Mudança de endereço web
Henrique Sousa | 30/03/2010 | 12:17 pm

Este blog foi clonado para outro endereço, e passa a chamar-se hora absurda 7.

Ora aí está! A escola pública tem que seguir o exemplo da privada, senão morre!
Henrique Sousa | 29/03/2010 | 9:56 am

Claro que estas situações apenas sucedem nas escolas públicas. No ensino privado, na hipótese, reduzida, de um destes alunos conseguir ser matriculado, rapidamente é expulso sem apelo nem agravo. Aqui há dois anos um colégio de Braga expulsou um aluno por mau comportamento. O pai moveu “céu e terra” e até levou o assunto aos tribunais mas não conseguiu a reentrada do filho. Isto porque o filho foi acusado, e provou-se, que além de se recusar a fazer alguns exercícios nas aulas de Educação Física costumava dar pontapés nas mochilas dos outros colegas! Imagine-se este rigor nas escolas públicas. Em algumas escolas pelo menos metade dos alunos eram expulsos logo no primeiro período!

via [Setúbal na Rede] – A violência escolar e as modas.

Bullying no Parlamento
Henrique Sousa | 28/03/2010 | 10:46 am

via Facebook

Assim vai o ensino privado…
Henrique Sousa | 26/03/2010 | 11:54 pm

O Externato Lumen, no Porto, fechou este mês por falta de recursos financeiros. O encerramento motivou a transferência, a meio do segundo período, dos cerca de 40 alunos matriculados para outros estabelecimentos de ensino. Os professores queixam-se de três meses de salários em atraso. De acordo com o director, Vítor Martins, o futuro da empresa que gere o Lumen poderá passar pela insolvência.

via Público – Colégio Lumen fechou por falta de meios financeiros.

Só queriam safar-se enquanto fosse possível
Henrique Sousa | 26/03/2010 | 3:10 pm

Sol.

Bolina do bullying
Henrique Sousa | 25/03/2010 | 6:44 pm

Mas, apesar da emoção e do debate sobre violência escolar que o caso desencadeou, ainda não está absolutamente esclarecido se a criança era realmente vítima de bullying violência física ou verbal continuada e se terá cometido suicídio.

via Leandro foi ou não vítima de bullying? – Sociedade – PUBLICO.PT.

O Bullying, que tanto agradou a gregos e troianos, afinal vai ser contornado pelo poder e pelos seus lacaios dos merdia e passará à categoria de «fragilidade» das vítimas ou, em bom Português, Weaking. Bem, é uma simples bolinadela, continuamos a ter um chavão para explorar e tentar fazer render.

Ou será que prefere acabar de vez com mais esta palhaçada para diversão das massas? Basta regressarmos às faltas de castigo que tudo acaba como por milagre. Vai uma aposta?

Andam a brincar com a vida das pessoas… Francamente!

Por favor, divulguem a petição!

Denúncia no jornal i
Henrique Sousa | 25/03/2010 | 2:08 pm

Se vierem a Chaves, poderão vislumbrar uma espécie de festival de marcas topo de gama,verdadeiros boeings sobre rodas a circular sem o menor constrangimento. Justifica-se. Aqui não há empresas e a economia é altamente paralela. No entanto, todos ignoram o facto visto que o “negócio” está magistralmente bem organizado e 90% da população ou mais usufrui da situação. Quem não adere,é visto como uma ameaça ao império da corrupção( tráfico de drogas e armas). Quem não adere, subvive. Ser honesto é um acto suicida por cá.

Via jornal i, comentário de notícia.

Parece que os fabricantes de carros topos de gama andam a distribuir viaturas em CHAVES. Será que a PJ, com base nesta denúncia, pode actuar?

Empresas alemães, Siemens e Daimler subornam governos corruptos
Henrique Sousa | 25/03/2010 | 9:06 am

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos acusou a Daimler de pagar dezenas de milhões de dólares em subornos a funcionários de, pelo menos, 22 governos, entre os quais a China, Rússia, Egipto e Grécia.

via Fabricante da Mercedes-Benz acusada de subornar vários governos.

O governo do Socraquistão estará na lista de corrompidos? Vem aí mais um escândalo?

A MENTIRA CONTINUA!
Henrique Sousa | 24/03/2010 | 11:07 pm

Apagar as luzes por uma hora – a Hora do Planeta – é não só contribuir para a preservação do nosso Planeta, como fazer parte da maior plataforma voluntária de cidadãos contra as alterações climáticas

via Junte se à Hora do Planeta! – Visao.pt.

Não é por isso que as águas das barragens já não correm para o mar. O CO2 é um gás benéfico ao PLANETA, isto é, aos seres vivos que nele habitam. Quanto mais CO2 houver na atmosfera, menos fome sofrerão os animais porque haverá mais plantas. Mas os «tios» que mandam no PLANETA não querem abundância na Terra, porque abundância significa menos negócios. Comida abundante? Credo! Os «tios» até mandam pescar menos para que o preço não desça! Isto, em época de penúria, devia ser considerado crime contra a humanidade.

Adiante! Nesse dia e nessa hora, vou tomar nota, vou acender todas as luzes que tenho em casa e as quatro bocas do fogão vão libertar CO2 q.b. e vou colocar o fogareiro na varanda e queimar tanto carvão que os vizinhos até vão estranhar porque nunca usei carvão antes. Mas é só para chatear os econazis!

ACABEM,  DE UMA VEZ POR TODAS, COM ESTA

PALHAÇADA CLIMÁTICA.

O PLANETA AGRADECE!

Os últimos são os primeiros
Henrique Sousa | 24/03/2010 | 9:35 am

Na Internet, nos blogues e fóruns de professores há propostas como a da Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (APEDE) ou os inquéritos lançados por Paulo Guinote, professor e autor do blogue A educação do meu umbigo, sobre as mudanças a fazer no 3.º ciclo.

Regressar aos 50 minutos de aula, extinguir as áreas não disciplinares, reduzir o número de disciplinas e o horário obrigatório dos alunos, criar exames obrigatórios no final de cada ciclo. Estas são algumas das propostas dos professores, expressas na Internet, onde os profissionais se queixam de não ser ouvidos pelo Ministério da Educação, pelos grupos de trabalho escolhidos pela tutela e pela comunicação social. O PÚBLICO foi lê-los e ouvi-los.

via Professores têm propostas para reajustamentos no 3.º ciclo – Educação – PUBLICO.PT.

Loucos? Pois pudera!
Henrique Sousa | 24/03/2010 | 9:24 am

O estudo constata que os mais afectados são as mulheres, os jovens dos 18 aos 24 anos, as pessoas mais sós (separados, viúvos e divorciados) e pessoas com níveis baixo e médio de literacia.

via Um em cada cinco portugueses sofre de perturbações psiquiátricas – Sociedade – PUBLICO.PT.

Porquê as mulheres e os jovens dos 18 aos 24? Conseguem vislumbrar causas plausíveis? Devem ter alguma «fragilidade psicológica», não acham?

Oportunismo sindical
Henrique Sousa | 23/03/2010 | 10:06 am

Por isso é que o país está como está. Somos todos uns oportunistas, ninguém quer resolver os problemas, apenas se aproveitam deles para reivindicar direitos e pedir batatinhas. Um exemplo disto é este documento da FENPROF com medidas para combater, alegadamente, a violência nas escolas. Para combater a violência bastava reinstaurar a falta de castigo à Salazar.

Mas a FENPROF aproveita-se do bullying para resolver o problema do desemprego, dos salários baixos, da falta de apoios diversos às famílias, da doença das vacas loucas, do aquecimento global, da erosão das costas, do lixo, da extinção do lince ibérico, casamento gay e pedofilia, entre outros assuntos.

Eu não aguento mais tanta parvoíce…

Mais um filme sobre a pilha de alumínio
Henrique Sousa | 23/03/2010 | 9:43 am


Faltas injustificadas? Falta de castigo é que é!
Henrique Sousa | 21/03/2010 | 8:29 pm

A Sr.ª Ministra Isabel Alçada, a Miss Simpatia, não deve ter mudado os assessores da anterior gerência, gerência de uma coisa a que se costuma chamar Ministério da Educação, porque vivemos num país carente dela.

Assine a petição pela Falta de Castigo.

Para se poder dar Educação, são necessários dois tipos de intervenientes: educadores e educandos. Uma coisa não funciona sem a outra. Sobre os educandos não há dúvidas, mas subsiste uma grande confusão acerca dos educadores. Uns acham que são os pais, outros acham que não, que são os professores e estes dois grupos passam o tempo todo a assacar responsabilidades mutuamente. Há algum tempo atrás foi por causa dos telemóveis que os pais dão aos filhos e que os professores lhes querem tirar. Mas a coisa não se ficou por aí, agora os alunos já brincam com objectos mais sérios, brincam com a vida dos colegas e dos professores. Os pais dão-lhes a vida e eles tiram-na uns aos outros, e até mesmo a dos professores. Mas sem o recurso à utilização de armas, apenas com aquilo a que chamam BULLYING!

Assine a petição pela Falta de Castigo.

O Bullying está na moda, o bullying é fixe, o bullying é melhor que o Toyota, veio para ficar.

Assine a petição pela Falta de Castigo.

E veio para ficar porque a ministra Alçada vai dar acções de formação sobre bullying aos professores, e ainda dizem que os alunos não têm nada a ensinar aos professores, às escolas e ao Ministério da Educação. Não sei que tipo de acções serão, se técnicas de defesa pessoal ou outra coisa qualquer. Sei é que com teoria não se vai lá, apostaria mais na Psicologia Aplicada e bem aplicada nas escolas primárias pelos professores mandatados pelos pais! Porque à medida que os meninos crescem (chama-se meninos a umas coisas que com 10 anos já vão às discotecas e bebem cerveja e… sabe-se lá!) sem levar porrada, torna-se mais difícil dar-lha quando já têm o dobro do corpo dos professores porque se alimentam com flocos que têm ferro, vitaminas, ómega 3 e ómega 4 ou 5 se houver.

Assine a petição pela Falta de Castigo.

O bullying veio para ficar porque a ministra já autoriza os professores a marcar faltas injustificadas, coisa de que os meninos não vão gostar e são capazes de se revoltar ainda mais contra os professores, exercendo mais represálias (bullying) sobre os seus carros se os «stôres» se atreverem a marcar-lhes faltas injustificadas, cujas consequências podem ser a perda do ano (mesmo assim duvido) mas nunca a expulsão, porque neste caso quem se iria revoltar seriam os pais que deixariam de ter uma creche garantida para os seus bebés de 10, 11, 12, …, 20 anos.

Assine a petição pela Falta de Castigo.



Bullying veio para ficar!



O bullying veio para ficar porque ele não se resolve com faltas de presença. Não sei o que é que o bullying tem a ver com a assiduidade dos alunos. Um aluno dá um pontapé ao professor e este marca-lhe uma falta de presença. Depois ele até pode alegar que não estava lá como a falta atesta. E se um aluno bate com a cadeira no professor? Leva duas faltas de presença? Desta forma ele apenas perde o ano e regressa no seguinte mais crescido e com ganas de matar o professor que o fez perder o ano…

Assine a petição pela Falta de Castigo.

O bullying veio para ficar porque ele se exerce também sobre os colegas mais fracos dos alunos bullycosos, que não se podem defender por falta de meios de defesa, tal como os professores. Nem sequer há já vigilantes nos intervalos porque é preciso tornar o ensino público inseguro para que os pais ponham os filhos no privado e para que se justifique privatizar as escolas (depois de beneficiadas com dinheiro do Estado) sob a desculpa de serem inseguras.

Assine a petição pela Falta de Castigo.

Ninguém é profeta na sua terra?
Henrique Sousa | 21/03/2010 | 8:03 pm

As ondas, as marés, a luz do Sol e o vento são todos fenômenos facilmente observáveis e que estão na crista da onda quando o assunto são fontes alternativas de energia. Mas existe uma outra fonte nesta mesma categoria que pode ser aproveitada e que não pode ser percebida a olho nu – quando um rio despeja suas águas no oceano, há uma liberação gigantesca de energia, que tem todo o potencial para ser aproveitada para geração de eletricidade.

via Portal MedQuímica – O seu portal de Química para o Vestibular!.

Quando (IV)
Henrique Sousa | 21/03/2010 | 1:57 pm

Quando os «tios» protegidos do governo ganham cada um tanto como 200 assalariados, a sua eliminação podia ser a solução da crise em Portugal.

Quando (III)
Henrique Sousa | 20/03/2010 | 2:51 pm

País miserável!

Quando a miséria é tanta que muitas pessoas só mandam os filhos para a escola quando têm subsídio de alimentação e transporte para eles, não estamos decerto a falar de um país europeu com mil anos de existência. Estamos a falar possivelmente de algum país ao sul do Magrebe.

Quando (II)
Henrique Sousa | 18/03/2010 | 3:38 pm

É o fim deste País!

Quando se chega ao extremo de preferir uma reforma muito penalizada ao prolongamento da vida activa, nada mais resta a dizer do país. Acabou, afundou-se, é cadáver que só serve aos abutres que irão continuar a comer-lhe a carne podre e nauseabunda.

Deus tenha a sua alma em paz!

Medidas complicadas, não!
Henrique Sousa | 18/03/2010 | 8:25 am

Corre uma petição para solicitar à Assembleia da República que “altere as leis existentes”, no sentido de responsabilizar os pais e encarregados de educação dos alunos referenciados por “indisciplina escolar, absentismo e abandono”.

via Responsabilidade dos pais – Expresso.pt.

Isto é típico! Lidar de forma complicada e exagerada com as situações, o que leva a que dias depois se chegue à conclusão que na prática as medidas tomadas não resultam.

Simples e eficiente: REGRESSO À FALTA DE CASTIGO!

Quando (I)
Henrique Sousa | 18/03/2010 | 8:17 am

Para a Sibéria com o gajo!

Quando se chega a este ponto de gozação em que até os profissionais cometem gafes destas, mais vale resignar ou venha de lá a necessária Ditadura para evitar situações como esta que colocam mal o Grande Líder.

Nazismo elege os velhos para o papel de judeus
Henrique Sousa | 17/03/2010 | 1:08 pm

Assisted suicide for anyone over 70 who has simply had enough of life is being considered in Holland.

via Holland proposes giving over-70s who ‘consider their lives complete’ the right to die | Mail Online.

Eu estou quase pronto para ir. Já tive filhos, plantei imensas árvores, escrevi alguns livros e portanto tenho a minha missão cumprida na Terra. Chegou a minha hora numa hora absurda.

Mediante isto, creio que, como velho, terei que optar, ou me suicido ou eles me «suicidam», ou será que os velhos irão ter que passar a esconder-se?

Não tarda muito e começam a aparecer os novos campos de concentração para velhos, de que alguns lares constituem já antevisões realistas.

Via Socraquistão

Sou democrata mas não sou burro! Fevereiro já passou e nada!
Henrique Sousa | 16/03/2010 | 3:58 pm

“Vai ser um processo longo, muito longo”, explicou ontem ao DN o porta-voz do comissário do Mercado Interno sobre a averiguação de responsabilidades do Estado português na compra de computadores sem concurso público. Neste caso, a Comissão Europeia (CE) quer saber “exactamente como é que o Estado membro lidou com toda a situação”.

O executivo comunitário enviou uma carta a Portugal a pedir explicações sobre o processo de compra dos computadores (compra em que estão incluídos os milhares de computadores Magalhães), na sequência de uma queixa feita à Comissão por parte da empresa Accer – que alega violação da directiva da livre concorrência.

Na prática, o comissário do Mercado Interno pretende, nesta fase, que Lisboa explique como procedeu à adjudicação da comercialização à empresa portuguesa JP Sá Couto. O Governo tem agora dois meses, segundo as regras comunitárias, para responder à missiva de Bruxelas, o que quer dizer que o caso passará entretanto para as mãos da nova equipa de Durão Barroso, que não tomará posse antes de Fevereiro do próximo ano.

via Inquérito ao ‘Magalhães’ na UE vai demorar anos – Portugal – DN.

Como democrata que sou vou aguardar calmamente que as coisas sigam o seu curso democrático.

Sou tão democrático que, apesar de saber que esta coisa do Magalhães é a maior trafulhice de todos os tempos de um governo «democrata», e apesar de saber que foi um gasto inútil de dinheiro dos contribuintes que nenhum benefício traz às crianças, antes pelo contrário, não vou começar a agir como a ETA, a limpar o sebo a uns quantos que mereceriam caso eu não fosse democrata. Sou democrata e vou esperar sentado ou deitado. Mas atenção, sou democrata mas não sou burro!

Afinal o prazo de Fevereiro já passou e não se ouve dizer nada? Estão a brincar comigo, ou quê?

Absentismo
Henrique Sousa | 16/03/2010 | 9:09 am

Sintomaticamente, as duas organizações que agrupam as associações de estudantes do básico e secundário não têm alternativas a propor. Questionados pelo PÚBLICO, dois dos seus representantes limitaram-se a dizer que aguardam a proposta do Ministério da Educação.

via Chumbo por faltas não garante que o absentismo diminua – Educação – PUBLICO.PT.

Este artigo do Público reflecte o predomínio do politicamente correcto na resolução dos problemas concretos. Os alunos faltam porque não vêem interesse na sua formação. Não lhes diz nada, só estão interessados em «estar na escola» porque é lá que se encontram com os amigos para «brincar». Os alunos não são burros, se se lhes dá benesses é porque o sistema precisa deles e eles abusam disso, sabem que não chumbam por faltas e que podem ser irreverentes pois nada de grave lhes acontecerá como por exemplo serem expulsos do Ensino.

Como me contou alguém, no Japão a pena a aplicar a estudantes faltosos e indisciplinados é muito, mas muito má. Algo de escabroso mesmo. Mas ninguém sabe qual é a pena porque ainda ninguém foi castigado. As pessoas esquecem-se do efeito dissuasor das penas. O simples facto de existir a possibilidade de expulsão, vai fazer baixar o absentismo e melhorar a disciplina.

Assinem a petição para o regresso à Falta de Castigo.

E onde ficam os professores?
Henrique Sousa | 15/03/2010 | 9:40 pm

A ministra da Educação anunciou hoje, quinta-feira, que vai apresentar um diploma para reforçar os poderes dos directores de escola para que os alunos agressores possam ser suspensos imediatamente logo após a ocorrência da agressão.

via Alunos suspensos imediatamente após agressão – JN.

Constituição da República Portuguesa e as reformas
Henrique Sousa | 15/03/2010 | 8:51 am

Artigo 59.º

(Direitos dos trabalhadores)

1. Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, têm direito:

via Constituição da República Portuguesa.

Tendo em conta o artigo citado, será constitucional que um trabalhador da função pública com 55 anos de idade e 30 anos de serviço possa requerer a reforma antecipada e um trabalhador mais velho e com mais anos de serviço não possa?

Mas é o que se passa neste país. Até parece que a Lei foi feita para beneficiar um grupo de pessoas que reunia aquelas condições, normalmente os que começam a trabalhar mais cedo, aos 25 anos no máximo. Aqueles que, por terem andado em estudos superiores, começaram a trabalhar mais tarde, são discriminados pela idade.

Exemplo:

Eu tenho 58 anos e cerca de 31 anos de serviço e, de acordo com a legislação em vigor,  só posso pedir a reforma em 2016 (com penalização) ou em 2020 por inteiro, isto é, quando tiver 64 ou 68 anos respectivamente. Isto pelas condições actuais de reforma. O meu colega de 55 anos, sem curso superior, com 30 anos apenas de serviço, pode pedir a reforma já.

O que seria plausível era que as condições mínimas para a reforma antecipada fossem 30 anos de trabalho e 55 anos de idade. Porque a forma como é interpretada a Lei (para efeitos de reforma) não faz sentido algum e viola princípios da Constituição e do senso comum.

Uma lei assim dá mais direitos aos mais novos, o que é uma perfeita aberração.

Petição Pela reinstauração da Falta de Castigo nas escolas básicas e secundárias
Henrique Sousa | 14/03/2010 | 5:00 pm

A discussão em torno dos casos de suicídio de alunos e professores nas escolas encontra-se centrada no recém-descoberto fenómeno do bullying. Os intervenientes, pais, alunos e professores atiram as culpas uns para cima dos outros, mas o problema não se resume a isso, esses casos não têm apenas a «violência» dos alunos como causa. As crianças são naturalmente irrequietas e irreverentes e isso pode não ser negativo se puder ser bem aproveitado na sala de aula.

via Petição Pela reinstauração da Falta de Castigo nas escolas básicas e secundárias.

Isso é muito vago, pedagogos de meia-tigela!
Henrique Sousa | 14/03/2010 | 3:26 pm

Os dois dirigentes defendem ainda a atribuição de mais poderes às escolas e aos professores e um maior acompanhamento dos problemas dos docentes pelo Ministério da Educação.

via “Caso fruto de problemas habituais” – Portugal – DN.

A única coisa que faz falta é a FALTA DE CASTIGO salazarista. 3 faltas dão suspensão por uma semana ou um mês e reincidência dá expulsão do Ensino!

Imaginem se o professor Luís pudesse ter marcado 1 ou 2 faltas de castigo. Nem precisava de ter participado SETE vezes, e estaria agora vivo. Os tais alunos talvez nem fossem expulsos porque estariam sob a ameaça de ser expulsos.

Bullying V
Henrique Sousa | 14/03/2010 | 12:01 pm

Na última semana uma professora sofreu um traumatismo craniano na mesma escola.

via Professores com medo de alunos – Ensino – Correio da Manhã.

Notícias destas só servem para traumatizar ainda mais os alunos da escola de Fitares onde o professor de música se suicidou por não aguentar mais a «traquinice» dos meninos que até, por brincadeira, o atiraram ao chão na escola. Ele devia ter levado tudo na brincadeira, caramba. Há gente sem espírito de humor que, por dá cá aquela palha, se suicida logo. Assim não dá, os professores deviam ser ensinados a levar estas coisas na brincadeira porque já ninguém espera que cumpram a velha função de ensinar alguma coisa aos alunos. Estes não querem aprender, e o Estado também não está interessado em que eles aprendam. O que é preciso é que não fiquem retidos… mais nada! Será pedir muito?

Bullying IV
Henrique Sousa | 13/03/2010 | 11:41 pm

A discussão em torno deste caso encontra-se centrada no fenómeno recém-descoberto do bullying. Os intervenientes, pais, alunos e professores atiram as culpas uns para cima dos outros. Mas o problema não se resume a isso, o suicídio do professor Luís não tem apenas a violência dos alunos como causa. Se fosse só isso, ele poderia ter resolvido a questão mudando de emprego. Mas ele diz que não via alternativa e efectivamente, um professor, músico e sociólogo, de 51 anos, vai fazer o quê? É fácil arranjar outro emprego? Obviamente não! Não podia simplesmente despedir-se, sem qualquer outra perspectiva. Ir trabalhar num supermercado aos 51 anos? Mas continuar a dar aulas tornava-se cada dia mais penoso porque os alunos não lhe davam tréguas, nem a Direcção actuou no sentido de lhe resolver o problema.

Os alunos de hoje não são mais desumanos que os de outras épocas, mas estão habituados desde cedo a um clima de completa impunidade no que respeita ao mau comportamento, o que noutro tempo era «mostrado» de forma a que fosse «bem percebido». Já não se pode «mostrar» aos alunos que certos comportamentos são bastante inadequados. Conversam, por isso, na aula em voz alta, ignorando por completo a presença do professor, impedindo mesmo que este possa ensinar seja o que for. Nem têm consciência que estão a ser mal-educados. Levantam-se e passeiam na sala de aula, sem pedir autorização, como se fosse a coisa mais natural deste mundo. Jogam às cartas, brincam com telemóvel, etc.. Se o professor os admoesta por comportamentos inadequados eles mostram-se revoltados e injustiçados porque não foram só eles a ter esse comportamento, logo é injusto que o professor não admoeste todos de uma assentada. Etc..

Porque é que os alunos são assim? Porque têm as costas quentes. Têm as costas aquecidas pelo abraço fraterno do poder que lhes dá todas as garantias possíveis e eles não são burros. Sabem que o poder precisa deles, precisa mostrar estatísticas de sucesso. Percebem que o professor também precisa deles, sem eles estaria desempregado. Percebem que o professor não lhes pode aplicar qualquer sanção convincente como uma falta de castigo com consequências sérias. O simples facto de isso eventualmente ser possível já traria algum sossego em certas turmas. O espectro da expulsão seria persuasivo, vão por mim.

E os pais? Os pais de hoje são diferentes dos de ontem? De certo modo sim, se antes os pais partiam do princípio que o professor era um prolongamento da autoridade paterna e garantia a educação que eles gostariam de dar aos filhos, e autorizavam o professor a bater nos meninos quando fosse preciso, na sociedade competitiva em que hoje vivemos o professor é alguém que compete connosco no mercado de trabalho, é um adversário a abater, é o inimigo e, para além disso, «o meu filho é o melhor deles todos» e ai de quem disser mal dele (porque bater já nem se usa).

Mas os próprios pais estão sob a mira da sociedade politicamente correcta, anti-violência doméstica, ai do pai ou da mãe que dê uma boa tareia aos meninos. Pior ainda se for um progenitor apenas, separado, viúvo ou solteiro. Vizinhos, escola, psicólogos, ficam todos de olho nele para ver se ele não se descai com alguma sova merecida ou não. Tiram-lhe logo a(s) criança(s) e entregam a uma família de acolhimento ou a uma instituição.

Estamos todos fritos, pais, filhos e professores, essa é que é essa. Há solução? Sim, para já devolver a autoridade aos pais e professores, para bem das crianças.

Acabem com os professores
Henrique Sousa | 13/03/2010 | 5:07 pm

Via Facebook, Ana Mendes da Silva, cheguei ao artigo em destaque, assinado por Luís Moreira e que comento mais abaixo. Ainda pensei deixar lá o meu comentário mas assim poderá ter mais efeito, se é que terá algum.

um dia destes não precisamos de professores !

No meu tempo de aluno a filosofia de quem ensinava era esta: “Numa má educação o educando nunca tem a culpa” . Isto além de ser verdade ( o aluno é a parte passiva do acto de ensinar) mostrava uma grande generosidade por parte dos professores, assumiam a sua responsabilidade de profissionais, e por isso eram profundamente respeitados e socialmente valorizados.

Agora, é o contrário disto tudo. O que temos são os professores, arregimentados por sindicatos ideologicamente muito bem definidos, que co-governam a educação há 30 anos. É preciso ter coragem para dizer. Os sindicatos comunistas a quem o povo português nunca deu mais que 8% em eleições democráticas, governam, juntamente com a classe política a educação, e são tão responsáveis pelo estado a que chegou a escola como  os sucessivos governos.

Mas o que na verdade me preocupa não é aquela evidência, bem pior é admitir que os professores não têm culpas, isso seria  passar-lhes o maior atestado de incompetência.  É como dizer, na verdade estares na escola ou não estares é a mesma coisa! Não se nota, não vales nada, o teu trabalho não tem consequências. Ora isto é falso, porque o trabalho do professor é determinante na qualidade do ensino. Mas só pode ser positivamente determinante se o professor reinvindicar para si próprio a responsabilidade que a sua função exige. Não é o que se vê . As reinvindicações não passam do ganhar mais, de chegarem todos ao topo da carreira, de não aceitarem a avaliação, de não terem responsabilidades.

Se não concorrem para a resolução dos problemas esperam que a escola mude ? É por ganharem mais que os alunos passam a ser melhores? É por chegarem todos ao topo da carreira que iremos ter alunos competentes? Eu que não sou professor e que pago esta merda toda, vou estar a favor dos professores e dos sindicatos porquê?

Afinal o argumentário é igual ao dos politicos: o mal está no povo! Mude-se!

via Professores: O educando nunca tem a culpa… | Aventar.

«Um dia destes não precisamos de professores».

Seria preciso que o autor explicasse melhor esta premonição. O que se constata é que o Ensino se encontra pervertido. É bem possível que os professores se suicidem todos para não ter de aturar, sem meios de actuação adequados, meninos mal-criados sem culpa, de facto,…

«“Numa má educação o educando nunca tem a culpa” »

Ao educando não se pode realmente exigir comportamento completamente adequado porque então não seria educando mas educado. Se, porém, se retirar ao educador, em nome da desculpabilização dos alunos, os instrumentos necessários à educação, tal como a régua, a palmatória, as faltas de castigo, etc., há uma casta de alunos que vem poluir as escolas e impor os seus comportamentos segundo a conhecida Lei de Gresham, e por mais culpado que seja o professor, ele não conseguirá despertar o profundo respeito nem da má nem da boa moeda, seguindo-se a sua desvalorização conjunta. O professor pode, realmente, nestas circunstâncias, ser dispensado. De acordo!

«O que temos são os professores, arregimentados por sindicatos ideologicamente muito bem definidos, que co-governam a educação há 30 anos.»

Houve, realmente, uma certa casta de professores, principalmente os pior preparados para ensinar, que invadiu os departamentos ministeriais e se pôs a destruir o Ensino com reformas anuais, negociatas, acções de formação para professores e uma série de medidas pedagogicamente incorrectas, catalizadoras da indisciplina e violência nas escolas. Mas foram os governos que apadrinharam e pactuaram com essa destruição do Ensino. Destruição que continua, impunemente no actual (des)governo da Nação. Querem um exemplo? Na minha escola, com as obras de «requalificação» em curso, o «estrado» vai ser abolido porque o super-professor de Nietzsche consegue impor-se sem auxílio do estrado, essa aberração do fascismo, aberração idêntica às faltas de castigo que foram abolidas porque traumatizavam as crianças e algumas eram até expulsas da escola (coitadinhas) por mau comportamento. Também dou razão aqui ao Luís Moreira, desde que ele não inclua a generalidade dos professores que é tão vítima como os alunos de uma casta de «pedagogos» de ministérios e sindicatos ideologicamente condicionados no sentido de destruir o Ensino.

«Se não concorrem para a resolução dos problemas esperam que a escola mude ? É por ganharem mais que os alunos passam a ser melhores? É por chegarem todos ao topo da carreira que iremos ter alunos competentes? Eu que não sou professor e que pago esta merda toda, vou estar a favor dos professores e dos sindicatos porquê?»

Aqui levanto-me para aplaudir com as mãos e com os pés. É mais do que óbvio que o Luís tem toda a razão! Eu até acho que um professor devia ganhar o mesmo que os operadores de call center ou os caixas de supermercado. Porque não é pelo facto de ganhar mal que a qualidade do seu desempenho melhora, digo, piora. Porque é que um professor, por exemplo, precisa de carro ou de computador? A escola fornece-lhe transporte, computadores, papel, canetas, salas de trabalho que são um lixo, perdão, um luxo, come boa comida quase de graça na escola, só falta mesmo dormir lá… O que mais querem estes professorzecos de merda? E quando mora em Leiria e tem acções de formação na Batalha, em Coimbra ou no Porto? A escola fornece-lhe transporte e ajudas de custo, tudo pago, são uns chulos, piores que os deputados e gestores públicos! Eu também não vou pagar esta merda toda que os professores e sindicatos fizeram. Apoiado! Chegar ao topo da carreira? Não, absolutamente não, aliás, nem sequer devia haver carreira já.

«Um dia destes não precisamos de professores».


Get Adobe Flash playerPlugin by wpburn.com wordpress themes