí uma pilha com 25 elementos, com uma tensão susceptível de ser transformada para corrente alterna de uso comum. Vide aqui.

Mas, pelos vistos já mais pessoas descobriram o potencial das baterias de metal-ar. E também interessante é esta descoberta que fiz de um filme de uma bateria com semelhanças em relação àquela minha primeira bateria caseira (construída à custa de muita pesquisa), e datado de 24 de Abril de 2009, ou seja, 6 meses depois.

Entretanto, com a nova possibilidade de criar livros a partir do conhecimento guardado na Wikipedia (beta), coligi um volume em Inglês acerca das baterias de metal-ar em geral. O mesmo encontra-se disponível na Lulu. Abaixo reproduzo um gráfico da Wikipedia, que também se encontra no livro, e que mostra a densidade de energia de várias baterias metal-ar:

Densidade de energia de baterias metal-ar

Por ali se vê que a bateria de alumínio-ar tem uma maior densidade de energia, ultrapassada apenas pela de Lítio-Ar e Berílio-Ar. Os valores do gráfico são teóricos e na prática baixam para 470 Wh/kg para o Zinco e 1300 Wh/kg para o Alumínio.

Onde talvez venha a bateria de Zinco-Ar a ter vantagem em relação à de Alumínio-Ar é na anunciada possibilidade de recarga.

Energia de osmose
Henrique Sousa | 24/01/2010 | 10:56 pm

Um segredo religiosamente guardado pelos donos do mundo! A tecnologia das membranas semipermeáveis industriais, já largamente usadas na osmose inversa, pertence à Dupont.

A empresa de energia norueguesa Statkraft lidera, há vários anos, um projecto para aproveitamento industrial da energia osmótica salina que entrou em funcionamento em Novembro do ano passado, sendo então a 1.ª central do género no mundo.

O potencial mundial de geração de energia osmótica salina está estimado em 2,6 Terawatt pela Statkraft, ou seja o equivalente a umas 1000 centrais nucleares.


Vou carregar o meu carro no multibanco…
Henrique Sousa | 18/11/2009 | 11:15 am

Os condutores holandeses serão os primeiros europeus a começar a pagar uma taxa sobre o número de quilómetros feitos em vez de ser sobre a compra do veículo, caso a lei seja aprovada pelo parlamento daquele país. Tudo será possível graças a uma espécie de GPS instalado nos veículos que regista os quilómetros feitos e envia a informação para a empresa que há-de cobrar a factura. O ministério dos transportes prevê que esta medida faça reduzir em 16% as distância feitas de carro e, consequentemente, faça baixar em 10% as emissões. O governo promete investir as verbas arrecadadas em linhas de combóio e infraestruturas de transportes.

via Ondas3.

Ler o resto da notícia em Euractiv

Tecnologias secretas
Henrique Sousa | 17/11/2009 | 11:48 am

Actualizado e revisto a 30-1-2010:

Sempre houve pessoas a sustentar que existem tecnologias que, por concorrerem com negócios que envolvem milhares de milhões, como é o caso da energia, são mantidas deliberadamente em segredo. Uma dessas tecnologias secretas seria eventualmente o carro movido a água. Há algum tempo atrás veio anunciado nos media, de forma mais ou menos cabalística, um carro japonês (ver video abaixo) que regressou ao limbo dos projectos adiados ou abafados pelas «forças ocultas» que dominam o planeta.

Tenho dedicado muito do meu tempo a questões de energia, e sempre achei que as pessoas exageravam quando faziam suposições deste teor. No que à água diz respeito por exemplo, sempre soube que não podia ser exactamente como a maioria das pessoas imagina porque a água não possui um potencial de energia em relação a outra substância abundante com a qual possa reagir. Essa quimera de encher o depósito do carro com água não é, pois, bem assim. O video japonês é, por omissão, uma fraude.

Mas há, efectivamente, tecnologias mantidas em segredo, há. E quem as mantém em segredo? Existem as tais «forças ocultas»? Sim, essas forças ocultas somos nós próprios.

Da mesma forma que um bom livro pode não ser vendável porque não foi promovido  em lado algum, também há tecnologias a que não se dá a devida importância por não constarem em publicações científicas de renome ou porque não foram objecto de desenvolvimento industrial. Até podem ser do conhecimento dos cientistas e estes os encararem apenas como mais uma curiosidade científica sem aplicação prática. O comum das pessoas nem tem conhecimento delas e, quando alguma dessas curiosidades é revelada nos media, acham que terá sido «boicotada». Se alguma firma achar interessante, tratará de patentear modelos de utilidade e melhorias, virando em regra tecnologia de ponta propriedade de alguns «tios».

Uma das «tecnologias secretas» que ando a tentar divulgar é a do alumínio como fonte de energia. Pode-se retirar energia eléctrica ao alumínio por oxidação de forma muito simples como se exemplifica no video dado em baixo:

Para destacar e vulgarizar esta técnica, criei um blogue separado onde se publicará apenas questões ligadas à tecnologia da pilha de Alumínio-Ar.

Nota a 30-1-2010:

Entretanto, criei outros blogues separados para apoio a outras tecnologias:

http://solare.horabsurda.org

http://ventus.horabsurda.org

http://aqua.horabsurda.org

e

http://aluminium.horabsurda.org

Negociatas dos tios
Henrique Sousa | 25/10/2009 | 11:29 am

Atribui essa situação ao incumprimento da Ferrostaal num “número significativo de projectos de pré-contrapartidas, considerados como realizados”, à data da assinatura do contrato, em 2004. Esse incumprimento reside no facto de alguns projectos não terem tido o contributo esperado da indústria nacional e na recusa da Ferrostaal em repor os valores acordados.

via PUBLICO.PT – Guerra aberta entre a MAN Ferrostaal, Governo português e Ministério Público.

submarino_marinha_paginaApesar das muitas notícias e da constituição de arguidos, alguém consegue descortinar o que está realmente em causa nestas negociatas? Não, só mesmo os «tios» envolvidos e os «padrinhos» é que percebem, eles são especialistas em mascarar os negócios. Mesmo quando se trata de furto descarado, parece ser uma coisa muito diferente. Senão, tentemos reduzir isto dos submarinos à sua expressão mais simples:

O governo resolve comprar dois submarinos para a gloriosa armada portuguesa, porque os submarinos são uma peça essencial para o combate à pesca ilegal espanhola em águas portuguesas. Coitado do pescador que se atrever a pescar nas nossas águas quando a nossa armada dispuser de dois submarinos, um colocado estrategicamente nas Berlengas e outro em reparação.

Como os submarinos são coisas muito complexas, custam um dinheirão. Se custam um dinheirão, mil milhões são pinates, podem até ser «oferecidos» pelos alemães a quem compramos os submarinos: uma espécie de brindes em pacotes de flocos, mas ao contrário. Em vez de submarinos de plástico dentro dos pacotes são «pacotes» dentro dos submarinos. E quem beneficia com esses «pacotes»? Os tios, claro. Estou mesmo a ver os nossos «governantes» preocupados em aproveitar os «pacotes», com telefonemas e faxes e emails para os seus primos e tios a aconselhá-los a montarem empresas na hora para poderem concorrer aos «pacotes». Mas, como é de esperar, depois essas «empresas» tiocráticas, sem «know-how» algum, não conseguem agir a tempo e os alemães não andam a dormir na forma, fica tudo mergulhado em águas profundas, não fosse este negócio um negócio de submarinos…

Os cursos profissionais e as bestas dos professores
Henrique Sousa | 16/10/2009 | 6:30 pm

Os cursos profissionais constituem uma forma do Estado se ver livre de despesas no que respeita ao ensino profissional. Todos os cursos oficiais e que eram ministrados com verbas do estado português andam agora a ser financiados pela união europeia ou pela comissão europeia ou sei lá como se chamam.

O que é isso dos cursos profissionais? São cursos cujo programa é proposto por uns quantos voluntários, professores dos cursos oficiais entretanto extintos, que ficariam sem emprego se não os propusessem. Como é que se propõe um curso desses? A escola designa alguns desses tais professores para tratar disso, valendo-se da prata da casa e, melhor ou pior, os professores designados, a troco de não perder o emprego, propõem cursos onde podem ficar ocupados leccionando sensivelmente aquilo que já leccionavam antes nos cursos oficiais. O mais das vezes até se socorrem de programas feitos por outros colegas de outras escolas que propuseram cursos semelhantes para o mesmo nível etário.

Os cursos propostos pelas escolas são geralmente aprovados e funcionam da seguinte forma:

  1. Manda-se para esses cursos os piores alunos em termos de comportamento e aproveitamento, isto é, aqueles que motivam os professores a baixar o nível de exigência.
  2. É fácil baixar o nível porque em regra os programas são muito vagos e não há exames nacionais em nenhuma disciplina.
  3. Os professores não têm manuais e vêem-se compelidos a elaborar eles próprios os materiais para os alunos ou a adoptar um livro qualquer à sua escolha, que seja fácil. Mas em princípio todo o material produzido leva três logotipos, um da união europeia outro do POPH e outro do QREN, isto é, tem que se dar a entender ao aluno que são cursos de «marca», apesar de serem uma boa bodega, feitos sobre o joelho.
  4. Os alunos que vão para estes cursos já vão a pensar que são favas contadas e não se esforçam minimamente por aprender. Se algum professor tiver a veleidade, apesar das evidências, de querer transmitir conhecimento, pode reservar lugar num hospital psiquiátrico porque dá em doido.
  5. Mercê disso tudo, vive-se nessas aulas dos cursos profissionais um ambiente paranóico, à mistura com mais variantes de doenças psíquicas. O professor é o louco maior, obcecado que está por não perder o emprego, e convencido que tem que ensinar alguma coisa a pessoas que não querem aprender.
  6. Uma vez que os alunos não querem aprender, apenas estão «obrigados» pelos pais a frequentar aquelas aulas, estabelece-se um clima de indisciplina a que os professores não conseguem pôr côbro porque já não dispõem de sanções eficazes. O mandar para a rua é a solução para «premiar» os mais mal-comportados.
  7. Etc..

Os cursos profissionais são uma enorme fraude. O Ensino Técnico atingiu o nível mais baixo que alguma vez já teve.

Peço desculpas àqueles colegas que se sentirem «traídos» com este meu postal, bem sei que temos sido obrigados a calar esta vergonha «europeia» porque se estes cursecos profissionais (de que os socretinos tanto se gabam) acabarem ficamos todos sem trabalho.

Claro que a culpa disto é dos professores que trabalham pouco. Grandes bestas, toca a trabalhar, malandros! A matéria-prima é de má qualidade? Paciência, é a que temos. Os meios à disposição são maus? É o que há. O estado português tem que poupar recursos e aproveitar a mama da UE enquanto houver. E quando acabar? Paciência, partimos de novo da estaca zero. Claro que vamos ter que importar gente que saiba, talvez seja a forma de permitir o regresso àqueles que partiram em busca de emprego lá fora.

Energia eólica, Porto Santo, 1982-1986
Henrique Sousa | 11/10/2009 | 6:39 pm

f1000004

Quando, em 1982, fui requisitado pelo Governo Regional da Madeira para chefiar a Divisão de Energias Renováveis (DER) do então embrionário Laboratório Regional de Engenharia Civil,  uma das primeiras coisas que realizei foi  um programa de medição do vento na região, com início na Ilha do Porto Santo, e com vista ao aproveitamento da energia eólica. Cuidei pessoalmente, e com a colaboração dos elementos do quadro da DER, de todos os detalhes, do projecto à execução e montagem de equipamentos  em diversos locais previamente escolhidos. Trabalhei com serralheiros e pedreiros, desloquei-me aos locais, orientei e ajudei a montar. Estudei acerca do vento, aprendi com meteorologistas do INMG a ler os registos e a transpô-los para os mapas de registo. O programa de medição do vento no Porto Santo foi um sucesso, a recolha de dados foi quase a 100% e cobriu todo o ano de 1982. Uma orientação preciosa para o programa de medição do vento veio do Eng.º Humberto Fonseca do INMG  que sempre foi um adepto fervoroso da energia eólica, mas que faleceu antes de ver o resultado do nosso esforço.

Detailed specification for a Pilot Wind Power Scheme on Porto Santo - Dec. 1983

Detailed specification for a Pilot Wind Power Scheme on Porto Santo - Dec. 1983

Em 1983 o Governo Regional da Madeira contratou, sob proposta da DER, a firma britânica ERA Technology para levar a cabo estudos suplementares do vento (turbulência e determinação do perfil em altitude), bem como um estudo de viabilidade económica para um projecto piloto de energia eólica no Porto Santo baseado nos dados de vento do programa de medição efectuado.

O resultado desse estudo, em que o trabalho de campo foi de novo feito pela DER, foi a escolha do local do projecto piloto, Cabeço do Carvalho, Porto Santo. Este estudo, pioneiríssimo em Portugal, foi apresentado ao público em 1984. Não tenho registo da data exacta, mas deve ter sido ainda durante o primeiro trimestre desse ano porque o estudo da ERA tem data de Dezembro de 1983.

O «estado da arte» da energia eólica nessa altura era de máquinas com potências da ordem das poucas dezenas de kW, 30, 40, 50, sendo as de 55 kW as de topo de gama.

O governo alemão tomou conhecimento do estado de avanço do projecto do Porto Santo e dos estudos levados a cabo que apontavam para a instalação de máquinas dinamarquesas até 55 kW de potência nominal. Estava a DER a tratar já do projecto de instalação do parque eólico, que iria possivelmente ser posto a concurso, quando  é surpreendida pela oferta alemã de 8 aerogeradores da firma MAN de 30 kW cada.

O parque foi entregue para exploração à Empresa de Electricidade da Madeira, e ficou provada assim a viabilidade da utilização industrial da energia eólica em Portugal.

Porém, e apesar deste esforço pioneiro, a evolução que tiveram as energias renováveis no país foi uma desgraça. Portugal devia e podia ter acordado muito mais cedo. Quando o fez já foi tarde e não restou outra alternativa senão importar tecnologia estrangeira. Aliás é disso que a máfia local gosta, o que é que importa se o Zé tem que pagar a energia mais cara do mundo?

Hoje continuo a vislumbrar outras possibilidades tão promissoras como o vento foi outrora, mas sei que só daqui por alguns anos é que os espertos do costume se valerão das minhas ideias para fazer dinheiro, tal como fizeram com o vento.

Sei também que os espertos do costume vêm cá bisbilhotar ao blogue a ver se aprendem mais alguma coisa. Por exemplo, a ideia dos painéis fotovoltaicos nas casas que a EDP apadrinha é da minha autoria mas foi adulterada e desvirtuada.

Pode algum português votar no PS?
Henrique Sousa | 27/09/2009 | 10:13 am

Diz-se por aí que o Sócrates goza de mais popularidade que a Manuela Ferreira Leite.

Pudera, com tanto escândalo que ele tem criado! A popularidade não é sinónimo de apoio, o Isaltino Morais, a Fátima Felgueiras, o Valentim Loureiro são igualmente populares. O Bibi, o Carlos Cruz, o Paulo Pedroso e outros que tais também são populares. Napoleão e Hitler também foram e continuam a ser populares, mais depressa a gente se lembra de quem nos fez mal do que de quem foi justo ou bom.

Actualização:

PS, um partido traidor. Eu sou um nacionalista serôdio e bacoco.

Espanha, JAMÉ!

Oiçam o socialista Luís Amado o que diz aqui:

Passatempo eleitoral
Henrique Sousa | 19/09/2009 | 9:32 am

descubra

Actualização:

Exemplo de diferença: o pescador inferior não é fumador.

Mais uma:

O pescador superior não é mentiroso.

Green Mile (2)
Henrique Sousa | 16/09/2009 | 9:49 pm

TGV3

E você? Vai votar a favor do TGV?

View Results

Loading ... Loading ...

Quebrar a espinha aos professores para dar cabo do Ensino
Henrique Sousa | 17/08/2009 | 11:57 am

O último golpe no Ensino está a ser dado com as obras nas escolas.

As inúmeras escolas em obras e o martírio que isso vai representar para toda a população escolar, mormente para os professores a quem continuará a ser exigido ensino de qualidade (ai, ai, e a avaliação?!) mas que dêem as aulas em contentores como se de lixo, perdão, como lixo que são! Eles e os alunos!

Os professores e alunos deste país são lixo, e como lixo são tratados, está tudo bem! Porque se os professores e alunos não fossem lixo, recusar-se-iam a ser metidos em contentores. Não só por não serem lixo, mas porque o lixo também adoece, e contentores com ares condicionados manhosos são meio caminho andado para a propagação de doenças, para mais em período de epidemia gripal.

Os porcos da famosa gripe A1N1 vão ser trancados em contentores!

E porquê? Perguntar-se-ão os leitores. Por duas razões:

  1. Negociatas, como até os merdia já descobriram
  2. Dar o golpe de misericórdia no Ensino

Em relação aos professores, alvos a atingir para desmantelar por completo o que restava do sistema de ensino, foram tomadas sucessivas medidas para os destruir:

  1. Congelamento de carreiras, quase ninguém mais subiu na carreira o que permitiu ao governo economizar imenso nos ordenados dos professores e outros funcionários em idêntica situação.
  2. A quase totalidade dos professores efectivos foi «precarizada», com excepção dos poucos que ascenderam à categoria de «titulares». A criação desta categoria serviu para mascarar a despromoção. Os professores do Quadro de Nomeação Definitiva passaram a meros Professores do Quadro de Escola, dispensáveis.
  3. Com o objectivo de criar critérios de dispensa dos professores, foi introduzida a famigerada Avaliação de Desempenho do tipo chileno mas que os próprios chilenos recusaram.
  4. Contentorização dos professores (e seus alunos) por causa de obras absolutamente desnecessárias na maioria das escolas «intervencionadas», quando o que se justificaria seria a construção de novas escolas.

Só espero que a próxima investida contra os professores não seja metê-los em campos de concentração, mas vendo bem…

escola

Campo de concentração Domingos Sequeira - Leiria

 

Dois coelhos de uma cajadada!
Henrique Sousa | 15/08/2009 | 7:14 pm

Diário Digital

A fábrica, com capacidade para produzir até 55 milhões de litros, está a funcionar desde 2008 e abastece desde há seis meses os postos de gasóleo de Aarhus, a segunda cidade dinamarquesa.

gordoA Dinamarca enveredou pela transformação da gordura animal em biodiesel. Nada mais sensato, penso eu… Deste modo as pessoas podem e devem tornar-se obesas, brevemente se descobrirá uma forma cómoda de ir drenando a nossa gordura directamente para o tanque de combustível do carro de onde será bombeado para o motor. No fundo, o mesmo resultado que se obtém caminhando, mas desta forma a pessoa não se cansa…!!! O progresso é uma questão de preguiça. Por isso é que os alentejanos são os mais progressistas… :lol:

A crise de energia pode assim ser resolvida, e ter como efeito colateral a resolução do problema da obesidade.

Pagar 18.000 euros em vez de 600 dólares?
Henrique Sousa | 12/08/2009 | 7:02 pm

[slideboom id=87445&w=425&h=370]

Trata-se de um carro anunciado pela VW para 2010 e que gasta 1 litro aos 100 e custará 600 dólares, 421 euros ao câmbio de hoje. Novinho em folha! Claro que em Portugal será mais caro mas nunca os 18000 do Sócrates-Shai Agassi-Nissan-Renault

Mais informações acerca deste VW

O Sr. Sócrates pode meter o seu carrinho eléctrico no baú das promessas eleitorais!

Actualização:

O preço do carro não é conhecido ainda, fui induzido em erro por um site que se baseou num anúncio chinês. Procurei informação mas ninguém avança com números, o carro será vendido ao preço de mercado, logo talvez a um preço semelhante ao do LUPO, veículo da VW de 3 L aos 100. Este carro poderá circular nas autoestradas, anda a 120 km/hora. Tem características técnicas muito interessantes.

Bizarro, no mínimo!
Henrique Sousa | 12/08/2009 | 3:03 pm

callcenterRefiro-me aos serviços de «assistência técnica» oferecidos pelos operadores de telecomunicações.

Para início de conversa, devo referir que eles, operadores de telecomunicações, põem à nossa disposição um número de telefone gratuito para uma certa rede. Mas acontece que a rede pela qual podemos ser assistidos é precisamente aquela que precisa de ser reparada, e não está portanto disponível. Até podiam prometer anos de conversa gratuita numa linha avariada.

Seguidamente, quando eventualmente se liga para a «assistência técnica» somos nós que fazemos o trabalho comandados por um «robô» que nos vai perguntando como estão as luzinhas, manda abrir e fechar aparelhos, conectar e desconectar cabos, etc., gostava de saber se se pode depois enviar a conta do trabalho ao operador…

Dos «buracos» nos contratos já eu falei no post anterior e a conclusão a que se chega é que somos tratados como bestas por estes serviços porque sabem que podem proceder assim para conosco, porque somos mesmo bestas, a começar pelos próprios «escravos» deles que sabem das maroscas e dos truques baixos que impingem aos clientes, mas que se vêem obrigados a colaborar nisso para não perder os míseros 200 ou 300 euros que recebem por intermédio de firmas de negreiros que os subalugam aos operadores de telecominações, sejam elas a PT, a ZON, a Optimus, a Clix, a Vodafone ou a PQP.

We can believe in change
Henrique Sousa | 07/08/2009 | 9:40 pm

changeImagem respingada aqui.

Carro eléctrico, eco-fascismo e neo-capitalismo
Henrique Sousa | 06/08/2009 | 1:24 am
viewimages.aspx

O carro que vai ser imposto pelo eco-fascismo

Tenho-me fartado de falar aqui no blogue sobre aspectos mais ou menos técnicos do veículo eléctrico e acredito que esse tipo de transporte poderá um dia ter o seu nicho de mercado, ao lado dos outros. Eu próprio gostaria de poder um dia dispor de um veículo totalmente eléctrico pelas vantagens que lhe antevejo como a ausência de fumos, de ruído, de manutenção, entre outras. Reconheço, porém, que o grande problema do veículo eléctrico ainda está por resolver, o armazenamento da energia eléctrica. A solução que anda a ser vendida nos merdia é a das baterias de iões de lítio, em relação às quais ponho sérias reservas. Mas não é sobre isso que pretendo falar hoje.

As notícias que têm vindo a lume acerca do esquema do carro eléctrico que anda a ser montado com o «patrocínio» da Renault e da Nissan e na qual a EDP também anda já metida, é um esquema diabólico que visa impor o carro eléctrico como solução única no futuro.

Trata-se de um esquema concebido por um freelancer, um tal de Shai Agassi, israelita, esquema esse conhecido pelo nome de guerra «Better Place». Em que consiste esse esquema? Transformar o transporte numa mina semelhante à dos telemóveis, em que o utente paga por km andado tal como nos telemóveis se paga por segundo de conversação. Haveria, segundo o Sr. Shai, uma firma a quem pertenceriam as baterias dos carros e o utente, ao se abastecer, pagaria pelos quilómetros andados. Teria possivelmente um contrato de fidelização e deverão ser tomadas medidas para que apenas um tipo de bateria possa vir a ser usado nos veículos. O esquema conta com a colaboração da Renault e da Nissan e dos governos que são «comprados» para se implementar este esquema diabólico. Já foram, ao que parece, «comprados» alguns governos como parceiros para que estes apoiem com subsídios, isto é, dinheiro dos contribuintes, a compra dos carros à Renault e Nissan, bem como a construção dos postos de abastecimento que depois serão entregues aos conluios, digo, consórcios que se venham a implantar para o efeito.

Antevejo que os eco-fascistas se encarregarão de formatar os merdia, apoiando o carro eléctrico que será vendido como uma solução altamente ecológica e possivelmente a única solução no futuro, vindo ainda a ser proibidas depois, e mais ou menos rapidamente, todas as outras tecnologias. Está-se mesmo a ver que assim será, pois pelo andar da carruagem

Fishing, muito cuidado!
Henrique Sousa | 04/08/2009 | 8:02 pm

Não abram (continuação)! SMS.EXE, PERIGO! – horabsurda.com

Ontem dei conta de um cavalo de Tróia que dá pelo nome de SMS.exe e que veio parar ao meu computador não sei como. Descobri o «bicho» porque estando logado na administração de um blog, aparecia-me uma máscara do login a pedir para me logar de novo.

Farinha do mesmo saco!
Henrique Sousa | 04/08/2009 | 7:15 pm

CC&Cª: BlogConf

Resumindo e baralhando, tal qual disseram no início, esta BlogConf foi uma acção de campanha, sobre a qual eu realço que é eleitoral e tem o mote Sócrates 09. Ilações? Quanto a mim foi uma fantochada em que Sócrates falou, falou, falou, falou, falou… para decompor o baluarte oposicionista que reside na blogosfera.

Francamente! Por toda a blogosfera se sabe que o Sr. Paulo Querido é um grande oportunista, e é ele que o Sr. Sócrates escolhe para parceiro desta campanha na blogosfera. Pudera, são farinha do mesmo saco! Os trafulhas juntam-se.

Economia do Hidrogénio
Henrique Sousa | 05/06/2009 | 10:23 pm


A propalada economia do hidrogénio tem origem na tomada de electricidade.

Calinada em PÚBLICO?
Henrique Sousa | 01/06/2009 | 9:15 am

PUBLICO.PT – Sócrates acusa direita de ser “retrógada”, estar “sem ideias” e “sem liderança”

O secretário-geral do PS referiu-se ontem à noite implicitamente ao comício de Barcelos do PSD, na quinta-feira à noite, dizendo que compreende as dificuldades de mobilização da direita por ser “retrógada”, estar “sem ideias” e “sem liderança” política.

Ou o Sr. Primeiro-Ministro é uma besta quadrada (olha a novidade!), ou já se fazem sentir os efeitos da bandalheira instaurada no Ensino, conjugados com o nepotismo que grassa nos meios que detêm o poder de dar empregos à “sobrinhagem”. Se o erro foi do jornalista, ele pode sempre dizer que colocou a palavra ‘retrógada’ entre aspas.

Passemos à “acusação” do Sr. Sócrates à direita, e vamos supor que ele quis dizer retrágrada, perdão, retrógadra, …, chiça, vão todos à bardamerda! Como é que o Sr. Sócrates pode saber que a direita é aquilo que ele não sabe o que é?

A paciência tem limites!
Henrique Sousa | 30/05/2009 | 1:24 pm

Esperança de vida tira 5 euros às reformas

Com a esperança média de vida a aumentar, a pensão de reforma tende a encolher. O Instituto Nacional de Estatística (INE) veio ontem confirmar que os trabalhadores com 65 anos que, em 2009, optem por pedir a aposentação vão sofrer uma penalização de 1,32%. Só esticando o tempo de trabalho poderão minimizar as perdas.

Um país onde as pessoas acreditam na mentira contida no título desta notícia é um país de bestas que acreditam em tudo. Assim não dá, assim não vale a pena andar para aqui a blogar. Ainda ontem fui a uma palestra subordinada ao tema Dependência Energética na minha escola. Não sei quem organizou nem quero saber. Só sei que estava uma besta a falar daquelas asneiras que os «merdia» e os governos propalam, «aquecimento global» antropogénico, economia do hidrogénio, etc.. Eu não aguentei e tive que intervir para evitar que uma besta daquelas andasse a formatar a cabeça dos miúdos com “balelas”. Afirmei, alto e bom som, que isso eram mentiras e saí porta fora.

A paciência tem limites!

O AR É O COMBUSTÍVEL DO FUTURO!
Henrique Sousa | 23/05/2009 | 11:21 am

World’s first battery fuelled by air – Telegraph

Scientists say the revolutionary ‘STAIR’ St Andrews Air battery could now pave the way for a new generation of electric cars, laptops and mobile phones.

The cells are charged in a traditional way but as power is used or ‘discharged’ an open mesh section of battery draws in oxygen from the surrounding air.

Via Ondas 3

150.000 empregos?
Henrique Sousa | 15/04/2009 | 7:47 am

Sócrates vai cumprir a meta dos 150.000 desempregos (foi o que ele sempre disse, as pessoas é que percebiam o que queriam).

Vide notícias do desemprego aqui.

União europeia, aquecimento climático, crise, desemprego, tgv, política, campeonato de salto à vara, energia nuclear, aborto, tabagismo, filosofia gay e educação sexual, entre outras coisas
Henrique Sousa | 09/04/2009 | 7:22 pm

Fusão fria, um velho sonho dos políticos
Henrique Sousa | 27/03/2009 | 9:19 am

Ainda os irei ver a beber petróleo… « perspectivas

Researchers at a US Navy laboratory have unveiled what they say is “significant” evidence of cold fusion, a potential energy source that has many skeptics in the scientific community. The scientists on Monday described what they called the first clear visual evidence that low-energy nuclear reaction LENR, or cold fusion devices can produce neutrons, subatomic particles that scientists say are indicative of nuclear reactions.

Ver o resto da notícia aqui.

Hà 20 anos atrás muitos foram os «cientistas» de todo o mundo que embarcaram no embuste da «fusão fria», como hoje se embarca no embuste do «aquecimento global». Os «cientistas» só estão mesmo interessados em algo que sirva para desapertar os cordões das «bolsas», se tiverem que se dedicar ao estudo do pénis do piolho para poderem ter bolsas, será o pénis do piolho que eles estudarão. Como os cordões das bolsas são controlados por políticos (burros em questões de ciência e não só), que só querem saber de coisas que lhes possam dar dinheiro, quanto mais promissora a ideia, melhor. Fusão fria? Porque não? $$$$$$$$$!

Professores, TIC, Magalhães, obras nas escolas, etc.
Henrique Sousa | 14/03/2009 | 11:42 pm

Repare-se que todos estes assuntos têm a ver com o mesmo: na minha opinião o móbil de tudo é o dinheiro.

A máfia vê nas escolas uma grande mama. Pode, com base no inegável enorme atraso do Ensino em Portugal, alegar que precisamos modernizar, comprar equipamentos, fazer grandes obras nas escolas, do género de substituir boas bancadas de mármore por bancadas de melanina, bons quadros de ardósia por quadros interactivos, boas carteiras por cadeiras de tubos metálicos e cartão prensado, etc.. E, ainda por cima, com o advento das TIC, tudo que seja informatizar é tido como aposta de futuro, mesmo que isso exija um enorme esforço de adaptação e muito mais trabalho por parte de quem deve usar essas TIC à força.

Bem, tudo isto cheira mal, muito mal mesmo. Eu lecciono numa escola que vai ser submetida a grandes obras de remodelação cuja real necessidade não vislumbro mesmo. Por outro lado, ninguém me explica como é feito esse negócio dos Magalhães e dos portáteis. Quem paga efectivamente, quem lucra e quem perde, porque nisto dos negócios não há benemerência? O número de escolas em obras é também enorme e as verbas envolvidas são astronómicas. Se isso correspondesse a mais investimento sério no Ensino, tudo bem, valeria a pena o sacrifício. Mas eu não vejo nada de válido a ser feito, pelo contrário, só vejo destruição, a começar pela destruição do Ensino Técnico que já não existe1.

E onde foi o governo arranjar dinheiro para essas negociatas com as escolas? Aos professores, óbvio. Foi cortando nos salários dos professores que o governo arranjou verbas para desviar para essas trafulhices. Professores de Portugal, alegrai-vos, são vocês que pagam os Magalhães e as obras de destruição das escolas portuguesas.

Medina Carreira tem razão, isto é tudo uma nojeira, a corrupção impera, por dinheiro tudo é válido, destrói-se todo o Sistema de Ensino, incluindo os próprios edifícios destinados ao Ensino. Não passaria pela cabeça de nenhum técnico sério recuperar uma escola com obras de monta, apenas se pode aproveitar as férias para obras de conservação normais. É preferível fazer-se novas escolas. Imaginem, para melhor se entender, as mesmas obras em hospitais, por exemplo no Hospital de Santa Maria!!!!!! No dia em que isso se tornasse imperioso por manifesta degradação do edifício, mais valia construir um hospital de raíz. Com as escolas é o mesmo, dar aulas em contentores é como transferir enfermarias para contentores também.

_________

1 O pseudo-ensino profissional está reduzido a cursos financiados pela UE e que têm que ser propostos todos os anos e devidamente justificados, caso contrário acabam. Ou seja, são cursos muito provisórios que, sem o financiamento da UE, não existem.


Get Adobe Flash playerPlugin by wpburn.com wordpress themes