Posts tagged ‘Aumento do Desemprego’

Assim vai o ensino privado…
Henrique Sousa | 26/03/2010 | 11:54 pm

O Externato Lumen, no Porto, fechou este mês por falta de recursos financeiros. O encerramento motivou a transferência, a meio do segundo período, dos cerca de 40 alunos matriculados para outros estabelecimentos de ensino. Os professores queixam-se de três meses de salários em atraso. De acordo com o director, Vítor Martins, o futuro da empresa que gere o Lumen poderá passar pela insolvência.

via Público – Colégio Lumen fechou por falta de meios financeiros.

Quando (III)
Henrique Sousa | 20/03/2010 | 2:51 pm

País miserável!

Quando a miséria é tanta que muitas pessoas só mandam os filhos para a escola quando têm subsídio de alimentação e transporte para eles, não estamos decerto a falar de um país europeu com mil anos de existência. Estamos a falar possivelmente de algum país ao sul do Magrebe.

Quando (II)
Henrique Sousa | 18/03/2010 | 3:38 pm

É o fim deste País!

Quando se chega ao extremo de preferir uma reforma muito penalizada ao prolongamento da vida activa, nada mais resta a dizer do país. Acabou, afundou-se, é cadáver que só serve aos abutres que irão continuar a comer-lhe a carne podre e nauseabunda.

Deus tenha a sua alma em paz!

Quando (I)
Henrique Sousa | 18/03/2010 | 8:17 am

Para a Sibéria com o gajo!

Quando se chega a este ponto de gozação em que até os profissionais cometem gafes destas, mais vale resignar ou venha de lá a necessária Ditadura para evitar situações como esta que colocam mal o Grande Líder.

Vinte mil léguas submarinas
Henrique Sousa | 06/03/2010 | 11:10 am

Só em Fevereiro poderão ter entrado na Caixa Geral de Aposentações CGA 20 mil pedidos de reforma, muitos dos quais com penalização. A questão das reformas foi um dos motivos que estiveram na origem da greve de ontem, quinta-feira, da Função Pública.

via Vinte mil pedidos de reforma antecipada – JN.

Os funcionários públicos estão a aposentar-se mais cedo pois receiam que as condições para a aposentação se agravem ou que não haja qualquer benefício em continuar a trabalhar. Para auferir a mesma reforma (ou menos) daqui a alguns anos, quando já não valer a pena porque a idade não perdoa, mais vale aceitar 50% do salário actual e poupar no consumo, ajudando a afundar mais a «economia tiocrática nacional». Eu também estou no rol dos 20.000, isto é, somos 20.001 a pedir a reforma.

Os nossos substitutos (se houver) vão ser pessoas contratadas a prazo com salários de miséria e também não vão ajudar a «economia tiocrática». Eu vou vender o carro por tuta e meia e passo a andar a pé, e vou reduzir ao máximo as despesas. Se puder, ainda procuro uma ocupação, tirando lugar aos jovens.

Eu só gostava de conhecer os crâneos economistas que fazem os orçamentos do Estado. No mínimo, cuspia-lhes na cara!

A maior catástrofe em 100 anos no Continente
Henrique Sousa | 22/02/2010 | 10:04 pm

Viva a ditadura do silêncio!
Henrique Sousa | 18/02/2010 | 7:29 am

Baptista classifica de “patéticos” os apelos do secretário-geral para reunir todos os órgãos directivos e frisa que “este não é o Partido Socialista Nacional Alemão”. Por fim, pede o funcionamento regular dos órgãos do PS e lamenta que Sócrates tenha apelado ao diálogo “apenas e só por se encontrar numa situação difícil”.

via Dirigente do PS diz que o partido vive sob uma “ditadura do silêncio” e que Sócrates quer accionar “o rebanho” – Política – PUBLICO.PT.

Viva a ditadura do silêncio!
Henrique Sousa | 18/02/2010 | 7:28 am

Baptista classifica de “patéticos” os apelos do secretário-geral para reunir todos os órgãos directivos e frisa que “este não é o Partido Socialista Nacional Alemão”. Por fim, pede o funcionamento regular dos órgãos do PS e lamenta que Sócrates tenha apelado ao diálogo “apenas e só por se encontrar numa situação difícil”.

via Dirigente do PS diz que o partido vive sob uma “ditadura do silêncio” e que Sócrates quer accionar “o rebanho” – Política – PUBLICO.PT.

Abaixo a humanidade em PDF
Henrique Sousa | 18/01/2010 | 7:08 pm


Futuros Sr.s Dr.s e Eng.ºs
Henrique Sousa | 01/01/2010 | 12:03 pm

Hay ciertos puntos de la Reforma educativa española que resultan especialmente conflictivos. Pensemos, por ejemplo, en la ESO, que obliga a todos los adolescentes, hasta sus 16 años de edad, a seguir un mismo tipo de estudios. No teniendo todos ellos las mismas aptitudes mentales, ni las mismas ganas de estudiar, esta disposición legal obliga a estar en las aulas a un contingente de alumnos que ni pueden ni quieren estudiar, con lo cual plantean unos problemas de disciplina, orden y convivencia académicos que entorpecen enormemente el trabajo docente y originan la frustración en las aulas.

José Maria Quintana Cabanas

via ProfBlog: Para a crítica do eduquês. Por que razão as reformas educativas têm piorado o ensino? -1.

Estás desempregado? Apoia o casamento gay!
Henrique Sousa | 14/11/2009 | 10:30 am

Vivemos no reino da estimulação contraditória; se Kafka vivesse, mudava o nome do seu livro de “Processo” para “Europa”. A estimulação contraditória remete-nos para a inadequação de um certo pensamento que se pretende, alegadamente, lógico ao real mas que nos faz pensar no episódio de “O Rinoceronte”, de Ionesco, onde, enquanto vários rinocerontes circulam pela cidade, um representante da religião política oficial e única, vem responder às angústias dos habitantes através de silogismos. E quando dois milhões de portugueses estão no limiar da pobreza, a religião política do leviatão quer impôr, contra a opinião da maioria do povo, o “casamento” gay e a adopção de crianças por duplas de gays. Eis um bom exemplo de estimulação contraditória.

via perspectivas.

Ora, aqui está a fórmula para acabar com o desemprego. As empresas só conseguem ser rentáveis se despedirem pessoal. Ainda hoje li nas notícias que uma fábrica qualquer ia ter que despedir metade dos trabalhadores para continuar a laborar. E quem é que se despede primeiro? Os machistas, claro, porque são aqueles que reivindicam salários mais altos. Voltam-se para o patrão e dizem:

- Ou me pagas mais, ou levas no focinho!

E o patrão, com medo de levar no focinho, paga. Ou então despedem-nos. Por isso, já toda a gente anda a pensar duas vezes e as pessoas preferem virar maricas do que perder o emprego. Sempre é melhor ganhar qualquer coisa do que não ganhar nada.

É preciso quebrar a espinha a estes machistas. Uns dias de Sibéria (desemprego) nunca fizeram mal a ninguém.

Os cursos profissionais e as bestas dos professores
Henrique Sousa | 16/10/2009 | 6:30 pm

Os cursos profissionais constituem uma forma do Estado se ver livre de despesas no que respeita ao ensino profissional. Todos os cursos oficiais e que eram ministrados com verbas do estado português andam agora a ser financiados pela união europeia ou pela comissão europeia ou sei lá como se chamam.

O que é isso dos cursos profissionais? São cursos cujo programa é proposto por uns quantos voluntários, professores dos cursos oficiais entretanto extintos, que ficariam sem emprego se não os propusessem. Como é que se propõe um curso desses? A escola designa alguns desses tais professores para tratar disso, valendo-se da prata da casa e, melhor ou pior, os professores designados, a troco de não perder o emprego, propõem cursos onde podem ficar ocupados leccionando sensivelmente aquilo que já leccionavam antes nos cursos oficiais. O mais das vezes até se socorrem de programas feitos por outros colegas de outras escolas que propuseram cursos semelhantes para o mesmo nível etário.

Os cursos propostos pelas escolas são geralmente aprovados e funcionam da seguinte forma:

  1. Manda-se para esses cursos os piores alunos em termos de comportamento e aproveitamento, isto é, aqueles que motivam os professores a baixar o nível de exigência.
  2. É fácil baixar o nível porque em regra os programas são muito vagos e não há exames nacionais em nenhuma disciplina.
  3. Os professores não têm manuais e vêem-se compelidos a elaborar eles próprios os materiais para os alunos ou a adoptar um livro qualquer à sua escolha, que seja fácil. Mas em princípio todo o material produzido leva três logotipos, um da união europeia outro do POPH e outro do QREN, isto é, tem que se dar a entender ao aluno que são cursos de «marca», apesar de serem uma boa bodega, feitos sobre o joelho.
  4. Os alunos que vão para estes cursos já vão a pensar que são favas contadas e não se esforçam minimamente por aprender. Se algum professor tiver a veleidade, apesar das evidências, de querer transmitir conhecimento, pode reservar lugar num hospital psiquiátrico porque dá em doido.
  5. Mercê disso tudo, vive-se nessas aulas dos cursos profissionais um ambiente paranóico, à mistura com mais variantes de doenças psíquicas. O professor é o louco maior, obcecado que está por não perder o emprego, e convencido que tem que ensinar alguma coisa a pessoas que não querem aprender.
  6. Uma vez que os alunos não querem aprender, apenas estão «obrigados» pelos pais a frequentar aquelas aulas, estabelece-se um clima de indisciplina a que os professores não conseguem pôr côbro porque já não dispõem de sanções eficazes. O mandar para a rua é a solução para «premiar» os mais mal-comportados.
  7. Etc..

Os cursos profissionais são uma enorme fraude. O Ensino Técnico atingiu o nível mais baixo que alguma vez já teve.

Peço desculpas àqueles colegas que se sentirem «traídos» com este meu postal, bem sei que temos sido obrigados a calar esta vergonha «europeia» porque se estes cursecos profissionais (de que os socretinos tanto se gabam) acabarem ficamos todos sem trabalho.

Claro que a culpa disto é dos professores que trabalham pouco. Grandes bestas, toca a trabalhar, malandros! A matéria-prima é de má qualidade? Paciência, é a que temos. Os meios à disposição são maus? É o que há. O estado português tem que poupar recursos e aproveitar a mama da UE enquanto houver. E quando acabar? Paciência, partimos de novo da estaca zero. Claro que vamos ter que importar gente que saiba, talvez seja a forma de permitir o regresso àqueles que partiram em busca de emprego lá fora.

Adivinha, adivinha…
Henrique Sousa | 13/10/2009 | 4:57 pm

Porque é que o Sócrates passou a andar de muletas em 2006?

 

coxo

 

Resposta: Porque mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo!

Mais um manifesto!
Henrique Sousa | 10/10/2009 | 8:35 pm

trabalho

Acabo de descobrir mais um manifesto. Este vem assinado pelo grupo Krisis, que não conheço nem mais gordo nem mais magro. A origem geográfica inspira cautela, o que se lê tem porém alguma lógica (ainda não li tudo). Eu não sei se, como eles defendem, o trabalho acabou ou se o que escasseia é a boa-vontade. Pois por mais automatizada que esteja a produção de bens, há sempre o que se possa fazer.  Porém, creio também que o trabalho, tal como geralmente entendido, morreu. Então porque é que continuam a prometer-nos esse trabalho, quando se sabe que ele está morto?

 

I. A DITADURA DO TRABALHO MORTO

Um cadáver domina a sociedade – o cadáver do trabalho. Todas as potências do globo estão coligadas em defesa desta dominação: o Papa e o Banco Mundial, Tony Blair e Jörg Haider, sindicatos e empresários, ecologistas alemães e socialistas franceses. Todos eles só têm uma palavra na boca: trabalho, trabalho, trabalho.

Cada um tem que poder viver do seu trabalho, reza o princípio em vigor. Poder viver é, portanto, algo que está condicionado pelo trabalho, e não há direito à vida onde esta condição não estiver preenchida.

Johann Gottlieb Fichte

Fundamentos do Direito Natural segundo os Princípios da Doutrina da Ciência, 1797.


Quem ainda não desaprendeu de pensar reconhece sem dificuldade a inconsistência desta posição. Porque a sociedade dominada pelo trabalho não vive uma crise transitória, antes está chegada ao seu limite último. Na sequência da revolução microelectrónica, a produção de riqueza desligou-se cada vez mais da utilização da força de trabalho humano – numa escala até há poucas décadas apenas imaginável na ficção científica. Ninguém pode afirmar com seriedade que este processo voltará a parar, e muito menos que possa ser invertido. A venda dessa mercadoria que é a força de trabalho será no século XXI tão promissora como foi no século XX a venda de diligências. Porém, nesta sociedade, quem não consegue vender a sua força de trabalho torna-se «supérfluo» e é atirado para a lixeira social.

Quem não trabalha, não come! Este princípio cínico continua em vigor, hoje mais do que nunca, precisamente porque está a tornar-se irremediavelmente obsoleto. Trata-se de um absurdo: a sociedade, nunca como agora, que o trabalho se tornou supérfluo, se apresentou tanto como uma sociedade organizada em torno do trabalho. Precisamente no momento em que está a morrer, o trabalho revela-se uma potência totalitária que não tolera nenhum outro deus junto de si. Dentro da vida psíquica, dentro dos poros do dia a dia, o trabalho determina o pensamento e os comportamentos. E ninguém poupa despesas para prolongar artificialmente a vida desse ídolo, o trabalho. O grito paranóico dos que clamam por «emprego» justifica até que se aumente a destruição dos recursos naturais, com resultados há muito conhecidos. Os últimos obstáculos à total comercialização de todas as relações sociais podem ser postos de lado, sem qualquer crítica, na mira de meia dúzia de miseráveis «postos de trabalho». E a ideia de que é melhor ter um trabalho «qualquer» do que não ter nenhum trabalho tornou-se uma profissão de fé universalmente exigida.

Quanto mais se torna claro que a sociedade do trabalho chegou definitivamente ao fim, mais violentamente se recalca este facto na consciência pública. Por diferentes que possam ser, porventura, os métodos de tal recalca mento, têm um denominador comum: o facto, mundialmente constatável, de o trabalho se revelar irracional enquanto fim em si mesmo, de ser algo que se tornou a si próprio obsoleto, é transformado, com a obstinação típica de um sistema delirante, em fracasso pessoal ou colectivo dos indivíduos, das empresas ou de certas «localizações» geográficas. As limitações, que objectivamente são do próprio trabalho, devem passar por problema subjectivo dos excluídos.

Enquanto para uns o desemprego se deve a reivindicações exageradas, à falta de disponibilidade ou de flexibilidade, outros acusam os «seus» gestores e políticos de incompetência, de corrupção, de ganância ou de traição a determinadas regiões. Mas, ao fim e ao cabo, toda essa gente está de acordo com o ex-presidente da Alemanha, Roman Herzog: seria preciso um «abanão» em todo o país, exactamente como se o problema fosse idêntico à falta de motivação de uma equipa de futebol ou de uma seita política. Todos devem, «de uma forma ou de outra», agarrar-se ao remo com força, mesmo que o remo tenha desaparecido há muito, e todos devem, «de uma forma ou de outra», pôr mãos à obra, mesmo que já não haja nada para fazer (ou só coisas sem sentido). O subtexto desta mensagem triste é inequívoco: aquele que, apesar da sua aplicação, não obtiver as boas graças do ídolo trabalho é responsável por essa situação, e não tem que haver problemas de consciência em abatê-lo ao activo ou pô-lo na rua.

E esta mesma lei, que dita o sacrifício do homem, vigora à escala mundial. Uns após outros, países inteiros vão sendo triturados pela engrenagem do totalitarismo económico, comprovando sempre o mesmo: pecaram contra as chamadas leis do mercado. Quem não se «adaptar» incondicionalmente e sem reservas ao curso cego da concorrência total será punido pela lógica da rentabilidade. Os que hoje são promissores serão a sucata económica de amanhã. Mas os psicóticos económicos dominantes nem por isso se deixam abalar minimamente na sua bizarra explicação do mundo. Três quartos da população mundial foram já declarados, em maior ou menor medida, lixo social. As «localizações» privilegiadas desaparecem em catadupa. Depois do desastre dos «países em vias de desenvolvimento», do Sul, e depois dessa secção da sociedade mundial do trabalho que era o capitalismo de Estado, no Leste, são os alunos exemplares da economia de mercado do Sudeste asiático que desaparecem no inferno das falências. E também na Europa alastra há muito o pânico social. Mas, na política e na gestão, os respectivos cavaleiros-da-triste-figura limitam-se a prosseguir, cada vez com mais raiva, a sua cruzada em nome do ídolo trabalho.

Continua… krisis » Blog Archiv » Manifesto contra o trabalho

Democracia à europeia
Henrique Sousa | 04/10/2009 | 12:41 am

Sócrates enaltece a vitória do “sim” ao Tratado de Lisboa – PUBLICO.PT

À segunda foi de vez. A Irlanda aprovou o Tratado de Lisboa e os resultados definitivos foram conhecidos hoje

howlongfreePerguntas que ficam no ar. Se a Irlanda tivesse votado «Sim», o referendo teria sido repetido? “À segunda foi de vez!”, isto é, uma vez conseguido o resultado pretendido, acabou-se a democracia, «os resultados definitivos foram conhecidos hoje».

Eu estou absolutamente de acordo com esta forma de consultar o povo. O povo às vezes escolhe mal, foi o caso dos irlandeses na primeira votação, e é legítimo dar-se uma segunda oportunidade à democracia. Principalmente depois de um período em que se obriga o povo a passar mal para verem que escolheram mal quando votaram «Não». A fome faz milagres, estou também convencido que os portugueses aceitariam facilmente o domínio espanhol se a situação ficasse ainda mais preta do que já está.

Viva a Espanha, viva a Europa, o Sócrates é que tem razão: «Por um país mais pobre!»

Mas a democracia só dá uma segunda chance quando o povo vota mal. No caso do referendo sobre o aborto em Portugal o povo votou bem, não há qualquer necessidade de repetir o referendo.

Viva o aborto, viva o Sócrates!

Só os terroristas é que podem não estar de acordo com os resultados definitivos destes referendos socrático-europeus e a esses só lhes resta enveredar pela guerrilha nacionalista bacoca e retrógrada, como forma de se oporem à democracia europeia.

Aproxima-se o dia 5 de Outubro. Nesse dia do ano de 1143 realizou-se a Conferência de Zamora onde foi reconhecida a Independência de Portugal. Este ano comemora-se a Dependência de Portugal?


Pode algum português votar no PS?
Henrique Sousa | 27/09/2009 | 10:13 am

Diz-se por aí que o Sócrates goza de mais popularidade que a Manuela Ferreira Leite.

Pudera, com tanto escândalo que ele tem criado! A popularidade não é sinónimo de apoio, o Isaltino Morais, a Fátima Felgueiras, o Valentim Loureiro são igualmente populares. O Bibi, o Carlos Cruz, o Paulo Pedroso e outros que tais também são populares. Napoleão e Hitler também foram e continuam a ser populares, mais depressa a gente se lembra de quem nos fez mal do que de quem foi justo ou bom.

Actualização:

PS, um partido traidor. Eu sou um nacionalista serôdio e bacoco.

Espanha, JAMÉ!

Oiçam o socialista Luís Amado o que diz aqui:

Prioridade: reduzir o défice à custa das reformas
Henrique Sousa | 21/09/2009 | 7:33 am

BBC NEWS | Europe | Country profiles | Country profile: Portugal

Prime minister: Jose Socrates

Victory in February 2005 elections went to the Socialist Party led by Jose Socrates. The Socialists gained their first absolute majority in parliament since democracy returned to Portugal in 1974.

PM Jose Socrates

Jose Socrates: His Socialist Party regained power in 2005

On taking office, Mr Socrates said his priority would be to revive the economy – which has been near the bottom of the European league tables for years – and to stem rising unemployment.

His government has since sharply cut spending, by reducing pensions, raising the retirement age and withdrawing civil service benefits in an attempt to reduce one of Europe’s biggest budget deficits.

The reforms – which some claim are destroying social rights – have prompted repeated protests mostly among public sector workers.

Mr Socrates was 47 when the elections took place. He served as environment minister in the last Socialist government and became the party’s leader in 2004.

President Sampaio had called the elections early amidst growing discontent over the failure of the previous centre-right government led by Pedro Santana Lopes to tackle the country’s mounting economic problems.

Grande obra fez o governo de José Sócrates. Colocou as contas em dia à custa dos pensionistas, à custa da congelação de salários aos funcionários, à custa de um enorme favor aos chineses e à economia global, transformou Portugal numa Nova China de salários miseráveis e contribuiu deste modo para a crise mundial que mais não é que uma crise de falta de dinheiro em circulação. As pessoas não têm dinheiro, estão depauperadas. E o Sócrates ajudou bastante.

Desemprego conta para alguma coisa?
Henrique Sousa | 21/08/2009 | 8:40 pm

Mais 22,4% de desempregados inscritos nos centros de emprego no 1º semestre – JN

Número de desempregados inscritos nos centros de emprego, excluindo regiões autónomas, subiu em média 22,4 por cento no primeiro semestre, face igual período de 2008.

burroSe acham que o desemprego indica alguma coisa em termos de boa/má governação, desenganem-se porque a ECONOMIA CRESCEU 0,3%. Seria muita estupidez da minha parte não reconhecer o mérito do governo de Sócrates que conseguiu em plena crise fazer crescer de 0,3% a economia, não interessa se esse crescimento se deu ou não à custa do desemprego. Mas num ponto continuo a ser estúpido até dizer chega. A economia cresceu para quem? Para os desempregados e seus familiares não terá sido de certeza…

INSTITUTO DE «EMPREGO»???
Henrique Sousa | 21/08/2009 | 2:29 pm

ECONOMIA – PUBLICO.PT

Findo este prazo, cerca de 70 trabalhadores declararam transitar para o regime do contrato individual de trabalho. Cerca de 80 optaram por manter o vínculo à função pública, cessando a comissão de serviço. Mas cerca de 40 não manifestaram a sua preferência e colocaram “algumas condições, tal como transitar para o regime do contrato individual de trabalho, mas mantendo a Caixa Geral de Aposentações e a ADSE”. E, entretanto, aposentaram-se cerca de 25 trabalhadores. Foi face a estas respostas que o conselho directivo decidiu fazer cessar a comissão de serviço especial a todos estes trabalhadores.

Negociações climáticas!!! Ao que chegámos!
Henrique Sousa | 13/06/2009 | 11:52 am

alteraclima2

PUBLICO.PT – Desacordo sobre redução de emissões de CO2 bloqueia negociações climáticas

“A fasquia dos 25 aos 40 por cento tornou-se numa espécie de farol”, comentou Yvo de Boer, director do Secretariado da ONU para as Alterações Climáticas. “As pessoas estão a considerá-la uma forma de medir o sucesso de Copenhaga”.

A notícia que aqui se refere, bem espremida, diz o seguinte:

Manuel dos Anzóis, patrão das alterações climáticas na OMUS, acha que se deve reduzir as emissões de 40%, enquanto Joaquim dos Mentóis acha que é pouco e seria bom apontar para 60%. Nisto o João Pasquim diz que seriam suficientes 10%, enquanto a Laura Florinda acha que menos que 80% é um desaforo. O CO2 é um inimigo mortal que anda a estragar o clima, no tempo dos nossos avós que andavam de burro é que era bom, o clima era certinho que nem um relógio, sabia-se exacatamente o que ia acontecer no dia seguinte, nem sequer eram precisos os meteorologistas, vinha tudo no Borda d’Água que estava sempre actual, todos os anos era a mesma coisa…

Agora não, desde que começámos a emitir gases de estufa (acabem com as estufas, porra, faz algum sentido emitir gases só nas estufas?), que o clima deixou de ser o que era, estamos no Verão e pensamos que é Inverno e vice-versa. Ontem saí de manga curta e rapei um frio dos diabos, imagine-se. E estamos em Junho!!!! É o aquecimento global, estúpido!

Eu acho que devemos reduzir 100% na emissão dos gases de estufa. Carvão activado é uma solução, quem sabe? Mandem parar tudo, cada um que se desenrasque como puder. Aliás, não é o que já estão a fazer com o encerramento das fábricas poluidoras? Vide esta notícia do DN.

«Vão masé trabalhar pá estrada, putaria é o que está a dar, vejam só a Paris Hilton paga a peso de ouro pelo Cristiano Ronaldo!» Vem tudo nesse novo jornal da máfia de Leiria.

A foto que ilustra este post foi tirada durante uma campanha publicitária de promoção do mito das alterações climáticas. Alegadamente, os glaciares estão a derreter (todos os anos!). A temperatura é já tão amena que se pode tomar banho nu-no-gelo!!!!!

Besta é mesmo besta! :lol:

A paciência tem limites!
Henrique Sousa | 30/05/2009 | 1:24 pm

Esperança de vida tira 5 euros às reformas

Com a esperança média de vida a aumentar, a pensão de reforma tende a encolher. O Instituto Nacional de Estatística (INE) veio ontem confirmar que os trabalhadores com 65 anos que, em 2009, optem por pedir a aposentação vão sofrer uma penalização de 1,32%. Só esticando o tempo de trabalho poderão minimizar as perdas.

Um país onde as pessoas acreditam na mentira contida no título desta notícia é um país de bestas que acreditam em tudo. Assim não dá, assim não vale a pena andar para aqui a blogar. Ainda ontem fui a uma palestra subordinada ao tema Dependência Energética na minha escola. Não sei quem organizou nem quero saber. Só sei que estava uma besta a falar daquelas asneiras que os «merdia» e os governos propalam, «aquecimento global» antropogénico, economia do hidrogénio, etc.. Eu não aguentei e tive que intervir para evitar que uma besta daquelas andasse a formatar a cabeça dos miúdos com “balelas”. Afirmei, alto e bom som, que isso eram mentiras e saí porta fora.

A paciência tem limites!

Mário Crespo!
Henrique Sousa | 25/05/2009 | 1:48 pm

O Desordenado

António Marinho Pinto está para o PS de Sócrates como o estão Vitalino Canas, Augusto Santos Silva ou Pedro Silva Pereira. É um indefectível. Tal como Sócrates, Marinho Pinto vê em tudo o que o prejudica uma urdidura de travestis do trabalho informativo. Tal como Sócrates, o Bastonário dos Advogados vê insultos nos factos com que é confrontado. E reage em disparatado ultraje e descontrolo, indigno de quem tem funções públicas. Marinho Pinto na TVI foi tão sectário como Vitalino Canas ou Santos Silva e conseguiu o prodígio de ser mais grosseiro numa entrevista do que Sócrates foi na RTP e Pedro Silva Pereira na SIC. É obra. Marinho Pinto não tem atenuantes. Não trabalhou no Ministério do Ambiente de Sócrates e, que se saiba, não faz parte do seu núcleo duro. É pois de supor que não esteja vinculado ao voto de obediência cega que tem levado os mais próximos de Sócrates à defesa do indefensável, à justificação do injustificável e a encontrar razão no irracional. Não tendo atenuantes, Marinho Pinto tem agravantes. O Estado de direito delegou na Ordem dos Advogados importantes competências reguladoras de um exercício fundamental para a sociedade. O Bastonário tem que as exercer garantindo uma série de valores que lhe foram confiados pelos seus pares. O comportamento público do Bastonário sugere que ele está a cumprir uma bizarra agenda pessoal com um registo de regularidade na defesa apaixonada de José Sócrates e do PS. O que provavelmente provocou em Marinho Pinto o seu lamentável paroxismo esbracejante em directo foi a dura comparação entre as suas denúncias sobre crimes de advogados e os denunciantes do Freeport. Se a denúncia de irregularidades na administração de bens públicos é um dever, a atoarda não concretizada é indigna. O que o Bastonário da Ordem dos Advogados disse sobre o envolvimento dos seus pares nos crimes dos seus constituintes é o equivalente aos desabafos ébrios tipo: “são todos uns ladrões” ou “carrada de gatunos”. Elaborações interessantes e de bom-tom, se proferidas meio deitado num balcão de mármore entre torresmos e copos de três. Presumo que a Ordem dos Advogados não seja isso. Nem sirva de câmara de eco às teorias esotéricas do Bastonário de que a Casa Pia foi uma Cabala para decapitar o PS ou que o Freeport é uma urdidura politico-judicial-jornalistica. Se num caso, um asilo do Estado com crianças abusadas fala por si, no outro, um mega centro comercial paredes-meias com a Rede Natura, tem uma sonoridade tão estridente como o grito de flamingos desalojados. A imagem que deu na TVI foi de um homem vítima de si próprio, dos seus excessos, do seu voluntarismo, das suas inseguranças e das suas incompetências. Marinho Pinto tentou mostrar que era o carrasco do mensageiro que tão más notícias tem trazido a José Sócrates. Fê-lo vociferando uma caterva de insultos como se tivesse a procuração bastante passada pelo Primeiro Ministro para desencorajar e punir este jornalismo de pesquisa e denúncia que tantas e embaraçosas vezes tem andado à frente do inquérito judicial. E a verdade é que sem o jornalismo da TVI não havia “caso Freeport” e acabar com Manuela Moura Guedes não o vai fazer desaparecer.

In DN, Mário Crespo

Assim vai a Justiça em Portugal!
Henrique Sousa | 20/05/2009 | 8:18 pm

Recebido por email

1. Sabem em que consiste a “manutenção” do site do ministério da justiça?

Não? Eu esclareço: trata-se de actualizar conteúdos, um trabalho que
provavelmente muitas crianças fazem lá na escola ou em casa “com uma
perna às costas”. Por falar em “costas”, acham que o ministro Costa
pediu um puto qualquer para tratar do assunto ? Não ! Trata-se de uma
tarefa altamente técnica, que justifica uma remuneração de 3.254,00
euros, mais o subsídio de almoço, claro !

2. E sabem quem tem o perfil adequado, a essa extremamente
especializada função?

Não? Eu esclareço. Trata-se de Susana Isabel Costa Dutra. Susana
Isabel Costa Dutra, é ( por um acaso daqueles que só acontecem em
Portugal) filha do ministro Alberto Costa.

Se puderem, espalhem, pois pode haver alguém que não tem acesso ao
Diário da República, ficando assim prejudicado de saber que “cá vamos,
cantando e rindo, levados, levados sim…”, pelo Partido SOCIALISTA!

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Impõe-se tomar medidas, quanto antes melhor!
Henrique Sousa | 18/04/2009 | 8:34 am

PUBLICO.PT – Agência ambiental dos EUA considera gases com efeito de estufa poluentes

«A Agência de Protecção Ambiental dos Estados Unidos EPA concluiu que as emissões de dióxido de carbono e cinco outros gases com efeito de estufa são “um perigo para saúde e bem-estar públicos das actuais e futuras gerações”. Este é primeiro passo para os EUA começarem a regulamentar estas emissões, considerando os gases poluentes relacionados com as alterações climáticas.

Este tipo de regulamentação teria implicações importantes a nível global, e não apenas nos EUA, salienta a agência AP: a exigência de que os veículos em circulação nos EUA tenham emissões mais reduzidas, ou de as centrais eléctricas ou outras indústrias terem de tomar medidas para cortar nas emissões de dióxido de carbono repercutir-se-ia em todo o mundo.

Os outros cinco gases com responsabilidades no aumento do efeito de estufa natural são o metano, óxido nitroso, hidrofluorcarbonetos, perflurocarbonetos e hexafluoreto de enxofre.

“Os altos níveis de concentração atmosférica [dos gases com efeito de estufa] são, sem qualquer ambiguidade, o resultado da actividade humana e, muito provavelmente, são a causa do aumento das temperaturas médias e outras alterações climáticas”, diz o comunicado da agência ambiental, divulgado no site http://www.epa.gov.

A elaboração de regulamentação para limitar as emissões de gases com efeito de estufa não é um processo automático: durante os próximos 60 dias, esta conclusão da EPA está em consulta pública.

Esta tomada de posição foi motivada por uma deliberação do Supremo Tribunal dos EUA há dois anos, que dizia que os gases com efeito de estufa são poluentes actualmente, a legislação federal não os considera assim, e as suas emissões deveriam ser regulamentadas se se concluísse que são prejudiciais para a saúde humana. O caso foi apresentado pelo estado do Massachusetts e centrava-se nas emissões dos escapes dos automóveis.

A Administração Bush opunha-se determinantemente a utilizar a legislação em vigor contra a poluição atmosférica Clean Air Act para lidar com as alterações climáticas. Por isso, a decisão da EPA foi sendo adiada. Mas desde os primeiros dias na Casa Branca, Barack Obama prometeu rever o caso e agir rapidamente se se justificasse a regulamentação.

Mas ainda antes da EPA ter anunciado os resultados da sua avaliação, o Congresso iniciou já a elaboração de nova legislação, que anteciparia as acções eventualmente tomadas pela agência ambiental. Tanto Obama como Lisa Jackson, a administradora da EPA, disseram já várias vezes que preferiam que fosse o Congresso a elaborar medidas para lutar contra o aquecimento global, em vez de uma acção administrativa.»

A minha proposta é:

  • Uma guerra, ou várias, de desbaste de população.
  • Promoção do aborto, eutanásia e casamento gay
  • Liberalização das drogas duras começando pelas leves
  • Venda livre de medicamentos e substâncias que contribuem para o aumento da taxa de mortalidade
  • Uma crise global mais globalizada ainda do que esta. Eu até acho que esta crise não anda a ser levada muito a sério, o que é grave. Quer me parecer que há ainda demasiado dinheiro em circulação para que as pessoas possam optar pelo
  • Suicídio assistido
  • Morte terapêutica
  • e outras formas de morte necessárias para fazer face ao
  • aumento da pobreza, a pobreza tem que aumentar e para tal é necessário
  • impedir as pessoas de pescar
  • impedir as pessoas de praticar a agricltura e a pecuária
  • impedir as pessoas de se dedicar a qualquer actividade que as conserve vivas
  • Etc., etc..

Tenho dito!

EdP, uma francesice à portuguesa
Henrique Sousa | 17/04/2009 | 7:03 pm

A EdP é uma empresa que detém o monopólio da venda de energia eléctrica em todo o país. Grande novidade que vos estou a dar, não é? A falada liberalização, que, a realizar-se, não passará afinal de contas de uma cartelização porque no negócio poderão vir a entrar outros grandes grupos ‘ibéricos’, está a revelar-se difícil de pôr em prática porque não é fácil gerir uma só rede e ter vários fornecedores.

Imaginem se o fornecimento de água fosse liberalizado. O que é que estaria a suceder de facto? A água é a mesma, vem da mesma fonte, toda a rede de distribuição está lá e tem um proprietário (a câmara municipal, por hipótese) e entram várias empresas no negócio, isto é, os consumidores iriam poder optar pela ‘empresa’ que lhes der melhores condições. Como essas ‘empresas’ compram a água à mesma fonte e têm os mesmos encargos ou até nem os têm porque recebem tudo de bandeja, o consumidor irá pagar o mesmo, ou apenas ficará mais baralhado porque as ‘empresas’ inventam imensas tarifas que conduzem ao mesmo lucro ou que até lhes proporcionam ainda mais lucro (é o que se passa nas telecomunicações e nos fornecedores de internet). Com a electricidade, tal como com os combustíveis, seria o mesmo, quem sai a perder com a ‘liberalização’ é o consumidor.

Mas deve então a EdP continuar a ter o monopólio do negócio da electricidade? Quanto a mim não, mil vezes não! A EdP é uma das máfias que impera nesta Cicília em que Portugal se transformou. E não é de hoje, a máfia EdP já existe desde há muitos anos. Toda a gente que lá trabalha faz parte da máfia, todo o ‘funcionário’ da EdP é um mafioso porque os ‘padrinhos’ tratam bem os membros da família. Todo aquele que consegue entrar para essa máfia (ele há outras parecidas) fica bem na vida. Ainda hoje fui pagar uma conta à EdP e o ‘funcionário’ que me atendeu à secretária trajava fato e gravata e tinha vários anéis de ouro nos dedos e um relógio daqueles enormes e caríssimos. E hão-de reparar que todos os ‘funcionários’ da EdP estão bem na vida, têm bons ordenados e gozam de regalias várias. Nada tenho contra isso, pelo contrário, mas o trabalho exercido, se comparado com o exercido noutros serviços que empregam jovens a recibo verde contratados a empresas negreiras como a Select, a Manpower e outras, é pago com ordenados de luxo. Adiante…

Não vejo razão para se tratar a energia eléctrica de modo diverso da água. A água, tal como o lixo e outros serviços, a energia eléctrica também, esteve e estará bem entregue às câmaras municipais. Em tempos até a produção de energia era da responsabilidade das câmaras. A centralização da produção, transporte e distribuição numa empresa nacional do tipo da EdP teve a ver com os investimentos em grandes centrais, em grandes linhas de alta tensão, subestações e etc. Mas nada obsta que as câmaras voltem a ter a produção e a distribuição a seu cargo, e que possam gerir a sua rede urbana, comprando e/ou vendendo energia à rede nacional de alta tensão e das grandes centrais.

(a continuar)

Sou mesmo uma besta quadrada
Henrique Sousa | 15/04/2009 | 2:11 pm

A recessão que o mundo enfrenta tem abalado de tal forma a estrutura económica que, desde o início do ano, já foram anunciados mais de 778,306 despedimentos: pelo menos 300 mil no sector financeiro e 478,306 mil no sector não-financeiro.

via ECONOMIA – PUBLICO.PT.

Atendendo ao meu grau confesso de falta de inteligência (sou uma simples besta com QI muito abaixo do do Sócrates – yes, I can!), alguém me explica como é possível haver desemprego a nível mundial? Avanço já que não entendo nada de economia. Mas se há desemprego mundial isso não significa que os que têm emprego andam a trabalhar em demasia e não deixam nada para os outros fazerem? Além de serem mal pagos? Quem fica a ganhar? Os «tios»?

Vá lá, ensinem-me que eu sou mesmo uma besta quadrada!

União europeia, aquecimento climático, crise, desemprego, tgv, política, campeonato de salto à vara, energia nuclear, aborto, tabagismo, filosofia gay e educação sexual, entre outras coisas
Henrique Sousa | 09/04/2009 | 7:22 pm

Cartaz muito inteligente
Henrique Sousa | 06/04/2009 | 1:14 am

PORTUGAL OUTDOOR PINÓCRATES

Alerta geral às bestas. Os «Tios» preparam os substitutos e substitutas!
Henrique Sousa | 19/03/2009 | 3:35 pm

A lógica do «inginheiro»
Henrique Sousa | 14/03/2009 | 8:39 pm

PUBLICO.PT – Sócrates acusa CGTP de ser instrumentalizada pelo PCP e Bloco de Esquerda

Neste contexto, José Sócrates acusou os sindicatos de não terem contraposto argumentos positivos e alternativos face aos do Governo.

O Sr. inginheiro tem um grande objectivo nacional que é espremer as bestas até ao tutano, como bom lacaio do neoliberalismo que ele é. Assim, ele faz «reformas» do género:

«Vamos precarizar os professores, vamos impedi-los de progredir na carreira, vamos despedir alguns, vamos compelir outros a ir antecipadamente para a reforma com uma pensão de tuta-e-meia porque a redução do défice assim o determina, isto é um objectivo do qual não podemos abdicar. Senhores sindicatos dos professores, façam propostas alternativas, mas que não comprometam o nosso objectivo. Caso contrário, como temos a maioria e os nossos deputados são todos uns vendidos que, se não respeitarem a disciplina de voto, já não serão mais eleitos para mamar na Grande Porca, aprovaremos as leis mesmo sem a vossa concordância.»

E é por isso que os sindicatos não têm contraposto argumentos positivos (positivos para quem?) e alternativos face aos do governo. E é por isso que a CGTP consegue mobilizar 200 mil, instrumentalizada ou não. Porque razão a instrumentalização levaria a mais aderência? Hoje já ninguém alinha em carnavais revolucionários, só vão às manifs quando a coisa está mesmo feia. A maioria dos professores, por exemplo, até era de um PS de esquerda moderado mas nunca mais votará PS.


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