Tags: Bullying, Freeporting, Ladrões de merda, Manipulação, Pating Braving, Portuguiesing
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Tags: Bullying, Freeporting, Ladrões de merda, Manipulação, Pating Braving, Portuguiesing
A discussão em torno dos casos de suicídio de alunos e professores nas escolas encontra-se centrada no recém-descoberto fenómeno do bullying. Os intervenientes, pais, alunos e professores atiram as culpas uns para cima dos outros, mas o problema não se resume a isso, esses casos não têm apenas a «violência» dos alunos como causa. As crianças são naturalmente irrequietas e irreverentes e isso pode não ser negativo se puder ser bem aproveitado na sala de aula.
via Petição Pela reinstauração da Falta de Castigo nas escolas básicas e secundárias.
Os dois dirigentes defendem ainda a atribuição de mais poderes às escolas e aos professores e um maior acompanhamento dos problemas dos docentes pelo Ministério da Educação.
via “Caso fruto de problemas habituais” – Portugal – DN.
A única coisa que faz falta é a FALTA DE CASTIGO salazarista. 3 faltas dão suspensão por uma semana ou um mês e reincidência dá expulsão do Ensino!
Imaginem se o professor Luís pudesse ter marcado 1 ou 2 faltas de castigo. Nem precisava de ter participado SETE vezes, e estaria agora vivo. Os tais alunos talvez nem fossem expulsos porque estariam sob a ameaça de ser expulsos.
Na última semana uma professora sofreu um traumatismo craniano na mesma escola.
via Professores com medo de alunos – Ensino – Correio da Manhã.
Notícias destas só servem para traumatizar ainda mais os alunos da escola de Fitares onde o professor de música se suicidou por não aguentar mais a «traquinice» dos meninos que até, por brincadeira, o atiraram ao chão na escola. Ele devia ter levado tudo na brincadeira, caramba. Há gente sem espírito de humor que, por dá cá aquela palha, se suicida logo. Assim não dá, os professores deviam ser ensinados a levar estas coisas na brincadeira porque já ninguém espera que cumpram a velha função de ensinar alguma coisa aos alunos. Estes não querem aprender, e o Estado também não está interessado em que eles aprendam. O que é preciso é que não fiquem retidos… mais nada! Será pedir muito?
A discussão em torno deste caso encontra-se centrada no fenómeno recém-descoberto do bullying. Os intervenientes, pais, alunos e professores atiram as culpas uns para cima dos outros. Mas o problema não se resume a isso, o suicídio do professor Luís não tem apenas a violência dos alunos como causa. Se fosse só isso, ele poderia ter resolvido a questão mudando de emprego. Mas ele diz que não via alternativa e efectivamente, um professor, músico e sociólogo, de 51 anos, vai fazer o quê? É fácil arranjar outro emprego? Obviamente não! Não podia simplesmente despedir-se, sem qualquer outra perspectiva. Ir trabalhar num supermercado aos 51 anos? Mas continuar a dar aulas tornava-se cada dia mais penoso porque os alunos não lhe davam tréguas, nem a Direcção actuou no sentido de lhe resolver o problema.
Os alunos de hoje não são mais desumanos que os de outras épocas, mas estão habituados desde cedo a um clima de completa impunidade no que respeita ao mau comportamento, o que noutro tempo era «mostrado» de forma a que fosse «bem percebido». Já não se pode «mostrar» aos alunos que certos comportamentos são bastante inadequados. Conversam, por isso, na aula em voz alta, ignorando por completo a presença do professor, impedindo mesmo que este possa ensinar seja o que for. Nem têm consciência que estão a ser mal-educados. Levantam-se e passeiam na sala de aula, sem pedir autorização, como se fosse a coisa mais natural deste mundo. Jogam às cartas, brincam com telemóvel, etc.. Se o professor os admoesta por comportamentos inadequados eles mostram-se revoltados e injustiçados porque não foram só eles a ter esse comportamento, logo é injusto que o professor não admoeste todos de uma assentada. Etc..
Porque é que os alunos são assim? Porque têm as costas quentes. Têm as costas aquecidas pelo abraço fraterno do poder que lhes dá todas as garantias possíveis e eles não são burros. Sabem que o poder precisa deles, precisa mostrar estatísticas de sucesso. Percebem que o professor também precisa deles, sem eles estaria desempregado. Percebem que o professor não lhes pode aplicar qualquer sanção convincente como uma falta de castigo com consequências sérias. O simples facto de isso eventualmente ser possível já traria algum sossego em certas turmas. O espectro da expulsão seria persuasivo, vão por mim.
E os pais? Os pais de hoje são diferentes dos de ontem? De certo modo sim, se antes os pais partiam do princípio que o professor era um prolongamento da autoridade paterna e garantia a educação que eles gostariam de dar aos filhos, e autorizavam o professor a bater nos meninos quando fosse preciso, na sociedade competitiva em que hoje vivemos o professor é alguém que compete connosco no mercado de trabalho, é um adversário a abater, é o inimigo e, para além disso, «o meu filho é o melhor deles todos» e ai de quem disser mal dele (porque bater já nem se usa).
Mas os próprios pais estão sob a mira da sociedade politicamente correcta, anti-violência doméstica, ai do pai ou da mãe que dê uma boa tareia aos meninos. Pior ainda se for um progenitor apenas, separado, viúvo ou solteiro. Vizinhos, escola, psicólogos, ficam todos de olho nele para ver se ele não se descai com alguma sova merecida ou não. Tiram-lhe logo a(s) criança(s) e entregam a uma família de acolhimento ou a uma instituição.
Estamos todos fritos, pais, filhos e professores, essa é que é essa. Há solução? Sim, para já devolver a autoridade aos pais e professores, para bem das crianças.
O caso do professor que se matou, impelido pelo comportamento dos seus alunos.
Mais de um mês depois do sucedido, sai a notícia nos jornais. Sintomático! Alguém pretendeu subtrair o caso à opinião pública ou fazê-lo passar despercebido. Agora sai a notícia e, com o tempo e experiência que entretanto se ganhou, os MERDIA transmitem a ideia ou «sugerem» que o dito professor, que também era cronista de um jornal local, era doente mental. Ou seja, querem que acreditemos que aos 51 anos de idade a doença dele (e não a situação que ele invoca) veio subitamente ao de cima e ele resolveu matar-se. A justificação que ele deu é fruto da doença, ele poderia ter dado outra qualquer, como por exemplo, que o cão dele fugiu de casa, zangou-se com a namorada, descobriu que tinha um tumor maligno, que era seropositivo, etc.. Mas não lhe ocorreu mais nada senão dizer que não aguentava já aquela vida com esses alunos mal-educados (coitadinhos) e que, não tendo outro meio de vida, resolvia assim os seus problemas. Ele nem sequer se lembrou, antes disso, de participar desses alunos à Direcção da Escola, apenas escreveu 7 recados ao Director mas o Director julgou tratar-se de crónicas que ele escrevia no Oeiras Local, e não deu importância ao facto.
O dito professor (doente mental declarado e atestado por entidades sanitárias) alega ainda que não tinha outro meio de vida. Parvoíce doentia. Tinha pois, ele é que não se informou ou não quis informar-se. Podia ter entrado para um Centro de Novas Oportunidades e tirava um mestrado em Sociologia seguido de doutoramento honoris causa. Bastaria fazer copy&paste da internet em sites adequados (hora absurda, p.e.) e entregar lá no CNO de Oeiras e estaria apto, com o dito doutoramento a entrar para um call center da PT e depois… depois arranjava uns padrinhos maçons lá dentro e poderia até chegar à posição que agora detém o Rui Pedro SOARES BARROSO ou mesmo a Primeiro-Ministro da República Maçónica Portuguesa. Falta de imaginação criativa é o que é, esses professorzecos de merda não têm iniciativa nenhuma e é por isso que o País não avança e não progride como a Sicília por exemplo. Vai ser preciso começar a limpar o sebo a alguns cronistas que não alinham com os métodos mafiosos do governo socretino e veremos que isto vai ao lugar…
Mas melhor do que mandar matá-los é deixar que eles próprios se suicidem, podendo depois dizer-se que são LOUCOS!
Nota: Este artigo foi escrito por um professor que enlouqueceu por causa dos seus alunos.
A tipificação de situações que não são novas mas que, face às actuais realidades sociais, adquirem contornos perversos, identifica aquilo a que se designa por bullying e que mais não é que o exercício de violência sobre certos indivíduos de um grupo. A violência pode ser gratuita e ter na sua base comportamentos menos aceites pelos que exercem a violência ou para eliminar pessoas que, pela sua postura íntegra, ponham em causa a legitimidade dos que exercem a violência.
Leymann (1990), através da sua investigação sustenta que o bullying apresenta diferentes fases no tempo, revelando cursos mais ou menos estereotipados:
1 – Incidentes críticos: Muitas vezes começando com um pequeno conflito que vai assumindo maior dimensão na escala de relacionamento negativo. Aqui ainda não temos o bullying propriamente dito, mas o início que se não for parado pode criar uma escalada de violência;2 – Mobbing e estigmatização: Ser sujeito a comportamentos negativos diariamente ou num longo período de tempo, transforma pequenas tensões normais em situações de claro abuso, podendo desencadear estigma no contexto de trabalho. A intenção do grupo é de alguma forma “punir a pessoa” alvo do estigma através da manipulação agressiva;3 – Gestão de Recursos Humanos: Quando a organização toma consciência do caso e decide actuar o caso passa a ser “oficial”. A maior parte das vezes a tendência é para culpar a vítima, já que a formação destes profissionais tem como filosofia “a resolução do problema”, como o estigma trouxe até à GRH a ideia que aquela pessoa é complicada a primeira reacção é “como é que nos vamos livrar deste pessoa/problema?!”. A partir desta fase a pessoa fica definitivamente “rotulada”, e é através dos erros de atribuição feitos pelos colegas e pelas chefias que o fenómeno é interpretado, atribuindo-se a situação às características individuais da vítima (problemática, incompetente, conflituosa, etc.), e não ao ambiente de trabalho;4 – Diagnósticos incorrectos: Devido a má preparação profissional de médicos e psicólogos no que respeita a esta realidade psicossocial, facilmente se diagnostica estas pessoas com entidades nosológicas do tipo “personalidade paranóico, desordem maníaco-depressiva”, o que em nada ajuda, quer ao retorno destas pessoas ao seu anterior posto de trabalho, quer a uma orientação vocacional que tenha as características organizacionais em consideração; e5 – Expulsão: Normalmente a pessoa vítima de actos negativos por parte de pessoas ou organizações desenvolve patologias severas que a afastam do posto de trabalho, levando a que esta se demita ou que seja pela organização dispensada.






